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O bruxo do Brasil

Um das piores coisas que aconteceram depois da implantação do ENEM, para mim, foi o lugar secundário que a literatura passou a ter no ensino médio. As universidades agora não podem valorizar escritores locais e nem os alunos se veem realmente incentivados a ler as obras de alcance nacional (lembro que no meu terceiro ano li 12 livros…), pois se contentam com resumos ou textos que fazem a análise do autor X ou Y. Tenho pena de estudantes que chegam ao ensino superior sem conhecerem verdadeiramente “o bruxo do Cosme Velho”, cuja vida foi resumida no texto abaixo (de autoria de Paulo Gustavo, membro da Academia Pernambucana de Letras, e publicado no Jornal do Commercio de Recife em 13 de abril do corrente ano):

Este ano completam-se 110 anos da morte de Machado de Assis, e ainda assim haverá muito o que dizer sobre ele. Isso pelo simples motivo de que sua obra tem uma amplitude humana inescapável. Transcende à órbita literária: é um dos pontos altos do que até agora pôde produzir a cultura brasileira. Dessa cultura foi um dos maiores intérpretes. Como artista, Machado foi, para usar a linguagem de Ezra Pound, uma antena da raça. Não foi apenas o “bruxo do Cosme Velho”, como o apelidaram. Foi o bruxo do Brasil, o grande mago. Mas um mago apolíneo, atrás de um contido mármore que escondia sua gigantesca sensibilidade.

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Nascemos do sangue dos mártires

Depois de muito se prepararem para vir ao Brasil, o Beato Inácio de Azevedo e seus amigos acabaram morrendo no meio do caminho, sem que jamais chegassem a aportar em nossa terra. O que parecia ser um fracasso a olhos humanos, no entanto, reverteu em nosso próprio proveito espiritual: Deus viu, afinal, que para a conversão do Brasil eram mais importante os méritos dos mártires do que a ação dos apóstolos. Inácio queria dar alguma coisa a Deus, mas Deus… queria Inácio.

Neste dia em que celebramos a memória destes bravos missionários, Padre Paulo Ricardo faz uma reflexão sobre o martírio que eles mereceram e sobre a vocação com que fomos agraciados — “Terra de Santa Cruz” —, desde o início de nossa fundação.

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A “religião civil” da direita brasileira

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