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Monjas de clausura ameaçadas pelas “autoridades” do Vaticano

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O Rosário e os Mistérios Luminosos (3): conselhos práticos

Seguindo os posts sobre os Mistérios Luminosos do Rosário, apresento agora um vídeo de Tayllor Marshall sobre como ele lida com essa questão (na verdade, temos aqui a colocação em prática dos princípios que apresentei na primeira publicação desta série):

Em resumo, para quem não entende inglês (deveria!): ele não reza os Mistérios Luminosos quando está sozinho, já que não formam o Rosário como revelado por Maria Santíssima e são mais uma novidade desnecessária que só causa divisões; se está em um grupo onde as pessoas fazem questões de rezá-los, ele acompanha o grupo sem problemas, já que tais mistérios são ortodoxos, bíblicos e criados por um santo carmelita, só não os conta para seu Rosário pessoal.

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Recusar o amor Deus é o princípio do Inferno

Reflexão de Arthur Danzi:

quoteQuando eu penso no Inferno, sempre me vem à mente a instrução de Jesus a Nicodemos:

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más. Porque todo aquele que faz o mal aborrece a luz e não vem para a luz para que as suas obras não sejam reprovadas. Mas quem pratica a verdade vem para a luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque são feitas em Deus” (Jo‬ ‭3:16-21‬).

O ponto fulcral: “E a condenação é esta: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más.” Esse trecho me impressionou tanto que eu tive de comparar diversas traduções, e todas concordam que Jesus não diz “a causa da condenação é esta” ou “a condenação se dá por isto”.

Nosso Senhor ensina que amar mais as trevas do que a luz É a própria condenação. Não é que o pecado “obrigue” a justiça divina a nos castigar, mas que o Sumo Bem não tem nada para oferecer àquele que se obstina no mal — exceto, talvez, o seu distanciamento.

Recusar o amor gratuito de Deus é o princípio do Inferno, que é um estado reversível nesta vida e irreversível no além.

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Quem reza se salva, quem não reza se condena

Por que é que, segundo o grande Doutor da Igreja Santo Afonso Maria de Ligório, “quem reza se salva” e “quem não reza se condena”? Essa frase não é um exagero? Qual a real necessidade que temos da oração?

É o que Padre Paulo Ricardo explica nesta aula, cuja transmissão original, ao vivo, foi feita no dia 1.º de agosto de 2016. Assista e transforme, seja a sua inércia, seja a sua agitação, em verdadeira vida interior!

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Por que São José é considerado o “terror dos demônios”?

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Por que rezar o Rosário?

Uma explicação (em inglês) ao mesmo tempo concisa e profunda do bispo norte-americano Robert Barron sobre os motivos que nos levam a rezar o Rosário:

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Da oração em geral

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Exortações para a Quaresma

Essa semana, andando pelo centro do Recife, achei um livro com exortações e discursos de um grande arcebispo da Arquidiocese de Olinda e Recife: Dom Miguel de Lima Valverde. Pretendo transcrever todos aqui neste blog, mas vou focar, pelo menos até a Semana Santa, nas exortações sobre a Quaresma.

Nascido em 1872, na Bahia, Dom Miguel foi nomeado Arcebispo de Olinda e Recife em 1922 pelo Papa Pio XI. Nessa arquidiocese criou várias paróquias em bairros com grande crescimento populacional para atender os fiéis com os sacramentos e demais necessidades espirituais. Deus o chamou para Si no dia 7 de maio de 1951.

Dom Miguel foi bispo em uma época (por mais que se possa estranhar, ela existiu meus amigos) em que os bispos se preocupavam mais com a salvação das almas do que com os cogumelos da Amazônia, a salvação do mico-leão-dourado, a preservação do macaco prego e em cultuar a pachamama em “comunhão” com o Papa.

Exortação para a Quaresma de 1929:

Saúde, paz e bênção em Nosso Senhor Jesus Cristo.

Entramos hoje no tempo quaresmal, instituído pela Igreja para expiação das culpas, purificação das consciências e preparação à grande solenidade da Páscoa.

A sagrada Liturgia, com a cerimônia empolgante e profundamente simbólica das cinzas, transporta-nos ao Éden, no momento precioso em que nossos primeiros pais, Adão e Eva, transgredindo o preceito do Senhor, ouvem a voz de Deus que lhes exprobra o crime e intima as merecidas penas. Para Adão, cabeça do gênero humano, a terra ser-lhe-á adversa, produzirá espinhos e abrolhos, dar-lhe-á o sustento a custo do trabalho, será como que amassado com o suor do seu rosto o pão que há de comer, até voltar ele à terra donde saiu, “quia pulvis es ei in pulverem reverteris”: porque é pó e em pó se há se tornar.