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Why catholics had built such beautiful cathedrals?

It became obvious why catholics had built such beautiful cathedrals and churches throughout the world. Not as gathering or meeting places for Christians. But as a home for Jesus Himself in the Blessed Sacrament. Cathedrals house Jesus. Christians merely come and visit Him. The cathedrals and churches architecturally prepare our souls for the beauty of the Eucharist.

— Allen R. Hunt (Confessions of a Mega Church Pastor: How I Discovered the Hidden Treasures of the Catholic Church).

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Apologética

Quais as consequências de se crer na reencarnação?

Muitos têm buscado na crença reencarnacionista uma espécie de consolo, muito embora ela não apresente nenhum fundamento bíblico, nenhuma prova empírica ou científica e muito menos qualquer substrato lógico. A reencarnação nada mais é do que uma tentação ao comodismo, uma tentação “infantil”. A vida não é como um jogo de vídeo game, no qual após gastar-se as “vidas” e receber “game over” basta recomeçar. Não! A vida é única.
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Geologia criacionista

Desde o século XIX, com as descobertas da geologia e da biologia, o relato da Criação presente no Gênesis tem sido posto em cheque, virando, para uns, uma fábula, e, para outros, um critério indicador da fé verdadeira. Toda essa celeuma, para mim, é completamente sem sentido, já que a mera leitura do Livro Sagrado indica de maneira clara que ali não se pretende relatar uma história com rigor cronológico. De qualquer forma, a Igreja permite a adesão a uma exegese literalista, mas essa, sem dúvida, tem de enfrentar problemas como o exposto nesta ilustração:

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Lá só estudam Wittgenstein

chatDiálogo que ouvi esperando o elevador numa universidade:

Aqui não tem linha de pesquisa na obra de Tomás de Aquino.

Tem não. Infelizmente.

Mas na Católica deve ter.

Tem nada.

Como não? E os padres?

Fui num seminário e eles só estudam Wittgenstein, Hegel…

Por que será mesmo que a doutrina da Igreja se tornou um tesouro fechado até mesmo para o clero?

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Já enfrentamos outras tempestades!

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Perfil de Kierkegaard

Artigo do Professor Inácio Strider sobre Kierkegaard (Jornal do Commercio, Recife 22 de maio de 2013 – com modificações ortográficas):

KierkegaardKierkegaard: 200 anos

Segundo as más línguas, Sören Kierkegaard (1813-1855) era mais conhecido em Copenhague pelas roupas exóticas que por sua filosofia. Até as babás, quando queriam repreender uma criança por não se vestir bem, diziam que ele era um “Sören Kierkegaard”.

Kierkegaard nasceu em 5 de maio de 1813, ano da bancarrota da Dinamarca. Mesmo com dificuldades, Kierkegaard teve infância e juventude abastadas. Seu pai era um comerciante bem sucedido em Copenhague. A educação que recebeu, juntamente com a de seis irmãos, foi rigorosamente pietista, de acordo com uma tradição da igreja luterana.

Sendo o mais novo, teve aproximação especial com seu pai, que o induziu a se matricular no curso superior de teologia. Inicialmente Kierkegaard demonstrou interesse. Mas, em breve, relaxou, e era mais visto nos cafés do que na universidade. Esta vida boêmia, no entanto, o inquietava. Em determinado dia, como relata em seu diário, fez a seguinte consideração: “Fui o centro das atenções, todos riam das minhas piadas, mas, quando cheguei em casa, fiquei com vontade de me suicidar com um tiro na cabeça”.

Quando em 1838 seu pai faleceu, Kierkegaard prometeu-lhe terminar o curso de teologia. Pouco depois de terminá-lo (1840), noivou com Regine Olsen. Ao que tudo indica, não se julgou apto a assumir a responsabilidade de um matrimônio e, um ano depois, rompeu. O amor a Regine, no entanto, o atormentou durante toda a vida.

Em 1841 viajou a Berlim para se familiarizar com a filosofia de Hegel, falecido em 1831. Assistiu às preleções do filósofo Schelling. Decepcionou-se a tal ponto que, depois de cinco meses e meio, retornou à Dinamarca. Iniciou, então, a sua mais fecunda produção literária e filosófica. Em poucos anos, publicou mais de 20 livros. A obra que deixou chega a 70 volumes.

Seus escritos são transversais. Considerava-se um “escritor religioso”. No entanto, suas ideias influenciaram teólogos, filósofos, sociólogos, psicólogos, antropólogos, políticos e literatos. É considerado o pai da filosofia existencialista, tanto do existencialismo ateu quanto cristão. Seu grande mérito foi restituir ao indivíduo a responsabilidade por sua existência, contra o generalismo, universalismo e coletivismo do idealismo alemão. Sem dúvida, o pai do existencialismo merece homenagens em seu bicentenário!

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Aprenda a rezar com os ícones

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Trono de ouro

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