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O que é a Nova Ordem Mundial?

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Guardem a Missa de Sempre

Missa em honra à Nossa Senhora do Carmo rezada na Igreja de Nossa Senhora da Conceição dos Militares, em Recife, no dia 16/07/2021.

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O gênero neutro na língua portuguesa

Trechos de um ótimo texto sobre o gênero na língua portuguesa e a polêmica em torno dele suscitada pelos divulgadores da ideologia de gênero:

Segundo pesquisadores da área, usar o gênero masculino para se referir a um grupo de pessoas, homens e mulheres, não é uma forma de preconceito. A origem desse uso estaria no latim – que lançou as bases da língua portuguesa e de outras línguas latinas, como o francês e o espanhol.

Assim, se o que é visto como gênero masculino, na verdade é um gênero neutro, não há prevalência do masculino nos discursos – o ponto que seria criticado ao sugerir a substituição de “o” por “x”, por exemplo. O único gênero que recebe marcação na língua portuguesa é o feminino.

É isso que aponta o linguista Joaquim Mattoso Câmara Jr., em pesquisas sobre linguagem desenvolvidas desde a década de 1940. No artigo “Considerações sobre o gênero em português”, um dos principais trabalhos produzidos no Brasil sobre o tema, o linguista explica que o gênero feminino é, em português, uma particularização do masculino. Essa particularização é feita pela terminação “a”, que é diferente da terminação neutra “o”.

 Recentemente o pesquisador e professor da Unicamp Sirio Posseti destacou que a única marcação de gênero é o feminino. “Os nomes [substantivos] com marca de gênero, em português, coincidem exatamente com os que estamos acostumados a considerar femininos. Os outros casos, todos, seriam considerados sem gênero (inclusive os nomes considerados masculinos)”, diz.

“É por isso que dizemos ‘o circo tem dez leões’ mesmo que tenha cinco leões e cinco leoas, mas não dizemos, no mesmo caso, que tem dez leoas. Também é por isso que se pode dizer que ‘todos nascem iguais em direitos…’, o que inclui as mulheres, mas não se incluiriam os homens se a forma fosse ‘todas nascem iguais em direitos…’.”, explica Posseti.

Essa regra, chamada por pesquisadores da área de “masculino genérico”, surge nas origens da língua portuguesa. No latim, as palavras podiam receber três marcações de gênero: feminino, masculino e neutro – este último com a terminação “u”. Na transição do latim para o português, a semelhança entre masculino e neutro fez com que ambas as categorias fossem resumidas em uma só, que hoje entendemos como masculino.

Esse tipo de falta de conhecimento somada à loucura é que está na base de cenas constrangedoras como a seguinte:

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A importância do conhecimento e da fé numa nação

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Há um plano?

Novo vídeo do Dr. Taylor Marshall, agora no Gab, tratando da chegada de Biden ao poder à luz da liturgia de ontem (20/01) no rito gregoriano (clique na foto):

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Por que os jovens querem a Tradição?

Brian Holdsworth acaba de postar outro vídeo excelente sobre o motivo das formas tradicionais de culto serem tão atraentes para os jovens e por que as tentativas de se “relacionar” com eles na liturgia imitando as formas da cultura popular inevitavelmente falham.

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Defesa da cruz no Vale dos Caídos

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Nova cruzada na Polônia

Reportagem do canal americano ABC sobre a maneira como o cenário político na Polônia está sendo alterado a partir da militância de católicos conservadores e nacionalistas. Obviamente, a intenção da matéria era associar esse movimento a grupos fascistas, sem dar destaque às necessárias diferenciações, mas o resultado, pelo menos para mim, acabou sendo inspirador. Vemos homens da Igreja, na base e nos altos cargos, comprometidos com a Fé, com a herança de seus antepassados e com o reinado social de Nosso Senhor Jesus Cristo. Será que os brasileiros não podem aprender com eles?