Um novo Cavalo de Troia

Todos os anos, por volta do dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, nós podemos esperar uma artimanha das feministas para fazer avançar a causa do aborto no Brasil. Não está sendo diferente desta vez. Sob o pretexto de “combater a violência contra as mulheres”, corre no Congresso Nacional um projeto de lei que, na prática, torna amplo e irrestrito o acesso ao aborto em nosso país.

A promoção dessa prática é um atentado criminoso contra o mais fundamental dos direitos humanos. Promover o aborto é promover o homicídio de vidas inocentes.

Pela preservação da democracia, estude e divulgue esta aula do Pe. Paulo Ricardo. Informe-se e preste um serviço à nação e às crianças por nascer! Continuar lendo

Em casa

Semana passada, um amigo que está estudando em Portugal recebeu a notícia do falecimento de seu avô e escreveu o seguinte texto que agora compartilho com os leitores:

Foi com surpresa que recebi a notícia:

– O seu avô está no hospital, em estado grave.

Foi um choque. Como seria possível, assim, de uma hora pra outra? Logo me pus de joelhos, chorando, a rezar a velha oração aprendida da minha avó, nas noites da infância:

Ave Maria, cheia de graça…

E assim que pude, corri ao hospital.

A cena era arrasadora. Vi a angústia nos olhos da minha avó; o cansaço no rosto da minha mãe. E ele, desacordado, cheio de tubos, agulhas, fios, agonizando. Contrariando as regras, cheguei junto ao leito, acarinhei a sua cabeça e lhe disse ao ouvido: “Força, vô, eu estou aqui. Que Deus o proteja”. Continuar lendo

Imbecilidade da semana

Hoje no Jornal do Commercio (Recife) li a seguinte colocação do coordenador de medicina fetal do Centro Integrado Amaury de Medeiros (CISAM – que também poderíamos chamar de Cabeças Inocentes Monstruosamente Amputadas, dado o fato de lá se realizarem “abortos legais” desde a década passada):

O termo seria interrupção prematura da gravidez [nota: não pode ser aborto porque em geral o diagnóstico intraútero da microcefalia é tardio, dado geralmente após 30ª semana]. Nesse caso, o bebê vai nascer vivo. E quem vai decidir se ele continuará vivo ou não?

(…)

Não acho certo ou errado a mãe querer interromper a gestação de um bebê com microcefalia. A partir do momento em que o assunto se torna institucional, é importante pensar em todas as etapas, que a gestação será interrompida, mas as crianças vão nascer vivas.

Oi?????????? Então se afirma que as crianças vão nascer vivas e que, portanto, poderão ser mortas fora do útero, mas isso não é certo ou errado, é apenas um procedimento burocrático? Mengele deve estar controlando telepaticamente os “doutores” lá do inferno onde recebe por toda a eternidade a paga da sua atuação na medicina.

Ver é tudo de bom

SimplestThingsSexta-feira passada eu estava fazendo compras numa papelaria e encontrei um senhor conhecido meu da Sociedade de São Vicente de Paulo que estava na companhia de uma amiga, também idosa. Eles passaram a conversar enquanto esperávamos na fila do caixa, e aí eu ouvi o seguinte diálogo que me deu uma boa lição a ser sempre rememorada:

– Dona Maria, você foi ao médico?

– Fui sim. Mas não estou com catarata não.

– Que bom.

– Se é. Minha irmã teve de esperar ela cobrir o olho todo para fazer a operação. Ficou cega um tempo.

– Parece que hoje em dia não precisa disso não.

– Não sei… mas ver é tudo de bom. É o melhor que existe.

– É sim.

– E andar também… é uma alegria andar.

Aí ela olhou para mim é disse:

– Ver e andar é tão bom, né? É o que há de melhor.

Só pude balançar a cabeça concordando e pensei em como, às vezes, reclamo da vida sem o menor motivo sério, esquecendo de valorizar as coisas simples de que só sentimos a falta quando não as temos mais.

Matrimônio com Missa gregoriana na Diocese de Uberlândia

Fotos do matrimônio do confrade Carlos Ribeiro seguido de Missa segundo o Missal de 62 na Catedral Santa Terezinha, Diocese de Uberlândia:

Casamento Carlos 1Pe. Leles celebra a Missa gregoriana desde o Advento de 2012, mas ainda não havia celebrado outro sacramento no rito antigo.

Casamento Carlos 2Casamento Carlos 3Casamento Carlos 4Era 21 de Setembro: São Mateus, Apóstolo e Evangelista.

Casamento Carlos 5Casamento Carlos 6Folheto litúrgico do casamento

Por que esse dia é diferente dos outros?

Texto do confrade Karlos Guedes:

tiaO dia amanheceu nublado. Parecia que as trevas da noite não queriam se romper com o raiar do sol…

Mas por quê? Por que hoje foi diferente? Hoje, como todos os dias, a Terra está presa ao Sol; as coisas são atraídas para baixo; as estrelas não caíram da abóbada celeste; pessoas se magoam, se alegram, nascem, morrem…

Sim, a morte! Infelizmente para os que ficam. Feliz para quem se vai, pois é assim que se chega à vida eterna.

E hoje, nosso Senhor chamou para seu refrigério a minha Titi… Soube quando acabara de acordar e estava me arrumando para dar aula.

Ela que, com certeza, é uma das pessoas que mais me ama.

Ela que ajudou na minha criação.

Ela que, o mais importante, me ajudou na minha formação religiosa!

Sou católico por causa de muitas pessoas, mas certamente ela é uma das mais culpadas! Quantas vezes não me levou à Missa mesmo cansada dos afazeres domésticos, só porque eu pedi para “que essa vontade que ele tem de ir à igreja não esvaneça”.

A ela eu chamava de terceira mãe. Sim mãe não da carne, mas da fé!

Sofreu pela doença; mas que seria curada antes do Natal! Outro fator a levou.

Que seus sofrimentos tenham lhe servido de satisfação pelas penas dos pecados, Titi. Que esteja no paraíso, como o senhor diácono rezou: “Que os Anjos te levem e os mártires acorram ao teu encontro e te conduzam  à cidade santa. Que o coro dos Anjos te preste homenagem”.

São José, patrono da boa morte, rogai por ela e agradecemos a ti por tê-la feito passar a páscoa durante o sono.

Tão repentina a morte que não a visitei ontem, como pretendia; tampouco chamei um padre para aplicar-lhe os últimos Sacramentos. Deus me perdoe a displicência!

Interceda por nós aqui na Terra, Titi, principalmente por sua irmã, minha avó, para que tenhamos fé e não desvaneçamos agora.

Para nós que ficamos nos resta o consolo da Santa Religião que nos dá a esperança da ressurreição: “Aqueles, contristados pela certeza da morte, sintam-se consolados com a promessa da futura imortalidade. Para os vossos fiéis, Senhor, a vida é transformada, não tirada; e, destruída a morada desta habitação terrestre, está preparada uma habitação eterna nos céus” (cf. Prefácio dos Defuntos).

Resquiescat in pace.