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Apologética Brasil profundo História Monarquia

Ação de graças pelo fim da escravidão

Missa campal celebrada em 1888, no Campo de São Cristóvão, Rio de Janeiro, em ação de graças pelo fim da escravidão no Brasil. Na imagem pode ver-se a Princesa Isabel. Clique na imagem para ampliá-la.

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Brasil profundo Monarquia Política

A mensagem da rainha, a pandemia e a nossa forma de governo

Acabei de ver o seguinte vídeo, que é a mensagem de Natal da rainha Elizabeth II do Reino Unido:

Além da bela reflexão cristã, perfeitamente inserida numa sociedade com diversidade de religiões, como é a de seu país nos dias de hoje, essa mensagem reforçou em mim algo que notei no vídeo que a soberana gravou no começo da quarentena do COVID-19 em seu país:

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Monarquia Política

Lógica da atuação

Antônio Lavareda na Veja desta semana:

O Brasil vive desde 2013 uma crise de representação, um afastamento entre políticos e a sociedade. Em alguns momentos, como o que atravessamos, a capacidade da sociedade de mudar sua agenda ganha, à luz de novos fatos, inusual velocidade. E isso não é acompanhado pelos políticos, cuja lógica de atuação é obcecada pela manutenção de seus mandatos e privilégios.

O último trecho, uma verdade perene, mostra como um poder moderador, só possível de ser alcançado pela monarquia, é mais do que necessário no nosso atual cenário político.

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Monarquia Política

Conclusões do XXVI encontro monárquico

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Ética e moral Monarquia Sociedade

Monarquia e bem comum

Palestra do Prof. Sidney Silveira:

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Monarquia Sociedade

A monarquia na moderna realidade brasileira

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Brasil profundo Monarquia

Brasilidade e monarquia

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Contrarrevolução Monarquia

Monarquia e restauração das leis

reiA restauração da Monarquia, – ponderava já De La Barre de Nanteuil –, não é simplesmente a restituição do poder ao rei, mas a restauração de todas as leis fundamentais do povo. Pois, exactamente, nas «leis fundamentais» do povo, é que a nossa Monarquia tradicional assentava a sua razão histórica de existir. Não pensemos, de modo nenhum, em que seriam preceitos escritos, formando o que em boa mitologia política se convencionou chamar uma «constituição». Saídas de vários condicionalismos, tanto sociais como físicos, duma nacionalidade, formariam, quando muito, pelo consenso seguido das gerações, a observância dos princípios vitais da colectividade, Família, Comuna e Corporação, ou seja Sangue, Terra e Trabalho, cujo conjunto admirável Le Play designaria de «constituição-essencial».

De «Monarquia limitada pelas ordens», classificaram os tratadistas portugueses a nossa antiga Realeza. Correspondendo às forças naturais da sociedade, organizadas e hierarquizadas em vista ao entendimento e bases do comum, as «ordens» do Estado eram, a dentro dos seus foros e privilégios, as depositárias natas dessas «leis fundamentais». Cada associação, cada classe, cada município, cada confraria rural, cada behetria, possuía na Idade Média o seu estatuto próprio, a sua carta de foral. Legislação positiva destinada a normalizar e a coordenar as exigências da vida quotidiana, tomava o «costume» por base e consagrava a experiência como sua regra inspiradora.

– António Sardinha (A Teoria das Cortes Gerais)