Texto do confrade Carlos Ribeiro, publicado originalmente no nosso fórum.
Entre 0:34 e 1:24 desse antigo trecho de uma aula, o prof. Sidney Silveira diz que a melhor forma gráfica de representar Deus é um ponto (tudo simultâneo; uno e indiviso; simples, sem composição).
Sempre gostei dessa representação, e recentemente estive pensando que Deus colocou um vestígio disso na Criação:
A singularidade gravitacional de um buraco negro é um ponto no qual a curvatura causada por sua massa é infinita.
Ademais, a hipótese do átomo primordial, proposta pelo Pe. Georges Lemaître, prevê que, no início do Universo, toda sua matéria estava contida em uma singularidade, um ponto de densidade infinita.
Por fim, as estrelas sempre foram uma representação dos anjos. Atualmente se diz que várias galáxias possuem um buraco negro supermassivo em seu centro, em torno do qual as estrelas orbitam.
Gustave Doré, p.ex., pintou assim uma imagem dos anjos em volta de Deus (ilustrando o Paraíso de Dante), numa época em que se pensava que as galáxias fossem nebulosas:
