Ressurreição

Entrevistado da Áustria (em inglês), Michael Matt, editor do mais antigo periódico tradicionalista dos EUA, descreve como a explosão do catolicismo tradicional na Europa assinala as vulnerabilidades fundamentais do modernismo.

Quase 20.000 pessoas se reuniram no fim de semana de Pentecostes para fazer a peregrinação Paris-Chartres, indicando duas coisas: Continuar lendo

Regras bergoglianas para a Comunhão :(

Defender posições contrárias à moral ou viver amancebado não impedem a Comunhão, mas se você quiser se ajoelhar diante do Senhor: Anátema!

Um bispo nomeado pelo Papa Francisco, D. Celestino, como administrador  interino da maior diocese do Chile, Santiago, recusa a Eucaristia a quem se ajoelha para recebê-la na Missa crismal:

Previsão: em breve será crime receber enquanto se acredita na Transubstanciação.

O que a canonização de Paulo VI representa para a liturgia e para a pseudo-reforma litúrgica?

Essa é uma tradução de texto publicado no New Liturgical Movement e que se refere apenas ao significado da canonização do Papa Paulo VI para a liturgia e não se ela é apropriada ou oportuna (quem quiser comentar deve atentar para isso ou não terá seus comentários aceitos).

A resposta rápida é: absolutamente nada. Continuar lendo

Fraternidade verdadeira só em Jesus Cristo

Apresento abaixo minha tradução de um comunicado recente do superior da FSSPX sobre a declaração do Papa Francisco nos Emirados Árabes:

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Em 4 de fevereiro de 2019, o Papa Francisco junto com o Grande Imã do Cairo assinaram um documento intitulado Documento sobre a fraternidade humana para a paz mundial e a convivência comum.

A verdadeira fraternidade só existe em Jesus Cristo

Um Cristo ecumênico não seria o Cristo verdadeiro. Por mais de 50 anos o ecumenismo moderno o diálogo inter-religioso têm apresentado ao mundo um Cristo diminuído, irreconhecível e desfigurado. Continuar lendo

Antes de Bergoglio: João Paulo II, Assis e a Missa Nova

Chega de escândalos sexuais! Já entendemos! É pior que ruim! Mas também é um efeito, não a raiz.

Michel Matt, nesse vídeo (em inglês), advoga que é hora de voltar à causa da crise. O Papa Francisco não iniciou o fogo, então vamos descobrir quem fez isso.

– Como a Igreja caiu tão baixo?
– De onde Francisco veio?
– Como a sua “Igreja Companheira” se encaixa na revolução pós-Conciliar?
– O que podemos aprender com o dia de oração para pagãos e cristãos de João Paulo II em Assis (1986)?
– Todos já esqueceram a vida antes de Bergoglio?

Além disso, uma palavra sobre o mais recente ataque de Michael Voris à Fraternidade São Pio X.

O neoconservadorismo é parte do problema, não a solução

Tradução e adaptação de um artigo publicado originalmente no site One Peter 5:

A reação às revelações do arcebispo Viganò – pelo menos nos Estados Unidos – deve nos dar uma certeza: ainda há bispos da fé ortodoxa que respeitam os direitos humanos e a justiça divina. Além disso, apesar das más notícias quase diárias de Roma, encontramos dioceses em que as vocações estão em ascensão; até encontramos algumas comunidades religiosas tradicionais florescendo. Depois de décadas de amnésia, a música sacra está voltando às catedrais e paróquias. Boas notícias não faltam se procurarmos.

No entanto, também encontramos um problema já de longa data que retarda o ritmo de uma genuína reforma e renovação da Igreja: a predominância do neoconservadorismo entre os bispos, padres e fiéis. Continuar lendo