O Venerável Fulton Sheen comenta (em inglês) o rito gregoriano numa filmagem de uma Missa solene do Domingo de Páscoa em 1941.
Brasileiro nos costumes, trabalhista na economia, lusotropicalista na religião 😉
O Venerável Fulton Sheen comenta (em inglês) o rito gregoriano numa filmagem de uma Missa solene do Domingo de Páscoa em 1941.
Há uma doença mortífera ameaçando a Igreja, sem que ninguém se dê conta: são as almas retardatárias. Vários autores espirituais apontam este fenômeno como causa da grande decadência de seminários, congregações religiosas, paróquias e movimentos eclesiais. Em que consiste este câncer que vai, silenciosa e sorrateiramente, tirando a vida da Igreja?
Debate entre o filósofo Olavo de Carvalho e o doutor em teologia e frei dominicano Carlos Josaphat sobre o tema “A Moral”, no programa Diálogos Impertinentes (transmitido pela TV PUC-SP em 20 de setembro de 1998).
Eis que Este é posto para a ruína e a ressurreição de muitos em Israel (Evangelho)
“Quando tudo repousava em profundo silêncio”, na santa noite do Natal, apareceu o Cristo-Rei, sob a forma de uma criancinha (Intróito). Pedimos que Ele nos submeta a seu poder, fazendo-nos praticar as boas obras (Oração), pois antes de sua vinda, enviado pelo Pai, para que também recebêssemos a adoção de filhos de Deus, o homem era como um herdeiro na sua menoridade que em nada se distinguia de um escravo. Pelo contrário, agora que a lei nova nos emancipou da tutela antiga, “nenhum de vós é servo, mas filho” (Epístola). Desta maneira o culto dos filhos de Deus resume-se nesta palavra proferida com Jesus: “Pai” (Epístola).
O Evangelho descobre-nos qual será o grandioso papel, no futuro, deste Menino cuja manifestação começa hoje no Templo. É o Rei cujo reino penetrará até o interior dos corações. Será para todos a pedra de toque, pedra de escândalo para os que O rejeitarem, e pedra angular de suporte para os que O receberem. A criancinha será o Homem das Dores, a Virgem-Mãe, a Mater dolorosa. O altar, neste dia, é para nós o presépio e a cruz ao mesmo tempo. Conforta-nos, entretanto, o pensamento de que na Comunhão podemos “tomar o Menino” com sua Mãe e com eles caminhar para a vida eterna.
Domingo dentro da Oitava do Natal
Domingo dentro da Oitava do Natal – livreto
“Jesus veio para Nazaré e vivia sujeito a eles” (Evangelho)
Com a Igreja fazemos hoje uma visita à casa de Nazaré. A Sagrada Família é um exemplo para a família cristã.
“Não era acaso conveniente, diz São Leão, celebrar o nascimento real do Filho do Pai eterno, a Casa de David, e os nomes gloriosos dessa antiga linhagem? Mas é mais doce ainda para nós recordar a pequena casa de Nazaré e a humilde existência que aí se passa; é mais doce celebrar a vida obscura de Jesus. É aí que o Divino Infante se exercita no humilde ofício de José, aí, na sombra, cresce em idade, mostrando-se feliz por partilhar dos trabalhos de S. José.
Que o suor, diz ele, banhe os membros antes de os inundar a efusão do sangue redentor, que a mortificação do trabalho, sirva também de expiação para o gênero humano. Junto do Menino se encontra sua terna Mãe, junto do Esposo a Esposa dedicada. Como ela se julga feliz em poder aliviar, com afetuosos cuidados, as sua penas e fadigas.” “Ó vós que não fostes isentos nem de preocupações nem de trabalhos, e que conhecestes o infortúnio, olhai para os desgraçados que lutam contra as dificuldades da vida e se veem na indigência” (Hino de Matinas).
Na humilde casa de Nazaré, Jesus, Maria e José santificaram a vida familiar pelo exercício das virtudes domésticas (Oração). Praticaram a humildade, a paciência, a moderação, a ajuda mútua, a caridade, o respeito e a obediência, de que nos falam a Epístola e o Evangelho da Missa. Vivendo sempre no recolhimento e na oração, encontraram a alegria e a paz. Oxalá a grande família que é a Igreja e cada lar cristão pratique na terra as virtudes que praticou a Sagrada Família a fim de que possa viver um dia em sua santa companhia no Céu (Oração).
Os protestantes excluíram o Matrimônio do rol dos sacramentos, alegando que ele já existia no Velho Testamento e, portanto, estava mais ligado à “vida do corpo” que à Nova Aliança. É verdade que o casamento existe desde a Criação, mas Nosso Senhor Jesus Cristo realmente o elevou à dignidade de sacramento, transformando-o em sinal do Seu amor pela Igreja.