Meninos, eu vi… (3): somos todos babacas

Para quem achou que era falta de caridade publicar os posts anteriores dessa série (percebam que minhas críticas são objetivas e que omiti o nome do padre e sua paróquia):


 

Um sacerdote dizer que a maneira multissecular com a qual a Igreja demonstrou sua crença na Presença Real é artificial e babaca é o bastante para se admitir que não houve nenhum Pentecostes pós-conciliar.  Só não admite isso quem se faz de cego! Imaginem como reagiriam os grandes santos da ordem dele, a Carmelita; o que São João da Cruz ou Santa Teresinha diriam disso?

Uma resposta em “Meninos, eu vi… (3): somos todos babacas

  1. Talvez ele creia que iluminação teatral ou papel de consultora Jequiti certamente não é artificialidade ou babaquice.

    Quanto a santa Teresinha, me lembro do que me disse D. José Cardoso “Santa Zélia implorava a Deus por um filho homem para ser sacerdote. Veio Teresinha que, cá entre nós – e me dando um tapinha no ombro – é mais padre que muito padre que tem por aí!”.

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