Autor: Thiago
Brasileiro nos costumes, trabalhista na economia, lusotropicalista na religião 😉
Tradução e adaptação de um artigo publicado originalmente no site One Peter 5:

A reação às revelações do arcebispo Viganò – pelo menos nos Estados Unidos – deve nos dar uma certeza: ainda há bispos da fé ortodoxa que respeitam os direitos humanos e a justiça divina. Além disso, apesar das más notícias quase diárias de Roma, encontramos dioceses em que as vocações estão em ascensão; até encontramos algumas comunidades religiosas tradicionais florescendo. Depois de décadas de amnésia, a música sacra está voltando às catedrais e paróquias. Boas notícias não faltam se procurarmos.
No entanto, também encontramos um problema já de longa data que retarda o ritmo de uma genuína reforma e renovação da Igreja: a predominância do neoconservadorismo entre os bispos, padres e fiéis.
O Purgatório e a Santidade
Nos tempos atuais não faltam os teólogos da moda que negam a existência do Purgatório. “Foi uma invenção medieval”, dizem. Mas não é difícil perceber que, ao negar explicitamente o Purgatório, tais teólogos negam também a existência da verdadeira santidade ainda aqui neste mundo.
Neste vídeo do Pe. Paulo Ricardo, descubra por que a “engenharia da santidade” exige um “Purgatório”, aqui nesta vida, ou… na outra.
Bolsonaro, os católicos e a maçonaria
O Conde comenta sobre a opinião de alguns católicos, que se recusam a apoiar Bolsonaro, por conta de ativistas conservadores maçons que giram em torno do candidato.
A salvação não é uma “graça barata”, mas custa o preço do sangue de Cristo na cruz. No Evangelho deste domingo, vemos Jesus falar sobre sua paixão mais uma vez. E mais uma vez os discípulos parecem não entender o que diz o Senhor, chegando ao ponto de disputarem um lugar privilegiado no Céu.
Nesta meditação, Padre Paulo Ricardo mostra-nos como essa “ignorância” dos Apóstolos também está presente em nossos corações, e indica-nos o caminho para que Jesus seja o verdadeiro soberano de nossas almas.
Curso para Leitores – Vicariato Soledade

Farra da bolsa-ditadura
Segundo li na coluna de Cláudio Humberto, a Comissão da Anistia, do Ministério da Justiça, pagou entre 2002 e 2017 indenizações de R$ 14 bilhões a supostas vítimas do regime militar. Até julho, último balanço disponível, o ataque ao Erário beneficiou 39.230 “perseguidos”. Na comissão, com forte presença de petistas, a onda agora é dar “bolsa-ditadura” a quem participou de greve antes da Constituição de 1988 e que, depois de sua promulgação, perdeu o emprego por qualquer motivo. É só alegar “perseguição”. Só na semana passada foram mais de trezentos processos de “perseguidos” em duas turmas da Comissão de Anistia. Perseguido de verdade, o audoso Millôr Fernandes não perdoou: “Então eles não estavam fazendo uma rebelião, mas um investimento”. Militante do PCdoB ganhou uma bolada por “traumas” decorrentes da Guerrilha do Araguaia, que acabou 4 anos antes de seu nascimento. A farra reduziu no governo Michel Temer, após o ministro Torquato Jardim (Justiça) determinar cuidado redobredo com o dinheiro público.