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Liturgia

Todo o Ofício Parvo com notação gregoriana

Cantar o Ofício é algo muito distante de meus objetivos imediatos, contudo, quem pode fazer isso estará dando um louvor superior a Deus por meio do opus Dei. Assim, para suprir a lacuna das edições que disponibilizei e das que (graças a Deus!) voltaram a ser publicadas no nosso país, posto abaixo todo o Ofício Parvo (latim/inglês – mas isso não faz diferença para quem canta, já que isso geralmente se faz em latim) com a notação gregoriana:

Clique para acessar o allthehours.pdf

Para saber mais sobre o Ofício Parvo visite esta página.

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Eclesiologia

Pequenas comunidades católicas na Índia

As Pequenas Comunidades Cristãs da Igreja na Índia dão um vislumbre do que as CEBs podiam ter sido se não tivessem se ideologizado tanto (é possível uma correção?):

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Liturgia

Ofício Parvo: Completas do Advento

Quem participa da liturgia da Igreja por meio do Ofício Parvo sabe que com o Advento entramos numa de suas grandes variações, o chamado Ofício II. Pois bem, como demonstração disso, convido os leitores a acompanharem com seus exemplares do Ofício em mãos as Completas do Advento cantadas em latim por um casal australiano:

As edições do Pequeno Ofício que disponibilizei para download e as que voltaram a ser publicadas no nosso país são apropriadas para a recitação. Assim, quem se interessar pelo canto do Ofício (que está todo no Antiphonale Romanum) tem de buscar outras fontes, como este arquivo com a notação gregoriana das Completas (latim/inglês) para o ano todo.

Para saber mais sobre o Ofício Parvo acesse esta página.

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Qual o nome de Deus?

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O grito “Roma perdeu a Fé” é uma heresia?

citação2Uma das características mais marcantes no legalismo servil juvenil católico é o da vaidade intelectual repleta de leituras teológicas sem real entendimento, somada à patente ausência das virtudes da prudência e da justiça.

Reclamam da frase lefebvriana “Roma perdeu a Fé” como se ela significasse uma heresia formal (uma afirmação forte contra a indefectibilidade da Sé Petrina) e não um grito de angústia diante da autodemolição e da negligência e mau-exemplo dos papas, e são incapazes de perceber a absurdidade teológica do novo ofertório (humanista integral e alheio à estrutura tradicional do Rito da Missa) e da nova direção do culto (idem), do Encontro de Assis, da Pachamama no Vaticano, de Amoris Laetitia, de Fratelli Tutti…

Em todas essas coisas não há qualquer rastro da Fé católica.

A única apologética justa e esperançosa é dizer que, apesar desses escândalos, existe algum mistério que nos escapa, e não acusar o que percebe a ausência de Fé.

Rezemos pela Igreja, pelo Papa, e para que os fiéis sejamos humildes diante do que nos sobrepassa, sem justificar o mal.

– Joathas Bello, no FB

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Igreja em saída

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50 anos atrás: não católicos peticionaram ao Papa pelo rito romano tradicional

agatha

Tradução de um texto do Dr. Joseph Shaw publicado no 1P5:

Vladmir Ashkenazy e o indulto “Agatha Christie”

O que os escritores W.H. Auden, Evelyn Waugh, Jorge Borges e François Mauriac têm em comum com o compositor Benjamin Britten, o violonista Andrés Segovia e os filósofos Augusto Del Noce e Jacques Maritain? Todos eles assinaram uma petição internacional em 1966 implorando à Santa Sé que não destruísse a antiga Missa em latim.

Mais conhecida é outra petição, organizada na Inglaterra por Alfred Marnau da Latin Mass Society, buscando a mesma coisa em 1971. Ela foi assinada por uma seleção impressionante da elite cultural britânica – o editor do Times, o presidente da Academia Britânica, o duque de Norfolk, uma parte dos bispos anglicanos e, de forma mais memorável, pela escritora de romances policiais Agatha Christie. Muitas vezes é esquecido o fato de que aos 57 nomes da petição de Marnau, outros 42 foram acrescentados por meio de uma lista publicada na Itália, incluindo todo um grupo de amigos literários do argentino Jorge Borges e três americanos: o artista Djuno Barnes, o poeta Robert Lowell e o acadêmico francês que se tornou americano, Julien Green. Uma nova safra de peticionários apelou a Roma em 2006 para dar apoio moral ao Papa Bento XVI, que se preparava para afrouxar as restrições à Missa antiga. Entre eles estavam o cineasta Franco Zeffirelli, o filósofo René Girard e o ator Jean Piat, que fez a voz de “Cicatriz” no Rei Leão.

É uma mistura eclética, incluindo figuras dos negócios, diplomacia, política e academia. Mas são os artistas, músicos, romancistas e poetas que se destacam. Entre esses peticionários estão oito compositores, quatro maestros, três membros da Académie française e dois vencedores do Prêmio Nobel de Literatura. De forma alguma são todos católicos: católicos decadentes como Graham Greene se inscreveram, novos convertidos como Malcolm Muggeridge e também muitos sem nenhuma ligação particular com a Igreja, como a escritora Nancy Mitford, a escultora Barbara Hepworth e a soprano Joan Sutherland.

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Brasil profundo

Povos tradicionais do Brasil

A esquerda identitária e a direita subserviente a miragens internacionais desconhecem o verdadeiro Brasil e, desse modo, são incapazes de notar aquilo que formamos de próprio (e que é o que deve ser valorizado em primeiro lugar) como nossos “povos”. Antes de falar em afro-brasileiros ou ítalo-brasileiros, ou qualquer outra nomenclatura que dê a ideia de algo que ainda não está devidamente assentado na unidade nacional, valorizemos a riqueza que vem retratada no seguinte mapa: