Meninos, eu vi… (2): spray celeste

Embora eu tenha sido acólito na minha paróquia durante 24 anos (quase 1/4 de século), até descobrirem que “estou velho e fico ridículo de túnica”, e embora tenha sido o primeiro acólito da retomada das missas no rito gregoriano em minha cidade, no “tempo das catacumbas”, nunca fui e nunca gostei da “pastoral dos panos”, isto é, do tipo de frescura que, por exemplo, coloca elementos externos da liturgia em primeiro plano se esquecendo da caridade. Contudo, uma coisa é você navegar com austeridade dentro da tradição litúrgica a que está vinculado, outra, bem diferente, é querer inventar a roda e se submeter a simbologias superficialmente contingentes. Assim, o mesmo carmelita do post anterior, apresenta no vídeo abaixo uma Missa com “clima” (luz e música) e o ridículo “incenso em spray” (podendo usar o turíbulo de verdade, ao lado):

Enquanto isso no Céu (Apocalipse VIII, 3-4):

Uma resposta em “Meninos, eu vi… (2): spray celeste

  1. Há padres que se julgam apresentadores de um espetáculo em que ELES são as estrelas.

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