O papel de São José na Redenção

No meio da Quaresma, São José parece estar fora de lugar. Não faria mais sentido celebrar sua solenidade perto do Natal, ao invés da Páscoa? Não tem ele mais a ver com a Encarnação do que propriamente com a Redenção?

São João Paulo II, no entanto, chama a São José “guardião do redentor”. Qual seria, então, o papel deste grande Patriarca no mistério de nossa salvação?

Nesta aula, Padre Paulo Ricardo responde a esta pergunta e nos mostra como o Esposo da Santíssima Virgem Maria é também “guardião dos redimidos”.

Um mal chamado suicídio

Antigamente, para nós brasileiros, o mal do suicídio era uma realidade que aparecia somente nas estatísticas dos países de primeiro mundo, como a Suécia ou o Japão. Mas, nos últimos tempos, o suicídio tem se apresentado como uma realidade assustadoramente próxima de nossa sociedade.

Quais transformações sociais e institucionais estariam nas raízes deste mal? Que atitudes e decisões espirituais poderiam exorcizar este espectro que ronda as nossas famílias?

Instituições que nos salvam

Neste tempo de Quaresma estamos refletindo constantemente a respeito de nosso caminho de conversão. Um instrumento valioso no caminho da virtude são as boas instituições. Valioso, mas esquecido…

O que são “instituições”? Será que elas são realmente necessárias? Por que não devemos desprezar as instituições boas?

Nesta aula, Padre Paulo Ricardo nos transmite uma reflexão sobre a importância de a Igreja ter transformado a história do Ocidente gerando e renovando as instituições.

Como o cristão de hoje deve se mortificar?

A mortificação é um elemento tão necessário à vida cristã, que quem não quiser renunciar a si mesmo jamais poderá ser santo. Mas quais são, no fim das contas, as formas de mortificação mais adequadas para os dias de hoje? Será que todo cristão está sempre obrigado a fazer longuíssimos jejuns, ficar sem dormir e ferir a própria carne com cilício ou coisas parecidas?

Nesta novo vídeo, Padre Paulo Ricardo nos dá uma lição preciosa, à luz da doutrina de São João da Cruz e Santa Teresinha do Menino Jesus, acerca da melhor maneira de se mortificar nestes tempos em que nos tocou viver.