O Conde comenta sobre a opinião de alguns católicos, que se recusam a apoiar Bolsonaro, por conta de ativistas conservadores maçons que giram em torno do candidato.
Brasileiro nos costumes, trabalhista na economia, lusotropicalista na religião 😉
O Conde comenta sobre a opinião de alguns católicos, que se recusam a apoiar Bolsonaro, por conta de ativistas conservadores maçons que giram em torno do candidato.
A salvação não é uma “graça barata”, mas custa o preço do sangue de Cristo na cruz. No Evangelho deste domingo, vemos Jesus falar sobre sua paixão mais uma vez. E mais uma vez os discípulos parecem não entender o que diz o Senhor, chegando ao ponto de disputarem um lugar privilegiado no Céu.
Nesta meditação, Padre Paulo Ricardo mostra-nos como essa “ignorância” dos Apóstolos também está presente em nossos corações, e indica-nos o caminho para que Jesus seja o verdadeiro soberano de nossas almas.

Segundo li na coluna de Cláudio Humberto, a Comissão da Anistia, do Ministério da Justiça, pagou entre 2002 e 2017 indenizações de R$ 14 bilhões a supostas vítimas do regime militar. Até julho, último balanço disponível, o ataque ao Erário beneficiou 39.230 “perseguidos”. Na comissão, com forte presença de petistas, a onda agora é dar “bolsa-ditadura” a quem participou de greve antes da Constituição de 1988 e que, depois de sua promulgação, perdeu o emprego por qualquer motivo. É só alegar “perseguição”. Só na semana passada foram mais de trezentos processos de “perseguidos” em duas turmas da Comissão de Anistia. Perseguido de verdade, o audoso Millôr Fernandes não perdoou: “Então eles não estavam fazendo uma rebelião, mas um investimento”. Militante do PCdoB ganhou uma bolada por “traumas” decorrentes da Guerrilha do Araguaia, que acabou 4 anos antes de seu nascimento. A farra reduziu no governo Michel Temer, após o ministro Torquato Jardim (Justiça) determinar cuidado redobredo com o dinheiro público.
Tem se propagado cada vez mais a ideia de que precisamos libertar a mulher da pressão social que a obriga a ser mãe. Mas seria esta verdadeiramente uma libertação? Ou trata-se, pelo contrário, de uma nova escravidão?

Recentemente ouvi de uma pessoa bem atuante na vida eclesial aquelas frases velhas como uma viagem de LSD dos anos 70:
– Não, não… tudo está melhor desde a “reforma” da liturgia e desde que paramos com o legalismo e a doutrinação fria em respeito ao espírito do Concílio. Não… tudo está melhor mesmo… você, por acaso, fala latim?
Não resisti e mostrei o seguinte vídeo de uma procissão de Corpus Christi na cidade de Colônia, completamente destruída pelos bombardeios da Segunda Guerra, em 1947:
Aí tive de concluir com ironia:
– É isso mesmo… nada se compara com hoje! Que igreja vibrante e fiel nós temos agora! Os seminários estão cheios, os conventos estão lotados, as filas de confissão são longas. Há tantas escolas e hospitais sendo construídos. E tente contar os casamentos e os batismos! Bem! Eu quero dizer … uau … certo?