Politicamente correto na cinofilia: sinal de uma praga totalitária

A doença do intelecto chamada “politicamente correto” se espalhou pouco a pouco por quase todos os aspectos da vida nacional. De modo mais brando, ela transforma as pessoas num bando de chatos, que se censuram e censuram os outros o tempo todo; contudo, no fim das contas, o que se concretiza perigosamente no “politicamente correto” é um feixe de ideias esquerdistas com aparência de relativistas mas que, na sua contradição interna, são totalitárias.

Geralmente, quem tem minha visão de mundo fica incomodado com o que esse mal causa nos campos político ou social, mas, vez ou outra, segundo as preferências pessoais, ele é notado em outras coisas. Assim, como dono de cachorros de guarda, anos atrás, numa comunidade dedicada a raças brasileiras no saudoso Orkut, chamou minha atenção uma resposta de Pedro Ribeiro Dantas, grande cinófilo brasileiro, criador da raça dogue brasileiro (também conhecida como bull boxer), que foi a seguinte:

Thiago,

Não pretendemos mais satisfazer as exigências da FCI nem o reconhecimento desta. A entidade entrou na onda da “pacificação da cinofilia”, uma aberração que pretende amansar os cães de guarda civil, admitindo apenas cães esportivos ou de companhia.

Andaram metendo o bedelho no padrão do fila para retirar a expressão “ojeriza a estranhos” e no padrão do afrikan boerboel. Longe desse pessoal que está na onda da Nova Ordem Mundial, que inclui o desarmamento, a pregação de extinção de raças e a abominação das artes marciais. Querem apressar a era de Aquarius desarmando cidadãos honestos e deixando os bandidos armados e criando um novo modelo de homem sem masculinidade. A desestabilização da moral, da família e o maior poder do Estado sob os cidadãos estão também na ordem do dia. Seria bom se fosse viagem. Mas, infelizmente, não é.

Há algum tempo atrás, via-se lutas de boxe pela Globo. Hoje, a TV não as mostra. UFC nem pensar. A emissora apoiou o desarmamento, sempre que pode mostra-se a favor da proibição do pit bull, etc. Ela é apenas um dos tentáculos dessa organização que se infiltra por todo o Ocidente, além de várias partes do Oriente, como o Japão.

Buscar reconhecimento da FCI é compactuar com tudo isso nos dias atuais. Vamos resistir e lutar para virar o jogo. Para que não haja resistência a ela, a Nova Ordem nega sua própria existência ou promove ela mesma acusações exageradas sobre ela, coisas como os iluminates, para parecer fantasioso. Mas, ela existe, sim. Suas razões são obscuras. Provavelmente, puramente ideológicas.

Será que os movimentos pró desarmamento e pró proibição de raças em TODO O MUNDO são mera coincidência? Não, infelizmente, não. Por trás de tudo, há a UNESCO, que, hoje, é dominada por pessoas comprometidas com a Nova Ordem. A FCI acompanha esta tendência com toda a certeza. Sei disso por informações obtidas junto aos altos escalões da CBKC.

Fazendo eco a essa resposta, Jairo Teixeira, um dos mais destacados adestradores brasileiros e mantenedor do site Bandog Brasil, lançou um vídeo no fim do mês passado que põe os “pingos nos is”, pois mostra onde tudo isso começa e onde vai parar. Ele deixa claro que o que ocorre no campo da criação de cães, ou de animais em geral, é um gravíssimo sinal do tipo de interferência que os propugnadores do “politicamento correto” querem efetivar na vida das pessoas (em tempo: não concordo com o que ele fala sobre o corte de caudas e orelhas):

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