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Nossa Senhora

A Paixão de Cristo e a Compaixão da Virgem

Celebrar a Paixão do Senhor neste Ano Mariano é, mais do que nunca, celebrar a Compaixão da Virgem Santíssima.

Tomando como ponto de partida o hino Stabat Mater, pérola preciosa da poesia cristã, Padre Paulo Ricardo propõe, nesta aula, uma reflexão para nos ajudar a viver este tempo de graça, neste ano mais do que especial.​

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Apologética

Terra plana e cabeça oca

A realidade sempre tem o poder de nos surpreender, muitas vezes para pior. Pois bem, no ano passado tive aula numa disciplina eletiva num curso diferente do meu, o de filosofia (era a disciplina de filosofia da arte), e certo dia, conversando com alguns colegas, fui surpreendido pela pergunta de um deles que, ao saber que eu e mais um outro estudávamos geografia, me questionou sobre a esfericidade da Terra. De início achei que tinha entendido errado, até porque a pergunta vinha de alguém que reputo bem inteligente, mas ele explicou que sua pergunta tinha relação com alguns vídeos que estavam rolando na internet onde se questionava a “Terra redonda”, relacionando isso com teorias conspiratórias (“se a Terra é redonda, por que a figura que aparece no símbolo da ONU não é assim?”). Vi logo que se tratava de mais uma onda de maluquices, expliquei a ele sobre a projeção azimutal e sobre o “desaparecimento” dos navios em alto mar por causa da curvatura do planeta. Não procurei saber mais nada sobre essa onda, até por falta de tempo.

Nas últimas semanas, contudo, tenho sido surpreendido pela indicação no YouTube de vários vídeos com a defesa da “Terra plana”, ou seja, o delírio cresceu… ele tomou corpo no meio neopentecostal, no qual cegos que guiam cegos acreditam que estão mais “conservadores” ao serem obscurantistas (qualquer semelhança com certos católicos tradicionalistas e neconservadores não é mera coincidência). Sem tempo e saco de ver essas porcarias, fui salvo por um vídeo do Conde, que compartilho abaixo:

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Arte

Arte católica antiga: a grandeza bizantina

Em 313, o Imperador Constantino proclamou o cristianismo como uma das religiões permitidas do Estado. Isso provocou uma revolução nas artes da Igreja. Até então, o artista fora um autodidata, aprendendo a trabalhar somente para o momento, sugerindo, insinuando, jamais se entregando totalmente, trabalhando na escuridão, em superfícies pequenas e inadequadas, despreocupado com qualquer coisa que não fosse o presente, cônscio da morte que espreitava em todos os cantos. Agora, subitamente, o brilho da publicidade o envolvia. Ele tinha de decorar basílicas em vez de túneis; glória alguma era demasiada para o Rei dos Reis; antes que seus olhos estivessem acostumados com a luz, exigiram dele grandeza e permanência.

Quase que imediatamente surgiu o difícil problema das imagens. A fé judaica, de onde nascera o cristianismo, interpretara o primeiro mandamento como uma proibição do uso de “imagens esculpidas” para que elas não se transformassem em ídolos. Essa tradição prosseguiu na Igreja primitiva. Assim, a Casa de Deus não teria estátuas. Outras representações também poderiam muito bem ter sido proibidas naqueles primeiros tempos de confuso entusiasmo, se não fosse a lucidez do Papa Gregório Magno, que observou que “a pintura pode fazer pelo analfabeto o que a escrita faz pelos que podem ler”.

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Arte Política

Eles eram a consciência do proletariado

Ao lado de Abelardo, Gilvan Samico e Welligton Virgolino, José Cláudio funda, em 1952, o Ateliê Coletivo da Sociedade de Arte Moderna do Recife (SAMR). O centro de experimentos de gravuras e desenho empenhado numa arte de contundência tão social quanto estética funcionaria até 1957. “Abelardo botava esse direcionamento, sem ser explícito. Cada um fazia o que quisesse, mas ele era do partido, era comunista, e o partido adotava uma lei criada por Zdanov”, diz ele, sobre o teórico e braço direito de Stalin que, em 1934, elaborou, em parceria com o escritor Gorki, as diretrizes estéticas do chamado Realismo Socialista. Ideologia estética do partidão, o corolário preconizava que as artes deveriam ter compromisso cívico e pedagógico com as massas.

(…)

Um dia, numa vila, um delegado lhe exigiu que lhe pintasse um quadro. Ao perguntar ao delegado se era verdadeira sua fama de matar pelo menos um por ano, teve a confirmação da boca do homem: “Eu, infelizmente, nunca me livrei desse vício”. Atendendo, com a urgência do momento, ao pedido, José Cláudio executou um índio “de saiote, idealizado como na escola”, flechando uma arara. “Ele ficou na maior felicidade”.

Do episódio, nem tão prosaico, o pintor construiu uma espécie de dogma pessoal. “Abelardo dizia que a gente deveria pintar para o povo, mas eu nunca vi ninguém perguntar ao povo o que ele quer que a gente pinte”. Desde então, ele praticamente só pinta quando lhe definem a demanda.

– Bruno Albertim numa reportagem sobre o pintor modernista pernambucano Zé Cláudio (Jornal do Commercio, Recife, 29 de março de 2017)

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Humor Política

O problema é o referencial… ou “how to make a fake news”

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Apologética

Fim do Acies Ordinata?

Parece que o blog Acies Ordinata, que era o mais prolífico site sedevacantista brasileiro – embora de um sedevacantismo bem específico – acabou. Uma pena, pois, apesar das claras discordâncias com seu autor, tenho de reconhecer que existiam muitos textos bons, quiçá essenciais, nele.

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Família

Qual é a missão de um pai?

A São José coube a nobre e exigente tarefa de ser o pai adotivo do Filho de Deus.

Olhando para a sua identidade espiritual e missão diante de Deus, Padre Paulo Ricardo mostra, nesta aula, como os homens podem viver plenamente a sua paternidade no mundo de hoje.

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Catequese Espiritualidade

Por que o Filho de Deus quis ter um pai humano?