Breviário de São Pio X e Martirológio em espanhol

O blog Liturgia Tradicional, publicou e agora eu disponibilizo para os leitores e entusiastas dos estudos sobre o Ofício Divino, a tradução em espanhol do Breviário de São Pio X e o Martirológio. O primeiro foi publicado em Barcelona em 1936, por Dom Alfonso Gubianas, um monge da Abadia de Montserrat na Catalunha, e apresenta anotações e explicações utilíssimas; ele está dividido em dois volumes, ao invés dos tradicionais quatro, o primeiro cobrindo do Advento até o Sábado das Têmporas de Pentecostes, e o segundo do  Domingo da Santíssima Trindade até o fim do ano litúrgico. O Martirológio foi publicado em Madri em 1953, mas também inclui uma atualização de 1960.

Breviário de São Pio X (vol. I – espanhol)

Breviário de São Pio X (vol. II – espanhol)

Martirológio (espanhol) 

Adendo de 1960 – Excerpta ex Acta Apostolicæ Sedis, LII (1960) n. 10 (15 Aug.), pp. 722-729

Do mesmo autor da tradução do Breviário, também recomendo a obra Noções Elementares de Liturgia.

O novo Lecionário e o ritual do casamento católico

Texto de Peter Kwasniewski traduzido por Cláudio e revisado por Thiago:

Um dos tópicos mais disputados no Sínodo sobre o Casamento e a Família, naqueles felizes anos de 2014 e 2015, foi a possibilidade de admissão à Sagrada Comunhão dos que vivem no que é eufemisticamente chamada de “situação matrimonial irregular” – ou seja, objetivamente, numa situação de adultério. Essa disputa tomou seu lugar ao lado do confronto longo entre os hierarcas da Igreja sobre se a lei canônica deveria realmente ser seguida quando afirma que os pecadores notoriamente públicos – por exemplo, os políticos que dizem ser católicos, mas aprovam o aborto, ou que uniões homoafetivas sejam chamadas de “casamento” – deveriam ter negada a Sagrada Comunhão.

Para mim, o mais impressionante é que nós estamos tendo uma conversa sobre matérias que foram decididas no início do cristianismo, como pode ser visto no Novo Testamento ou nos Padres da Igreja. Surge então a questão: estão simplesmente os católicos inconscientes dos ensinamentos do Evangelho, de São Paulo, e de outros livros das Escrituras no que concerne aos graves males da imoralidade sexual, incluindo a fornicação, o adultério e a sodomia? Estão os católicos inconscientes do solene ensinamento de São Paulo contra a indigna Comunhão Eucarística, que é um pecado mortal e que trará a condenação eterna se não houver o arrependimento? Nas pregações e liturgias, os católicos não são regularmente expostos à luminosidade do ensinamento das Escrituras sobre a bondade, santidade, permanência, fecundidade e hierarquia interna do casamento cristão? Continuar lendo