Dinesh D’Souza expõe toda hipocrisia de estudante “progressista”.
Dinesh D’Souza expõe toda hipocrisia de estudante “progressista”.
Acabei de ver esse vídeo do Pe. Paulo e concordo com ele no que se refere à definição de masculinidade como sendo a posse de um espírito de sacrifício e combate, contudo, ao contrário dele e de alguns confrades do fórum, eu não vejo ligação necessária entre isso e fazer X ou Y. Uma pessoa pode não ter a menor tendência para lutas, natação, conserto de coisas, pode ser gay, gostar de se vestir bem, etc., e ter uma expressão completamente masculina. A masculinidade surgirá com o favorecimento do ethos que citei, mas em cada caso concreto isso se dará por uma via particular. Este blog trata só desse tema numa perspectiva católica.
O medo de parecer preconceituoso não é, em si, uma coisa ruim. É controlando nossas forças sombrias – e quem tem mais sombras no passado do que a Alemanha? – que nos educamos a respeitar o “outro”, o da tribo diferente, seja ele han, hutu ou hamburguês. Os problemas acontecem quando esse autopoliciamento vira justificativa para o injustificável – “Ah, ele esfaqueou o médico na bicicleta porque foi abandonado pela sociedade”, “Virou homem-bomba por causa dos ataques a populações muçulmanas”. A manipulação política desses sentimentos (geralmente alguma variação do clássico “Isso é coisa de fascista”) também tem efeitos frequentemente opostos ao objetivo desejado.
– Vilma Gryzinski (Veja, 20 de janeiro de 2016)
Enquanto isso no metrô de Paris:
Raqqa? No No
Idlib? No No
Mosul? No No
Afghanistan? No No
This is #Paris #France underground metro pic.twitter.com/235ieiIDkJ— Bassem (@BBassem7) January 18, 2016