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Apologética Arte

Why catholics had built such beautiful cathedrals?

It became obvious why catholics had built such beautiful cathedrals and churches throughout the world. Not as gathering or meeting places for Christians. But as a home for Jesus Himself in the Blessed Sacrament. Cathedrals house Jesus. Christians merely come and visit Him. The cathedrals and churches architecturally prepare our souls for the beauty of the Eucharist.

— Allen R. Hunt (Confessions of a Mega Church Pastor: How I Discovered the Hidden Treasures of the Catholic Church).

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Liturgia

Ostensório ambrosiano

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O Beato Idelfonso Schuster com um ostensório típico do rito ambrosiano.

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Arte

Tradição e arquitetura

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Ética e moral

O sofrimento

Texto do Professor José Luiz Delgado publicado no Jornal do Commercio (Recife, 11 de março de 2014 – foram feitas pequenas modificações estilísticas):

quoteA vida pode ser uma sucessão de alegrias, de realizações, de vitórias. Mas será também uma sucessão de sofrimentos e agonias, umas maiores e outras menores, nuns mais e noutros menos. Por que alguns homens sofrem tanto? Por que sobre determinados membros da da família humana, e não sobre outros, e não sobre todos, se abatem certas moléstias ou certas privações que lhes prejudicam terrivelmente a qualidade de vida? Não há regra nessas fatalidades: não são sempre os piores que sofrem, nem os melhores. Nem aqueles, com tais sofrimentos, são castigados; nem estes são purificados e exaltados como que para dar exemplo. A vida é desigual também nisso: no fato de recair sobre uns uma carga excessiva de sofrimentos, enquanto outros são olimpicamente poupados.

O sofrimento é um mal, evidentemente. Desde os primeiros albores da consciência até o último estertor, o homem é perturbado, impressionado, obcecado, com a presença do mal. Não só o mal moral, a escolha voluntária do mal, a opção pelo crime e pelo pecado. Mas, antes de tudo, o mal físico, a dor, o sofrimento, o mal que atinge os inocentes (ao menos, inocentes do mal que os toca).

O mistério do mal seria ainda mais incompreensível se bens muito maiores não pudessem ser tirados dele. Nem sempre se tira, é fato. Mas, quando alguém, a quem foi dada carga muito pesada de sofrimentos, em vez de se revoltar contra o destino, aceita, resignado, a humilhação de sua carne e consegue tirar das dores que o acometem, um bem ainda maior, não somente fica pessoalmente pacificado, sobretudo dá admiráveis lições diárias, edificantes exemplos, reanimadoras motivações, e será exaltado entre as melhores referências da fortaleza humana. Se, ao invés, do próprio sofrimento não conseguir extrair as consolações e as grandezas que poderia tirar, contará com uma compreensão que não terão aqueles que foram poupados de sofrimentos semelhantes.

Não sei se pode imaginar algum consolo para esses sofredores, que dizem ser os preferidos de Deus, e que, tendo já padecido demais aqui, hão de chegar mais rápido à felicidade da outra vida. Sei é que são exemplares e são queridos exatamente pela imensidão de sua dor. E ainda nos mostram como somos todos humanos, tão frágeis, tão vulneráveis, tão dependentes de um milhão de coincidências para continuarmos nesta existência.

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Ética e moral

O relativismo

Rabino Jonatahn SacksÉ a crença de que não existe ordem moral objetiva, de que a moralidade é o que decidimos fazer dela. A Bíblia tem um modo de defini-la, na última frase de Juízes: “Naqueles dias não havia rei em Israel; porém cada um fazia o que parecia reto aos seus olhos”. É o abandono de um código compartilhado de valores, que é o que liga uma pessoa à outra. Em uma sociedade moralmente relativista, portanto, os relacionamentos não se sustentam: as pessoas não se casam, ou, se chegam a casar, a união não dura. Elas não têm um relacionamento sólidos com os filhos. Banqueiros e financistas não veem razão para renunciar aos salários mais exorbitantes e trabalhar para o bem comum. A sociedade, aos poucos, começa a se dissolver, e o primeiro sinal disso é a dissolução da família. Na Inglaterra, hoje, 50% das crianças nascem fora do casamento. Muitas estão em situação de desvantagem. As crianças pagam o preço da nossa perda de um sentido de lealdade e responsabilidade.

– Rabino Jonatahn Sacks (Veja, 15 de janeiro de 2014)

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Vida

Ver é tudo de bom

SimplestThingsSexta-feira passada eu estava fazendo compras numa papelaria e encontrei um senhor conhecido meu da Sociedade de São Vicente de Paulo que estava na companhia de uma amiga, também idosa. Eles passaram a conversar enquanto esperávamos na fila do caixa, e aí eu ouvi o seguinte diálogo que me deu uma boa lição a ser sempre rememorada:

– Dona Maria, você foi ao médico?

– Fui sim. Mas não estou com catarata não.

– Que bom.

– Se é. Minha irmã teve de esperar ela cobrir o olho todo para fazer a operação. Ficou cega um tempo.

– Parece que hoje em dia não precisa disso não.

– Não sei… mas ver é tudo de bom. É o melhor que existe.

– É sim.

– E andar também… é uma alegria andar.

Aí ela olhou para mim é disse:

– Ver e andar é tão bom, né? É o que há de melhor.

Só pude balançar a cabeça concordando e pensei em como, às vezes, reclamo da vida sem o menor motivo sério, esquecendo de valorizar as coisas simples de que só sentimos a falta quando não as temos mais.

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Liturgia

Conheça a Missa em quadrinhos

Obra do Pe. Demetrius Manousos, com imprimatur do Cardeal Spellman (1954, em inglês), que apresenta o rito gregoriano e a teologia em que ele se sustenta em formato de quadrinhos. É ótimo para crianças, mas também serve aos adultos.