
Autor: Thiago
Brasileiro nos costumes, trabalhista na economia, lusotropicalista na religião 😉
Jesus Cristo era judeu?
Em tempos de sionismo político e religioso disseminado pelo país, é sempre bom lembrar essas verdades (obviamente, só me refiro à diferenciação que o vídeo faz entre o judaísmo mosaico e o judaísmo talmúdico):

Acólitos e coroinhas
Finalmente encontrei uma explicação didática sobre o ministério do acolitado, de maneira temporária ou estável; nesse último caso, inclusive, alvo da ignorância de bispos e padres (esse dom de Deus à Igreja as autoridades tentam retomar desde Trento).
Entre as várias questões do chamado Sínodo da Amazônia, que não é um verdadeiro sínodo, mas tão só uma reunião para sedimentar o que já foi decidido pela burocracia, existe a de ordenação de homens casados, os viri probati. Particularmente, sempre fui a favor de algo assim, contudo, não dá para chancelar o que vem sendo “debatido” em Roma, pois ao invés de uma discussão com espírito maduro, que entende que o peso da obrigatoriedade deve ser tirado do dom do celibato, e que também compreende a possibilidade de a homens com duas vocações serem abertas outras oportunidades na evangelização e no pastoreio do Povo de Deus, o que temos é a alimentação de uma agenda feita para minar a doutrina da Igreja e esconder os verdadeiros problemas eclesiológicos da região. Como resposta a tal loucura, publico agora uma reflexão feita pelo Pe. Martin Lazarte, um salesiano uruguaio que foi missionário na África e em vários países na América do Sul, que considero o melhor texto que já li sobre o tema. O artigo apareceu inicialmente em italiano, no jornal Settimana News (12 de agosto), e depois encontrei uma versão dele em inglês no site Asia News (em duas partes, aqui e aqui) e, finalmente, uma tradução na página do Instituto Humanitas da UNISINOS.
Amazônia: Os “viri probati” são uma solução?
Nas mídias de comunicação social, nos debates e nas assembleias de “escuta” sobre o Sínodo pan-amazônico, ouvimos repetir que uma das soluções para resolver o problema da evangelização e o acompanhamento das comunidades cristãs amazônicas, seria a ordenação presbiteral dos chamados “viri probati”, laicos casados, reconhecidos na comunidade por sua integridade de vida e testemunho cristão.
O tema em si é um argumento válido e suscetível de estudo e de discernimento na Igreja, particularmente consciente dos desafios pastorais do mundo de hoje e da tradição das Igrejas orientais a esse respeito.
O problema de fundo não está no tema em si, mas na oportunidade e nas motivações com as quais abordar o tema no Sínodo pan-amazônico, levando em conta a realidade atual.
O Sínodo não existe
Ainda acreditam em Cristo?

Artigo do Prof. José Luiz Delgado, publicado no Diário de Pernambuco (11 de outubro de 2019 – com pequenas harmonizações de estilo):
O Estado, a Igreja e os índios
A Constituição praticamente se encerra com o capítulo sobre os índios, e nele adota uma perspectiva nova, diferente das constituições anteriores. O que antes prevalecia era a ideia da “incorporação dos silvícolas à comunhão nacional”. É o que as disposições constitucionais anteriores buscavam. Na atual, não há uma palavra sequer nesse sentido. O que se fala é da obrigação de respeitar a cultura própria dos índios, seu modo de ser, “sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições”. Decorrerá daí que não quer ela essa incorporação, ou a tem como ilícita ou nociva?
Pachamamas no rio
Alguém resolveu tomar uma atitude contra a profanação da Igreja de Santa Maria em Traspontina pela colocação de imagens da Pachamama (um ídolo dos índios andinos) num altar lateral, retirando-as de lá e jogando-as no Tibre:
Christus vincit, Christus regnat, Christus imperat!