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Espiritualidade Santos

A paixão do Padre Pio de Pietrelcina

“Completo, na minha carne, o que falta aos sofrimentos de Cristo” (Cl I, 24). Isso, que São Paulo escrevia há dois mil anos, tornou-se particularmente notável na vida e no sacerdócio de um grande místico do século XX: São Pio de Pietrelcina.

Às vésperas da celebração de sua memória, o Pe. Paulo Ricardo oferece-nos uma meditação mais do que especial sobre a paixão e o sacrifício do “frade dos estigmas”.

Por que o Padre Pio sofreu tanto? O que a sua via crucis tem a ensinar aos homens de hoje? Aprendamos com o Padre Pio a imitar a Paixão de Nosso Senhor e colher frutos abundantes para a vida espiritual!!

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Espiritualidade

A vida de São Felipe Neri

Na semana em que a Igreja celebra os 500 anos do nascimento de São Felipe Neri, recordamos a vida e as virtudes desse grande sacerdote. Felipe, o “santo da alegria”, “preferiu o Paraíso” e o amor de Deus às honras e glórias deste mundo.

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Espiritualidade Família

Crise econômica e vida espiritual

Desemprego, arrocho salarial, inflação, carga tributária sufocante… Se você está sofrendo com a atual crise econômica, saiba, neste vídeo do Pe. Paulo Ricardo, como enfrentar espiritualmente estas dificuldades. Saiba como transformar este momento difícil numa oportunidade maravilhosa de sua família crescer espiritualmente.

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Espiritualidade

A essencial pequenez

Texto do Professor José Luiz Delgado (Jornal do Commercio, Recife, 14 de abril de 2015):

Ninguém, sobre o homem, terá feito melhor ideia do que os astronautas que foram ao espaço e viram a Terra de muitíssimo longe. Entristeceram-se com a imensidão absolutamente negra, deslumbrando-se com a quantidade estúpida de luzeiros na escuridão do céu, e mal conseguiram ver nosso planeta. Se tivessem ido mais longe, não teriam conseguido perceber a bolinha azul, insignificante, irrisória, ridícula, desprezível – a morada do homem. Da Lua, daquela espantosa distância, quem suporia sequer que, na nossa bolinha, acontece uma inacreditável maravilha, a vida, e alguns seres banalmente minúsculos, andando sobre duas pernas, questionam-se a si mesmos e questionam o universo inteiro? Muito menos suporia que esses seres diminutos vivem se digladiando em disputas de toda sorte, julgando-se muito importantes.

Se a Terra é pequenina vista do espaço, o homem é ridiculamente pequeno. E passamos a existência completamente indiferentes a essa tremenda insignificância. Inconscientes de nossa essencial pequenez. Por isso, dada essa pequenez substancial, são tão ridículas as vaidades bestas, as manias de grandeza, as arrogâncias, as prepotências, as soberbas, os personagens demasiadamente graves e pretensiosos, os tolos que – porque milionários ou porque poderosos ou porque em plena vitalidade ou por um qualquer outro pretexto – fazem ideia muito elevada de si, imaginam-se gigantes ou imortais.

E, se tudo, em nós, é tão minúsculo, não será, talvez, que nossos pecados sejam, também, igualmente pequeninos? Não serão – quantos deles? a imensa maioria? – apenas pecados de nossas debilidades, pecados de fraqueza, muito mais do que de maldade, pecados da nossa natureza ferida, machucada, marcada pela matéria e pela carne (que é fraca)? Somos frágeis e vulneráveis. Somos, em toda a criação, o único ser dividido e misto – meio espírito e meio matéria, ora anjo ora demônio.

Somos todos pequeninos pecadores humilhados. Humilhados pela consciência das próprias quedas. E bastará isso – a humilhação que a dor do pecado traz, o coração contrito e arrependido (mesmo que vá depois incorrer nas mesmas faltas) – para a infinita misericórdia daquele que sabe o que há no intimo do homem, nos acolher. Só um pecado não há de ser perdoado: o da rejeição completa, voluntária, exterior e interior, consciente, cabal, do Criador.

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Espiritualidade

Ano Santo da Misericórdia

Neste ano de 2015, o Santo Padre, o Papa Francisco, convocou um Jubileu Extraordinário para toda a Igreja, com o lema: “Sede misericordiosos, como o vosso Pai é misericordioso”. Qual a intenção do Sumo Pontífice com esse Ano Santo? O que a doutrina da Igreja tem a oferecer sobre o tema da misericórdia? De que modo concreto os fiéis podem entrar em contato com a misericórdia de Deus?

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Espiritualidade Santos

O glorioso São José

Nos últimos séculos, a religiosidade popular e o ensinamento dos Papas têm reconhecido cada vez mais a importância de São José na vida da Igreja. Como podemos explicar este fenômeno?

Mais do que simples entusiasmo, a piedade cristã precisa ser alimentada pela verdades da fé. O que dizem as Sagradas Escrituras, os santos, a teologia e o magistério a respeito de São José?

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Espiritualidade

Oração do Anjo da Paz

Recebi a seguinte pergunta do leitor Lúcio:

Thiago, qual o teor correto da oração que o Anjo da Paz ensinou aos pastorinhos em Fátima? Já vi mais de uma versão dela e por isso a pergunta.

Lúcio, nas fontes em que pesquisei (livros da antiga TFP) a oração ensinada pelo anjo aos pastorinhos em 1916 é a seguinte:

anjo da paz

Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-Vos, peço-Vos perdão pelos que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam. Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo, adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos méritos infinitos do seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.

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Espiritualidade

A solidão não é um inimigo

Por alguma questão ocidental, fomos levados a achar que a solidão é um inimigo. Estamos a todo custo, tentando não estar só. Assim, perdemos uma grande oportunidade: o diálogo interno, a reflexão, a investigação de nós mesmos.

– Ricardo Darín (no programa Sangue Latino, do Canal Brasil

É interessante como um ator que não sei se é católico ou não, percebeu essa verdade universalmente afirmada pelos grandes mestres espirituais. Meu único senão à colocação dele é que considero um equívoco dizer que essa impressão sobre a solidão é um produto do Ocidente, ela é, isso sim, uma das consequências do espírito de rebanho que marca nossa cultura desde a Revolução Francesa, ou seja, precisamente do que é antiocidental.