“O homem precede o Estado” (Papa Leão XIII): Um Estado que destrói o trabalho está destruindo o primeiro instinto do homem: a auto-preservação.

O post original foi publicado no Rorate Coeli

Em tempos nos quais os governos estão destruindo violentamente os empregos de um modo nunca visto na história da humanidade (com as melhores das intenções, como sempre…) é urgente relembrar as lições do Papa Leão XIII sobre a absoluta necessidade do trabalho para a preservação da vida humana – e o dever do Estado de não impedir que o homem persiga “o direito de prover a subsistência do próprio corpo”.

De fato, como é fácil compreender, a razão intrínseca do trabalho empreendido por quem exerce uma arte lucrativa, o fim imediato visado pelo trabalhador, é conquistar um bem que possuirá como próprio e como pertencendo-lhe; porque, se põe à disposição de outrem as suas forças e a sua indústria, não é, evidentemente, por outro motivo senão para conseguir com que possa prover à sua sustentação e às necessidades da vida, e espera do seu trabalho, não só o direito ao salário, mas ainda um direito estrito e rigoroso para usar dele como entender. Portanto, se, reduzindo as suas despesas, chegou a fazer algumas economias, e se, para assegurar a sua conservação, as emprega, por exemplo, num campo, torna-se evidente que esse campo não é outra coisa senão o salário transformado: o terreno assim adquirido será propriedade do artista com o mesmo título que a remuneração do seu trabalho. Mas, quem não vê que é precisamente nisso que consiste o direito da propriedade mobiliária e imobiliária? Assim, esta conversão da propriedade particular em propriedade coletiva, tão preconizada pelo socialismo, não teria outro efeito senão tornar a situação dos operários mais precária, retirando-lhes a livre disposição do seu salário e roubando-lhes, por isso mesmo, toda a esperança e toda a possibilidade de engrandecerem o seu patrimônio e melhorarem a sua situação.
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Uma reflexão sobre o número de filhos

Neste vídeo, o Conde reflete sobre a postura que o casal católico deve ter em relação ao número de filhos. Ele confronta a vida moderna com as exigências da doutrina católica, e, sem abrir mão dos princípios basilares da fé, aplica o planejamento familiar natural; esse é o caminho certo para se refletir sobre moral, pois o mero automatismo na aplicação de regras ou o esquecimento das exigências que Cristo nos faz, são formas de se propagar o erro e a falta de caridade. Como essa filmagem foi realizada durante uma semana em que ele se envolveu em polêmicas com parte do “mundo tradicionalista”, um ou outro eco dessas discussões aparece, mas peço que se faça um esforço de abstração, pois obviamente posto o vídeo sem concordar com a maneira como seu autor se posiciona frente à resistência à crise pós-conciliar.

A mão invisível que destrói as famílias

Os casamentos mal começam e já terminam. Os pais descuidam completamente da educação de seus filhos. Os irmãos vivem em pé de guerra dentro de casa. Os filhos já não querem saber mais de seus pais.

O que está acontecendo? Por que as famílias não estão mais dando certo? De quem é essa “mão invisível” que destrói os nossos lares?

Qual é a missão de um pai?

A São José coube a nobre e exigente tarefa de ser o pai adotivo do Filho de Deus.

Olhando para a sua identidade espiritual e missão diante de Deus, Padre Paulo Ricardo mostra, nesta aula, como os homens podem viver plenamente a sua paternidade no mundo de hoje.