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As 12 promessas do Sagrado Coração

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As três quedas de Nosso Senhor

Algumas das luminosas e confortadoras palavras que Dr. Plinio Corrêa de Oliveira disse ao longo de uma conversa de domingo, em um longínquo 20 de setembro de 1970, a sócios e cooperadores da TFP brasileira e de outras entidades co-irmãs e autônomas.

Uma tentativa de transcrição pode ser lida aqui.

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Relógio da Paixão

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O tempo é agora

diabo e monges

Um demônio apareceu a três monges e disse-lhes: se eu desse a vocês poder para mudar algo do passado, o que vocês mudariam?

O primeiro deles, com grande fervor apostólico, respondeu: “Eu evitaria que você fizesse cair Adão e Eva no pecado para que a humanidade não se afastasse de Deus”.

O segundo, um homem cheio de misericórdia, disse-lhe: “Eu anteciparia sua condenação eterna”.

O terceiro deles foi o mais simples e, em vez de responder ao tentador, ajoelhou-se, fez o sinal da cruz e rezou dizendo: “Senhor, livra-me da tentação do que poderia ser e não foi”.

O demônio, dando um grito estridente e estremecendo de dor, desapareceu.

Os outros dois, surpresos, disseram-lhe: “Irmão, por que você respondeu assim?”

Ele respondeu: “Primeiro: nunca devemos dialogar com o Diabo. Segundo: ninguém no mundo tem o poder de mudar o passado. Terceiro: o interesse de Satanás não era provar a nossa virtude, mas prender-nos no passado, para que pudéssemos negligenciar o presente, o único momento em que Deus nos dá a sua graça e podemos cooperar com Ele para cumprir a sua vontade”.

De todos os demônios, aquele que mais pega os homens e os impede de serem felizes é o “O que poderia ter sido e não foi”.

O passado é deixado à Misericórdia de Deus e o futuro à sua Providência. Somente o presente está em nossas mãos. Viva o momento.

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Espiritualidade Nossa Senhora

O escapulário do carmo

Um ótimo resumo sobre o escapulário de Nossa Senhora do Carmo:

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Catequese Espiritualidade

Critérios para discernir sobre as revelações privadas

Sempre tive uma certa antipatia pelos “católicos aparicionistas”, isto é, por aqueles que levam mais em conta as revelações privadas, ou supostas revelações, que a Revelação Pública Universal, como explicada pelo Magistério. Isso é claramente um desvio. A postura de quem deixa de meditar nas Escrituras e estudar o catecismo pelas mensagens privadas, na minha experiência de vida, não constrói nada de duradouro, é uma casa com fundações na areia.

Não obstante essa visão, tenho um apreço pelas revelações recebidas por Santa Catarina de Sena e expressas no livro O Diálogo: não sou um cético, ok?!?

Assim, neste momento de obscurecimento das orientações dos pastores da Igreja, cabe a nós, como seres racionais que somos, usar os critérios já estabelecidos pelos séculos de experiência para discernir em cima de possíveis novas revelações e para colocar as antigas “no seu quadrado”. Nesse sentido, vi recentemente um vídeo que já tem mais de um ano do Diogo Rafael Moreira sobre o tema e que me parece ser bem didático e abrangente; por isso, vou postá-lo aqui (a indicação do vídeo não implica, como sempre, no assentimento sobre outros aspectos da visão eclesiológica do autor):

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Uma noite sem igual

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Espiritualidade História Liturgia Teologia

O levantamento da casula nas elevações: tocando a orla da veste de Cristo

Tradução e adaptação de um texto do Dr. Peter Kwasniewski:

Os que suportam sofrimentos e têm fé em Jesus Cristo querem ser curados por Ele de alguma forma, em algum nível. Nos Evangelhos a maneira óbvia de fazer isso era tocar o Divino Mestre ou ser tocado por Ele. Todos tinham visto que Jesus era poderoso para curar, que a cura “saía Dele” e, portanto, acotovelavam-se e empurravam-se para ver se podiam atrair Sua atenção, entrar em contato com Sua mão ou vestimenta, ou mesmo Sua sombra.