Ofício Parvo da Bem-Aventurada Virgem Maria

Ao longo da história o Ofício Divino ganhou, ao lado de sua forma principal, uma série modelos mais simples, mas que cumpriam a mesma função, seja no sentido de organizar o dia com orações para agradecer, suplicar e pedir perdão a Deus por meio dos Salmos, seja no sentido de perfazer uma forma de oração litúrgica.

Dentre esses modelos o de maior destaque ao longo dos séculos, sem dúvida alguma, é o Ofício Parvo da Bem-Aventurada Virgem Maria, que foi repetidas vezes louvado e aprovado pelos santos e pelos papas. No nosso país, contudo, a preguiça mental e o analfabetismo só o fizeram ganhar uma maior difusão na primeira metade do século XX, até ser abandonado quase por completo no período posterior ao Vaticano II (o Concílio, por si mesmo, reafirmou o valor litúrgico desta forma de Ofício Divino). Simplesmente não se publicaram mais edições das Horas de Nossa Senhora e, com o advento da internet, foram difundidas versões baseadas na Liturgia das Horas do rito paulino com o nome de Ofício Parvo. Isso agora vai mudar, primeiro porque vou apresentar para vocês uma digitalização de uma das edições do Ofício Parvo publicada pela Vozes em 1940 (esse é mais um grande feito do Eduardo, um dos responsáveis pelo site Obras Raras do Catolicismo), depois, com o tempo, pretendo traduzir vários textos relativos a essa forma de recitação das Horas que serão publicados no blog e listados nesta página e, por fim, talvez tenhamos uma nova edição em português (que também está sendo viabilizada pelo Eduardo).

Para os católicos ligados ao rito romano tradicional isso deve ser motivo de grande alegria, pois essa forma de Ofício Divino é baseada no Breviário Romano e nunca foi tocada pelas “reformas” pós-concilares.

Ofício Parvo da Bem-Aventurada Virgem Maria (texto completo – 1940)

Ofício Parvo da Bem-Aventurada Virgem Maria (texto completo – 1959)

Apresentação do Ofício Parvo da Bem-Aventurada Virgem Maria

Estrutura do Ofício Parvo