Meio em cima da hora, mas aí vai a divulgação:

Brasileiro nos costumes, trabalhista na economia, lusotropicalista na religião 😉
Meio em cima da hora, mas aí vai a divulgação:

Rodrigo Constantino comenta a insistência dos principais veículos de comunicação em defender o desarmamento da população ordeira, apresentando os argumentos do dep. Flávio Bolsonaro como contraponto:
Já faz algum tempo, ainda na época do saudoso Orkut, que a defesa do culto orientado, isto é, voltado para o Oriente (que no caso católico não é necessariamente o Oriente geográfico), cresceu no nosso país a partir da troca de argumentos e de obras completas que antes eram de difícil circulação. Entre essas últimas, dou destaque a duas traduções do confrade piauiense Luís Augusto Rodrigues hoje presentes no Obras Católicas: Voltados para o Senhor, do Mons. Klaus Gamber, e A Missa de Frente para Deus, de Jean Fournée. Agora, apresento para os leitores deste site um novíssimo trabalho, em inglês, do Irmão Evagrius Hayden O.S.B., um beneditino de Norcia, intitulado “Convertere, Israël, ad Dominum Deum Tuum!”: Se o Santo Sacrifício da Missa deve ser celebrado voltado para o Oriente (a dica foi dada pelo New Liturgical Movement).
Esse pequeno texto é um tour de force de evidências e argumentação, advindas de várias fontes (da Bíblia, dos Padres, da Escolástica, do Magistério), e de respostas às razões dadas comumentemente para a defesa do arranjo versus populum. O autor usa um estilo tomista, com argumentos, objeções e respostas as objeções, demonstrando a pesquisa cuidadosa que fez. Além disso, ele produziu um ótimo resumo das bases cosmológicas, antropológicas, e históricas para a adoração orientada.
O ensaio pode ser lido aqui.
No Evangelho de hoje, Jesus nos revela mais um grande mistério da vida cristã: o Reino de Deus, diz, não está neste ou naquele lugar, mas dentro de nós. Deus está sempre conosco, lembrará Santo Agostinho; somos nós, porém, que não estamos com Deus: “Eis que Tu estavas dentro e eu fora”, diz em suas Confissões, “estavas comigo, e não eu contigo”. A leitura desta 5.ª-feira nos convida, pois, a fazer esta experiência de Agostinho: procurar o Senhor não nas coisas que, embora não existam senão n’Ele, levam-nos contudo para longe d’Ele.
O Evangelho de hoje nos apresenta a famoso episódio da cura dos dez leprosos. Nosso Senhor lhes restituíra a saúde, mas apenas um deles, justamente um samaritano, estranho à comunidade judaica, voltou para prostrar-Se aos Seus pés e dar glória a Deus. Nós, ao contrário, que tivemos a graça de nascer num berço católico, temos muitas vezes a atitude dos outros nove doentes e nos esquecemos de agradecer ao Senhor pelas tantas mercês que Ele diariamente nos faz.