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Nossa Senhora

Imaculada Conceição: Rainha de Portugal

Salve, nobre Padroeira
Do Povo, teu protegido,
Entre todos escolhido,
Para povo do Senhor.

Ó glória da nossa terra,
Que tens salvado mil vezes,
Enquanto houver Portugueses,
Tu serás o seu amor.

Com tua graça e beleza
Um jardim não ornas só,
Linda flor de Jericó,
De Portugal és a Flor!

Flor de suave perfume,
Para toda a Lusa gente,
Entre nós, em cada crente
Tens esmerado cultor.

Acode-nos, Mãe piedosa,
Nestes dias desgraçados,
Em que vivemos lançados
No pranto, no dissabor.

Lobos famintos, raivosos
O teu rebanho atassalham,
As ovelhas se tresmalham,
Surdas à voz do pastor.

Da fé a lâmpada santa,
Que tão viva outrora ardia,
Se teu zelo a não vigia,
Perde o restante fulgor.

Ai! da Lusa sociedade,
Se o sol do mundo moral
Se apaga... Ó noite fatal!
Ó noite de negro horror!

És a nossa Padroeira,
Não largues o padroado
Do rebanho confiado
A teu poder protector.

Portugal, qual outra Fénix,
À vida torne outra vez.
Não se chame Português
Quem cristão de fé não for.

Hino composto pelo Padre Francisco Rafael da Silveira Malhão, por ocasião da proclamação do dogma da Imaculada Conceição, pelo Beato Pio IX, a 8 de dezembro de 1854. (via Veritatis)

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Eventos Pastoral

Peregrinação ao Morro da Conceição 2019

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Apologética

Jesus Cristo era judeu?

Em tempos de sionismo político e religioso disseminado pelo país, é sempre bom lembrar essas verdades (obviamente, só me refiro à diferenciação que o vídeo faz entre o judaísmo mosaico e o judaísmo talmúdico):

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Contrarrevolução Humor Liturgia

As “loucuras” na Missa tridentina

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Liturgia

Acólitos e coroinhas

Finalmente encontrei uma explicação didática sobre o ministério do acolitado, de maneira temporária ou estável; nesse último caso, inclusive, alvo da ignorância de bispos e padres (esse dom de Deus à Igreja as autoridades tentam retomar desde Trento).

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Crise Eclesiologia Pastoral

Sínodo da Amazônia: um comentário católico

Entre as várias questões do chamado Sínodo da Amazônia, que não é um verdadeiro sínodo, mas tão só uma reunião para sedimentar o que já foi decidido pela burocracia, existe a de ordenação de homens casados, os viri probati. Particularmente, sempre fui a favor de algo assim, contudo, não dá para chancelar o que vem sendo “debatido” em Roma, pois ao invés de uma discussão com espírito maduro, que entende que o peso da obrigatoriedade deve ser tirado do dom do celibato, e que também compreende a possibilidade de a homens com duas vocações serem abertas outras oportunidades na evangelização e no pastoreio do Povo de Deus, o que temos é  a alimentação de uma agenda feita para minar a doutrina da Igreja e esconder os verdadeiros problemas eclesiológicos da região. Como resposta a tal loucura, publico agora uma reflexão feita pelo Pe. Martin Lazarte, um salesiano uruguaio que foi missionário na África e em vários países na América do Sul, que considero o melhor texto que já li sobre o tema. O artigo apareceu inicialmente em italiano, no jornal Settimana News (12 de agosto), e depois encontrei uma versão dele em inglês no site Asia News (em duas partes, aqui e aqui) e, finalmente, uma tradução na página do Instituto Humanitas da UNISINOS.

Amazônia: Os “viri probati” são uma solução?

Nas mídias de comunicação social, nos debates e nas assembleias de “escuta” sobre o Sínodo pan-amazônico, ouvimos repetir que uma das soluções para resolver o problema da evangelização e o acompanhamento das comunidades cristãs amazônicas, seria a ordenação presbiteral dos chamados “viri probati”, laicos casados, reconhecidos na comunidade por sua integridade de vida e testemunho cristão.

O tema em si é um argumento válido e suscetível de estudo e de discernimento na Igreja, particularmente consciente dos desafios pastorais do mundo de hoje e da tradição das Igrejas orientais a esse respeito.

O problema de fundo não está no tema em si, mas na oportunidade e nas motivações com as quais abordar o tema no Sínodo pan-amazônico, levando em conta a realidade atual.

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Crise Eclesiologia

O Sínodo não existe

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Crise

Ainda acreditam em Cristo?

Ruína de missão jesuítica no RS

Artigo do Prof. José Luiz Delgado, publicado no Diário de Pernambuco (11 de outubro de 2019 – com pequenas harmonizações de estilo):

O Estado, a Igreja e os índios

A Constituição praticamente se encerra com o capítulo sobre os índios, e nele adota uma perspectiva nova, diferente das constituições anteriores. O que antes prevalecia era a ideia da “incorporação dos silvícolas à comunhão nacional”. É o que as disposições constitucionais anteriores buscavam. Na atual, não há uma palavra sequer nesse sentido. O que se fala é da obrigação de respeitar a cultura própria dos índios, seu modo de ser, “sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições”. Decorrerá daí que não quer ela essa incorporação, ou a tem como ilícita ou nociva?