Compre o Ofício Parvo

Depois de quase 60 anos sem novas edições, a Editora Triregnum, publica novamente o Ofício Parvo de Nossa Senhora. Como já esclareci aqui, essa forma de Liturgia das Horas é litúrgica, ou seja, é uma oração pública e, por isso, durante séculos sua recitação (ou canto) cumpriu a exigência das regras de terceiros franciscanos, dominicanos e carmelitas de recitarem o Ofício Divino, bem como a dos irmãos leigos dessas referidas ordens, e dos de muitas outras de apostolado ativo (em especial as hospitalares) e de pelo menos uma contemplativa.

Esse valor foi reafirmado pelo Vaticano II, mas, como tudo nesse concílio de infeliz memória, isso virou letra morta…

Mas, para não entrar em novas polêmicas, passo logo ao que quero dizer: esse Ofício é uma forma simples do fiel católico, em especial do tradicionalista, de rezar a Liturgia das Horas. Essa nova publicação é uma impressão em fac-símile da edição da Vozes de 1940, que segue o Breviário de São Pio X; ela tem um formato médio e vem com capa normal (mas nada impede que se coloque uma capa dura e fitas – sugiro três). É uma edição feita para a recitação, pois não tem a notação musical. Insto os leitores a aumentarem seu conhecimento sobre essa forma de Ofício Divino lendo os textos que já postei e que postarei sobre o mesmo na página dedicada a ele aqui no site.

O Ofício Parvo pode ser comprado nesta livraria virtual.

OBS: A primeira leva teve um problema, já corrigido, pelo qual faltou a última página da Noa do I Ofício, assim, vou disponibilizá-la aqui (se esse é seu caso, a editora também está aberta a lhe enviar um novo exemplar ou só essa página).

10 respostas em “Compre o Ofício Parvo

  1. Thiago, poderia dizer qual a sua preferência entre o Ofício Parvo e o Diurnal monástico e por quê?

  2. A minha preferência é pelo Ofício Parvo, mas os motivos são completamente subjetivos.

    Objetivamente falando, o Diurnal Monástico do rito romano tradicional, ou melhor, o Ofício Beneditino tradicional, é a forma superior de Ofício Divino; ela é melhor que qualquer outra versão do Grande Ofício, seja o Breviário Romano (independente do sistema de rubricas), a Liturgia das Horas de Paulo VI, ou o Ofício de qualquer outro rito ocidental, pois é a mais antiga, estável e bem estruturada de todas. Ela também é superior a qualquer forma de Ofício Parvo.

    Por outro lado, eu tenho problemas para me concentrar e sou desorganizado, de modo que uma oração com muita variação não serve para mim. Por isso, no meu caso, o Ofício Parvo de Nossa Senhora edifica mais (fora que ele é objetivamente a forma superior de Ofício Parvo e é mais simples sem ser quantitativamente raso, como o da Imaculada Conceição). Isso para não entrar no ponto de que é bem acessível financeiramente e pode ser ensinado a outros com grande facilidade.

  3. Eu sempre tive dificuldade de entender a dinâmica do Breviário; então essa facilidade do Ofício Parvo me convenceu; comprei-o. E entre o Ofício Parvo e a Liturgia Diária das Horas, qual é mais acessível (no manuseio)? Ou, qual você recomenda nesse sentido?

  4. Ambos são fáceis de manusear; então, a preferência por um ou pelo outro deve se dar outros motivos (por exemplo, se você quer ficar ligado a uma forma de oração sem relação com as reformas pós-conciliares, o Ofício Parvo é uma alternativa ao Diurnal).

  5. Com o Ofício Parvo, finalmente me habituei com a dinâmica das Horas – o que não consegui há quase seis anos com o Liturgia Diária das Horas; aprendi a ordem das Horas, quais são maiores, quais são menores, etc. Comprei o Oração das Horas da LH e já pretendo adquirir o Diurnal Monástico (coisa que há até três semanas eu não arriscaria de modo algum).

    Fiquei surpreso com as seguintes observações contidas no Ofício Parvo:

    As orações do Ofício produzem, em qualquer momento os mesmos efeitos que os Sacramentos: elas obtêm graças especiais de acordo com as necessidades daqueles que a recitam.

    Estou satisfeito com os frutos de atenção e devoção permitidos pela recitação do Ofício. A “regra” do horário é mais rígida, mas oferece mais liberdade e segurança para sua oração, coisa que eu não tinha com a recitação diária do Rosário (ao longo do dia, alguma dezenas distraídas outras sonolentas, outras ainda apressadas).

    Obrigado e parabéns por esse trabalho apostólico de divulgação do Ofício Divino em suas várias versões, Thiago. Deus lhe dê a recompensa na vida futura.

  6. Obrigado, Carlos!

    Mas, se deu tão certo, por que está sentindo necessidade de passar a outra forma de Ofício?

  7. Não tanto pela repetição ou variação das orações, mas pela possibilidade de acompanhar melhor os ciclos do tempo e dos santos.

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