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Liturgia Nossa Senhora

Lições alternativas para as Matinas

Como expliquei na história do Ofício Parvo, existiam institutos religiosos nos quais a oração em comum era exatamente essa forma de Ofício Divino e, desse modo, com o passar do tempo uma maior variação se tornou um pedido comum, na perspectiva de se viver de modo mais aprofundado o ano litúrgico. Levando isso em conta, em 1955, a Congregação para os Religiosos solicitou aos monges beneditinos da Abadia de Em Calcat em Dourgne, França, a preparação de uma versão que satisfizesse quem pedia mais variação; assim, os monges lançaram em 1958 sua edição em latim/francês do Ofício de Nossa Senhora.

Entre outras coisas, essa versão substituía as lições fixas das Matinas por uma lição própria para cada dia do ano! Embora eu julgue a versão legada pela tradição como ideal para o dia-a-dia do leigo, essa variação nas lições, muito bem escolhidas por sinal, me parece um acréscimo bem vindo e que possui todas as aprovações eclesiásticas de um tempo em que isso significava ortodoxia.

Tenho um exemplar dessa forma de Ofício que foi publicada no Brasil em dois volumes (um deles é só com as lições) em 1965, com o nome de Ofício Marial, e, procurando incentivar a reza do Ofício Parvo, vou, vez ou outra, trazer uma dessas leituras para compartilhar.

Primeiro, as aprovações eclesiásticas:

Com o passar do tempo, acrescentarei os posts publicados neste índice.

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