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O mito da atualização litúrgica

Um ótimo comentário de Diogo Rafael sobre a última grosseria do Papa Francisco (a divulgação do vídeo não implica na adesão às ideias do autor sobre outras questões):

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O critério da medida

citação2Se a Missa “tridentina” não fosse compatível com as novas teologia e pastoral conciliares, então aqueles que dizem ser o CVII uma “nova religião” estariam certos.

É a Missa Tradicional que mede o Catolicismo das novidades conciliares, e não o contrário. Como poderia ser diferente?!

Como dizem os cariocas, a nova teologia e o novo missal pegaram o bonde da Tradição andando e quiseram sentar na janela.

Mas a autoridade da Missa Tradicional é infinitamente superior à do CVII.

Joathas Bello

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O Novo Ordo não tem condições de ser a “única lex orandi” da Igreja

citação2

O autor de Amoris Laetitia e Fratelli Tutti, ao rechaçar permanentemente o carisma petrino e ensinar o erro, não tem condições teológicas, espirituais e morais para estabelecer o que deseja. Baseia-se exclusivamente na força política injusta.

O novo rito, surgido no século XX, é uma obra fabricada por mãos humanas, alheia à estrutura ritual de todos os ritos tradicionais (o romano, os demais ritos ocidentais e os ritos orientais), e amorfo, mesclando elementos romanos e elementos artificiais de índole judaica, humanista integral, oriental…

É a própria informidade do Novo Ordo que o encaminha às celebrações abusivas ou sacrílegas. Ele é um rito natimorto.

A Igreja vive há décadas uma situação litúrgica injusta, anômala, que não agrada a Deus, e que só poderá ser sanada com a recuperação do lugar de justiça da Missa Romana.

O pontificado de Francisco, tanto pelo conjunto da obra quanto por este particular, encaminha-se para ser castigado severamente por Deus.

Que o bispo de Roma se deixe iluminar por Deus.

É inútil lutar contra a Missa da Tradição Apostólica de Roma. É uma luta que conduz à condenação eterna.

Joathas Bello

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Temos a Fé

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Clericalismo francisquista

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Continuidade e hipocrisia

citação2À época em que os documentos do Concílio Vaticano II foram redigidos e aprovados, a “lex orandi” da Igreja Latina era a Missa Romana “de sempre” ou “tridentina” (sic) – de fato, os documentos “dialógicos” aprovados em 1965 (NA, DH e GS) já foram escritos durante o início da reforma litúrgica. Era esta Missa, celebrada no início de cada jornada de trabalho, a “lei espiritual” que supostamente animava a mente e o coração dos Padres conciliares.

Além disso, a intenção conciliar expressa (cf. Discurso inaugural de João XXIII de 11/10/62) era a de aprofundar e atualizar a doutrina certa e imutável, mas não a de trazer nenhum tipo de mudança substancial (o que seria uma intenção heterodoxa); e a expressão viva mais palpável dessa doutrina era aquela Missa Romana de sempre (e não o rito paulino, que então não existia).

Ademais, diz o magistério pós-conciliar que o CVII deve ser lido “à luz da Tradição”, e isto significa, também, “à luz da Missa de sempre”.

De modo que é simplesmente impossível, por ilógico, defender a continuidade do CVII com a Tradição e negar à Missa Romana de sempre o caráter de “lex orandi” da Igreja em quaisquer tempos pós-conciliares; tal significaria: a) que o novo rito seria uma traição à Missa da Tradição e ao próprio CVII; b) ou, considerando-se que o rito novo seja simultaneamente uma lei excludente da Missa Romana e uma expressão fidedigna do verdadeiro “espírito conciliar”, que o próprio CVII já estaria traindo a Tradição durante sua realização, com a maioria dos Padres conciliares já intencionando o rito a ser fabricado com sua nova lei espiritual; c) ou que Francisco considera que o rito novo e o CVII são incompatíveis com a [Missa da] Tradição.

O caminho da “continuidade” não tem realmente condições de prosperar – a prova é o pontificado de Francisco -, mas, para ser defendido, deve ser trilhado com coerência interna, assumindo, a propósito de Traditionis Custodes, alguma das conclusões: a) ou o rito novo é uma expressão de ruptura; b) ou o CVII é ele mesmo uma ruptura com a Tradição; c) ou Francisco é um hermeneuta da ruptura.

O que passa disto é hipocrisia.

– Joathas Bello

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Arcebispo de Curitiba põe fiéis católicos no olho da rua!

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O grito “Roma perdeu a Fé” é uma heresia?

citação2Uma das características mais marcantes no legalismo servil juvenil católico é o da vaidade intelectual repleta de leituras teológicas sem real entendimento, somada à patente ausência das virtudes da prudência e da justiça.

Reclamam da frase lefebvriana “Roma perdeu a Fé” como se ela significasse uma heresia formal (uma afirmação forte contra a indefectibilidade da Sé Petrina) e não um grito de angústia diante da autodemolição e da negligência e mau-exemplo dos papas, e são incapazes de perceber a absurdidade teológica do novo ofertório (humanista integral e alheio à estrutura tradicional do Rito da Missa) e da nova direção do culto (idem), do Encontro de Assis, da Pachamama no Vaticano, de Amoris Laetitia, de Fratelli Tutti…

Em todas essas coisas não há qualquer rastro da Fé católica.

A única apologética justa e esperançosa é dizer que, apesar desses escândalos, existe algum mistério que nos escapa, e não acusar o que percebe a ausência de Fé.

Rezemos pela Igreja, pelo Papa, e para que os fiéis sejamos humildes diante do que nos sobrepassa, sem justificar o mal.

– Joathas Bello, no FB