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Espiritualidade Liturgia

Os leigos devem rezar o Ofício Divino ou o Rosário?

Tradução de um texto do Dr. Peter Kwasniewski, publicado no One Peter Five:

Talvez esta não seja a sua pergunta, mas é uma pergunta que tenho recebido de muitos católicos quando eles discernem quais formas de oração vocal priorizar em suas vidas. Temos um tempo limitado para nós individualmente e e para nosso círculo familiar, então a questão não é meramente teórica. Espero que minha resposta traga iluminação para a mente, bem como paz interior para a alma em busca de seu bem supremo.

Nos tempos antigos e medievais, os leigos frequentemente participavam do Ofício Divino. Um dos objetivos do movimento litúrgico em sua melhor fase era incentivar o canto das Vésperas nas paróquias e promover a recitação do Ofício entre os fiéis leigos, geralmente em traduções ou adaptações. Nesse projeto, eles foram muito bem-sucedidos. Em muitas paróquias, o canto das Vésperas dominicais era simplesmente considerado normal; visto que os Salmos eram sempre os mesmos, a sequência era logo memorizada. Então, a bomba de nêutrons da “reforma litúrgica” atingiu e, apesar do endosso explícito do Vaticano II ao canto paroquial do Ofício, aquele costume e progresso louváveis ​​foram quase todos eliminados. Lentamente, vamos vendo alguns sinais promissores de que o Ofício pode estar voltando mais uma vez à vida paroquial, mas isso está acontecendo quase que exclusivamente na forma tradicional ou usus antiquior.

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Catequese Espiritualidade

Como honrar o corpo de Cristo

Quereis de verdade honrar o corpo de Cristo? Não consintais que esteja nu. Depois que o tiverdes honrado aqui na igreja com vestidos de seda, não permitais que fora ele morra de frio e desnudez. Aquele que disse: “Isto é o meu corpo” confirmando com sua palavra o ato que realizou, disse também: “Tive fome e não me destes de comer” e: “Toda vez que não fizestes estas coisas a um destes meus irmãos pequeninos, não o fizestes a mim”. O corpo de Cristo que está no altar não necessita de mantos, mas de corações puros; ao passo que aquele que está fora, requer muito cuidado. Aprendamos, portanto, a meditar sobre um mistério tão grande e a honrar Cristo como Ele quer ser honrado… Que aproveita ao Cristo se o seu altar está coberto de ouro quando ele mesmo está morrendo de fome no pobre? Saciai primeiro aquele que tem fome e depois, se te resta ainda dinheiro, adorna também o teu altar. Se lhe ofereces um cálice de ouro e não lhe dás um copo de água fresca: que benefício terá disso? Procuras para o altar panos bordados a ouro, e não lhe ofereces a roupa de que necessita: o que ganha com isso?… Digo isso para não proibir de honrar Cristo com tais dons, mas para exortar-te a oferecer ajuda aos pobres junto com estes dons ou melhor dar primeiro a ajuda concreta e depois os dons simbólicos… Enquanto adornas a igreja, não desprezar o irmão que se encontra em necessidade: ele é, de fato, um templo muito mais precioso do que o outro.

São João Crisóstomo, Homilia sobre o Evangelho de Mateus, 5, 3-4

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Crise Espiritualidade

Monjas de clausura ameaçadas pelas “autoridades” do Vaticano

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Crise Espiritualidade Nossa Senhora Oração

O Rosário e os Mistérios Luminosos (3): conselhos práticos

Seguindo os posts sobre os Mistérios Luminosos do Rosário, apresento agora um vídeo de Tayllor Marshall sobre como ele lida com essa questão (na verdade, temos aqui a colocação em prática dos princípios que apresentei na primeira publicação desta série):

Em resumo, para quem não entende inglês (deveria!): ele não reza os Mistérios Luminosos quando está sozinho, já que não formam o Rosário como revelado por Maria Santíssima e são mais uma novidade desnecessária que só causa divisões; se está em um grupo onde as pessoas fazem questões de rezá-los, ele acompanha o grupo sem problemas, já que tais mistérios são ortodoxos, bíblicos e criados por um santo carmelita, só não os conta para seu Rosário pessoal.

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Catequese Espiritualidade

Recusar o amor Deus é o princípio do Inferno

Reflexão de Arthur Danzi:

quoteQuando eu penso no Inferno, sempre me vem à mente a instrução de Jesus a Nicodemos:

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más. Porque todo aquele que faz o mal aborrece a luz e não vem para a luz para que as suas obras não sejam reprovadas. Mas quem pratica a verdade vem para a luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque são feitas em Deus” (Jo‬ ‭3:16-21‬).

O ponto fulcral: “E a condenação é esta: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más.” Esse trecho me impressionou tanto que eu tive de comparar diversas traduções, e todas concordam que Jesus não diz “a causa da condenação é esta” ou “a condenação se dá por isto”.

Nosso Senhor ensina que amar mais as trevas do que a luz É a própria condenação. Não é que o pecado “obrigue” a justiça divina a nos castigar, mas que o Sumo Bem não tem nada para oferecer àquele que se obstina no mal — exceto, talvez, o seu distanciamento.

Recusar o amor gratuito de Deus é o princípio do Inferno, que é um estado reversível nesta vida e irreversível no além.

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Catequese Espiritualidade

Quem reza se salva, quem não reza se condena

Por que é que, segundo o grande Doutor da Igreja Santo Afonso Maria de Ligório, “quem reza se salva” e “quem não reza se condena”? Essa frase não é um exagero? Qual a real necessidade que temos da oração?

É o que Padre Paulo Ricardo explica nesta aula, cuja transmissão original, ao vivo, foi feita no dia 1.º de agosto de 2016. Assista e transforme, seja a sua inércia, seja a sua agitação, em verdadeira vida interior!

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Catequese Espiritualidade Santos

Por que São José é considerado o “terror dos demônios”?

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Espiritualidade Nossa Senhora

Por que rezar o Rosário?

Uma explicação (em inglês) ao mesmo tempo concisa e profunda do bispo norte-americano Robert Barron sobre os motivos que nos levam a rezar o Rosário: