A surpreendente música das Missões Jesuíticas na Bolívia (séculos XVI a XVIII) interpretada pelo grupo “Florilegium”, uma das minhas grandes descobertas deste último ano.
A surpreendente música das Missões Jesuíticas na Bolívia (séculos XVI a XVIII) interpretada pelo grupo “Florilegium”, uma das minhas grandes descobertas deste último ano.
Dr. Plinio Correa de Oliveira, em 1951, explicando em poucas palavras o que se deve concluir de ajudar a Rússia (deixei a ortografia da época). Repito: 1951! A lucidez deste homem é impressionante.
Segundo a doutrina católica, Deus pôs os homens neste mundo para O amar e servir, e assim conquistar a visão beatífica e a vida eterna. Mas Deus não deixou a nosso critério servi-lo como bem entendêssemos. Ele promulgou uma Lei que não revogou e jamais revogará, a mesma para todos os homens, em todos os lugares e todos os tempos até a consumação dos séculos. Esta Lei nos manda professar a verdadeira Religião, guardar a pureza segundo nosso estado, respeitar a propriedade alheia, e acatar com amor toda a superioridade legítima, como é arqui-tipicamente a do intelectual sobre o trabalhador manual. Assim, não nos é licito constituir um estado de coisas baseado sobre a impiedade, o adultério, o latrocínio e a revolta, e esperar que a Igreja acabe se acomodando com isto. Para que tal acomodação fosse possível, seria mister, ou que a Igreja abandonasse a Lei de Deus, ou que Deus reformasse sua própria Lei. Ora, quem admite qualquer destas duas hipóteses, cai em heresia. A Igreja condena como herética a simples suposição de que algum dia a Lei no todo ou em parte seja modificada por Deus ou abandonada por Ele. Como se vê, a oposição entre o Comunismo de um lado o Catolicismo de outro é a maior que se possa imaginar.
Ora, os soviéticos não se limitam a viver segundo estes princípios. Desejam reformar ao sabor deles toda a face da terra. Prova-o a existência, em todos os países, de partidos comunistas mantidos e dirigidos por Moscou; e principalmente a bolchevização brutal de todas as regiões que, deste ou daquele modo, caíram sob o jugo russo, como aconteceu temporariamente com a Espanha e o México, e está acontecendo agora com a Rumânia, a Bulgária, a Hungria, a Tchecoslováquia, a Polônia e a China.
The old Mass reminds me of what they used to say about the Catholic Church and the U.S. Navy: “It’s a machine built by geniuses so it can be operated safely by idiots.” The old liturgy was crafted by saints, and can be said by schlubs without risk of sacrilege. The new rite was patched together by bureaucrats, and should only be safely celebrated by the saintly.
John Zmirak (via merecath)

No nosso país o movimento em prol da restauração da liturgia gregoriana enfrenta muitas dificuldades, algumas derivadas da falta de organização e espírito comunitário de nossos companheiros de luta, outras da falta de foco, que levam os esforços a se perderem em torno de questões bizantinas (como a famosa “querela das calças femininas”). Não podemos deixar de lembrar, também, que muitas vezes a falta de recursos financeiros se faz sentir, seja por pura falta de meios, seja pela irresponsabilidade das pessoas em contribuírem monetariamente com seus grupos de pertença. Todos esses fatores somados acabam impedindo certas coisas básicas, como a publicação de um Missal dos fiéis em latim/português. O católico tradicionalista brasileiro tem de lidar com velhos missais comprados em sebos ou repassados por parentes mais velhos, ou, às vezes, contar com a sorte para adquirir um que ficou no estoque de alguma loja.
Para suprir essa falta, várias pessoas ou grupos publicaram pequenos ordinários que, se juntados aos próprios que o grupo aqui de Recife produz (para ser mais específico, o confrade Karlos – e que serão futuramente disponibilizados neste blog), dão conta do recado. Assim sendo, os membros da antiga Comunidade Apologética Católica também se engajaram na tarefa de produzir um novo ordinário, com a melhor coleção de rubricas possível (derivadas de uma seleção feita nos missais já consagrados e em livros como o Missa Tridentina – Explicações das orações e cerimônias da Santa Missa, de D. Guerranger) e com uma tradução que também reúne algo das já existentes, mas sem arcaísmos ou lusitanismos (mas sempre com a poesia).
O trabalho durou uns sete meses e, por experiência própria com seu uso numa celebração, atesto que ficou com uma excelente qualidade. Vou postar em anexo o resultado. É bom lembrar que ele está no formato para ser impresso em forma de livreto, ou seja, uma página dessa é para metade de um A4 em paisagem. Espero que com essa modesta contribuição possamos ajudar na universalização das celebrações no rito romano tradicional na nossa pátria (é bom lembrar que nosso país nasceu com ele).
Segue em anexo o Ordo de 2014 para as missas dominicais no rito gregoriano usado em Recife e que pode, com grande facilidade, ser adaptado para outros locais.