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Vamos à guerra?

Análise linha a linha do Motu Impróprio Traditiones Custodes feita por Dr. Peter Kwasniewksi e Cameron O’Hearn:

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O Missal é a ação ritual no tempo

Texto de Joathas Bello publicado originalmente no Facebook, que vem muito a calhar nos dias em que vivemos, nos quais restrições à celebração da Missa no rito romano tradicional são novamente cogitadas pelas autoridades eclesiais, perfazendo um novo capítulo nos abusos de autoridade que se seguiram à má recepção do Vaticano I:

Um Rito é uma “ação”, por isso o Missal só foi codificado depois de séculos de ação experimentada, provada, ratificada.

O Missal é o resultado da ação ritual dos tempos, não o seu princípio.

Ao longo dos tempos, foi se desenvolvendo, nas distintas tradições rituais ocidentais e orientais de origem apostólica, aquilo que corresponde à atualização da ação ritual originária (o que estava incoativamente na Última Ceia), através da piedade concreta dos papas, dos bispos e sacerdotes santos, da assunção prático-ritual do desenvolvimento do dogma eucarístico, das interseções reais de tradições a princípio distintas (romana x galicana), e também vão se incrustando elementos deformados, que devem ser purificados e excluídos.

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Instrução sobre a Música Sacra e a Sagrada Liturgia

Durante muitos anos soube da existência desse documento, e de fato já o tinha lido em inglês, mas achava que ele nunca tinha tido uma tradução em português; recentemente tomei conhecimento de uma edição da Vozes que foi digitalizada pelo Alexandria Católica e agora compartilho o arquivo com os leitores:

Lembro que esse documento é normativo para todos os que celebram no rito romano tradicional e estão em comunhão com a Santa Sé, mas ele também é levado em contra por sedevacantistas que não se atrevem a rejeitar as reformas de Pio XII, como virou modinha em certos círculos tradromânticos.

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Notas sobre a Reforma Litúrgica

Aula do Prof. André Melo, da Flos Carmeli (cisma da Montfort):

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Domingo de Ramos 2021

Uma ajuda para quem está em quarentena (acompanhem com o missal nas mãos):

Aqui seguem comentários, compilados pelo confrade Eduardo do site Obras Católicas, sobre a liturgia de hoje:

Como essa obra foi escrita antes da reforma de Pio XII em 1955, algumas coisas foram suprimidas, mas mesmo assim as explicações ajudarão a elevar a piedade e ajudarão a meditar os sofrimentos da Paixão do Senhor.

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I e II Vésperas

Pergunta mandada por um leitor:

O que são a I e a II Vésperas no Ofício?

Algumas festas são de uma solenidade tão elevada que já principiam com as Vésperas do dia precedente, tendo, portanto uma no seu dia e uma no anterior. As Vésperas do dia precedente chamam-se primeiras, as do próprio dia segundas. Por exemplo, o dia de Páscoa principia com as Vésperas do Sábado de Aleluia, que são as primeiras Vésperas do dia de Páscoa; as que se rezam no Domingo de Páscoa são as segundas.

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Ordo Litúrgico 2021 com próprio do Brasil

A Editora Realeza  anunciou o pré-lançamento (façam suas encomendas o quanto antes!) da versão completa do Ordo anual que publicamos aqui no site. Essa versão, impressa, é muito superior. Vamos a uma descrição detalhada:

O nosso Ordo dispõe das instruções para quais Missas os padres devem se servir durante todos os dia do ano, com o próprio do Brasil. Esses dias vêm indicados e não negligenciamos a celebração ordinária.

Cada dia vem com a classe, as partes próprias (se houver), rubricas próprias (se houver), e a omissão do santo do dia (se houver). Além disso, está indicado a permissão para missas votivas e de réquiem.

Dentro do corpo principal, há também pequenas explicações sobre cada tempo litúrgico (Advento, Natal, Epifania, depois da Epifania, Septuagésima, Quaresma, Paixão, Páscoa, Ascensão, Pentecostes e depois de Pentecostes) e suas rubricas gerais.

Antes do corpo principal, há o calendário próprio do Brasil, segundo concessão da Sagrada Congregação dos Ritos em dezembro de 1962. Soma-se a isso algumas explicações gerais de interesse do sacerdote, como a aplicação da Missa, as diferentes classes da Missa de defuntos etc.

Ao fim da obra, tem-se o Anúncio das festas móveis com o texto presente no Laudes festivæ de 1940, os prefácios galicanos e os recentemente aprovados no decreto de 2020 da Congregação para a Doutrina da Fé.

Como suplemento, a organização do Domingo de Ramos e do Tríduo Sacro segundo as rubricas de São Pio X.

Finalmente, para os padres da Arquidiocese de Olinda e Recife, há o próprio local.

Como todos podem notar, esse Ordo atende com excelência às necessidades das comunidades ligadas ao rito romano tradicional, agindo como um guia prático para o sacerdote e abrangendo todas as variações possíveis na realidade brasileira.

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Transformação

Transformação de um “altar” moderno num altar tradicional em 15 minutos (a velocidade do vídeo foi acelerada para que tudo seja visto em 5 minutos) por padres e fiéis da FSSP na França: