O politicamente correto faz uma nova vítima: o Bacamarte

Nota

Lendo hoje um artigo de José Teles no Jornal do Commercio de Recife sobre o relançamento de dois clássicos da história local (Arruar – História pitoresca do Recife antigo e Bacamarte, Pólvora e Povo), fiquei sabendo que um dos maiores mestres bacarmarteiros vivos. Lenilson Ferreira da Silva, chegou a ser preso em 2009, sobre a alegação de ser “fabricante de arma de fogo”. Esse é mais um exemplo de como o tal Estatuto de Desarmamento perfaz uma norma  estranha à realidade e ao ethos nacional, configurando mais um exemplo fadado ao fracasso da ideia de que a “redenção” virá pelo Estado. Para certos agentes da polícia o velho bacamarte da Guerra do Paraguai, que só recebe pólvora hoje em dia, deve ter o mesmo poder de fogo de um AR-15:

Censura de fogo “amigo”

Nota

Infelizmente não me surpreendi com exclusão do canal do Conde, que teve tantos vídeos publicados aqui, pelo YouTube. Já era uma coisa esperada, dado o sistema automatizado do Google; tive uma quase experiência disso, anos atrás, quando este site estava no Blogger, ao ser “denunciado” em massa por uma corja de pessoas filiados a uma “seita de ateus”: a ATEA. Pensava, já há algum tempo, que ele passaria por isso e talvez seu trabalho se perdesse.

Mas me surpreendi com o fato das denúncias provavelmente terem vido da “nova direita”, insuportavelmente reacionária, olavética e “judaico-cristã”. Eu era de direita quando quase ninguém mais o era, e achava que seria um paraíso uma reviravolta no quadro cultural-político, mas parece que subestimei a burrice e o espírito de rebanho das pessoas.

Vejam aqui o relato do Conde (que já está com um novo canal no Glória TV):

Obviamente, a censura politicamente correta de viés esquerdopata não morreu e prepara novas investidas, como podemos ouvir nesse podcast:

Um mal chamado suicídio

Antigamente, para nós brasileiros, o mal do suicídio era uma realidade que aparecia somente nas estatísticas dos países de primeiro mundo, como a Suécia ou o Japão. Mas, nos últimos tempos, o suicídio tem se apresentado como uma realidade assustadoramente próxima de nossa sociedade.

Quais transformações sociais e institucionais estariam nas raízes deste mal? Que atitudes e decisões espirituais poderiam exorcizar este espectro que ronda as nossas famílias?

Politicamente correto na cinofilia: sinal de uma praga totalitária

A doença do intelecto chamada “politicamente correto” se espalhou pouco a pouco por quase todos os aspectos da vida nacional. De modo mais brando, ela transforma as pessoas num bando de chatos, que se censuram e censuram os outros o tempo todo; contudo, no fim das contas, o que se concretiza perigosamente no “politicamente correto” é um feixe de ideias esquerdistas com aparência de relativistas mas que, na sua contradição interna, são totalitárias.

Geralmente, quem tem minha visão de mundo fica incomodado com o que esse mal causa nos campos político ou social, mas, vez ou outra, segundo as preferências pessoais, ele é notado em outras coisas. Assim, como dono de cachorros de guarda, anos atrás, numa comunidade dedicada a raças brasileiras no saudoso Orkut, chamou minha atenção uma resposta de Pedro Ribeiro Dantas, grande cinófilo brasileiro, criador da raça dogue brasileiro (também conhecida como bull boxer), que foi a seguinte: Continuar lendo

Instituições que nos salvam

Neste tempo de Quaresma estamos refletindo constantemente a respeito de nosso caminho de conversão. Um instrumento valioso no caminho da virtude são as boas instituições. Valioso, mas esquecido…

O que são “instituições”? Será que elas são realmente necessárias? Por que não devemos desprezar as instituições boas?

Nesta aula, Padre Paulo Ricardo nos transmite uma reflexão sobre a importância de a Igreja ter transformado a história do Ocidente gerando e renovando as instituições.