Não concordo com tudo que Frei Tiago diz, mas existem muitos elementos interessantes para reflexão na conferência abaixo:
Não concordo com tudo que Frei Tiago diz, mas existem muitos elementos interessantes para reflexão na conferência abaixo:
Missa em honra à Nossa Senhora do Carmo rezada na Igreja de Nossa Senhora da Conceição dos Militares, em Recife, no dia 16/07/2021.
Pio XII sabia da crise que viria depois da morte dele e por isso correu com a canonização de São Pio X, que foi um papa que conhecera pessoalmente e admirava sua luta pessoal contra os inimigos da Igreja. A canonização de São Pio X deixou os modernistas com muita raiva.
Logo após veio a Revolução e eles roubaram os nossos templos, roubaram nossos belos paramentos e insígnias litúrgicas, tocaram fogo nos nossos missais e destruíram as imagens dos nossos santos. Mas eles nunca poderão nos roubar São Pio X, Santo Atanásio, a Missa que nos foi deixada por nossos pais e todos aqueles que defenderam a Fé antes de nós.
Definitivamente os modernistas não passam de ladrões de vento.

Análise linha a linha do Motu Impróprio Traditiones Custodes feita por Dr. Peter Kwasniewksi e Cameron O’Hearn:
Texto de Joathas Bello publicado originalmente no Facebook, que vem muito a calhar nos dias em que vivemos, nos quais restrições à celebração da Missa no rito romano tradicional são novamente cogitadas pelas autoridades eclesiais, perfazendo um novo capítulo nos abusos de autoridade que se seguiram à má recepção do Vaticano I:
Um Rito é uma “ação”, por isso o Missal só foi codificado depois de séculos de ação experimentada, provada, ratificada.
O Missal é o resultado da ação ritual dos tempos, não o seu princípio.
Ao longo dos tempos, foi se desenvolvendo, nas distintas tradições rituais ocidentais e orientais de origem apostólica, aquilo que corresponde à atualização da ação ritual originária (o que estava incoativamente na Última Ceia), através da piedade concreta dos papas, dos bispos e sacerdotes santos, da assunção prático-ritual do desenvolvimento do dogma eucarístico, das interseções reais de tradições a princípio distintas (romana x galicana), e também vão se incrustando elementos deformados, que devem ser purificados e excluídos.
Durante muitos anos soube da existência desse documento, e de fato já o tinha lido em inglês, mas achava que ele nunca tinha tido uma tradução em português; recentemente tomei conhecimento de uma edição da Vozes que foi digitalizada pelo Alexandria Católica e agora compartilho o arquivo com os leitores:
Lembro que esse documento é normativo para todos os que celebram no rito romano tradicional e estão em comunhão com a Santa Sé, mas ele também é levado em contra por sedevacantistas que não se atrevem a rejeitar as reformas de Pio XII, como virou modinha em certos círculos tradromânticos.
Aula do Prof. André Melo, da Flos Carmeli (cisma da Montfort):