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Espiritualidade

A Imitação de Cristo, uma leitura eminentemente quaresmal

Vídeo do Prof. Angueth:

A crítica ao prefácio a que ele se refere pode ser lida aqui.

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Apologética Cultura

Degradação da cultura, carnaval e catolicismo

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Política

Lula pode. Ministra, não.

Os críticos à nomeação da deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ) ao cargo de ministro do trabalho, alegando que ela sofreu condenação da Justiças do Trabalho, são basicamente os mesmos que defendem a candidatura presidencial de político condenado por corrupção, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Até empunham faixas para sustentar o besteirol de que “eleição sem Lula é fraude”. É extraordinário o talento de Michel Temer para escolher mal os seus auxiliares, mas ele tem o direito de fazê-lo. E de empossá-los. Se Cristiane Brasil respondeu a ação trabalhista, como a maioria dos empregadores brasileiros, Lula está condenado por ladroagem. Advogados próximos ao PT, que impedem na Justiça a posse da ministra, curiosamente não ameaçam a candidatura política de político ladrão. Além da condenação a 9 anos e meio de cadeia por corrupção, Lula responde a seis outros processos igualmente graves.

– Cláudio Humberto

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Liturgia Nossa Senhora Oração

Apresentação do Ofício Parvo da Bem-Aventurada Virgem Maria

Texto de Theo Keller publicado na edição do Ofício Parvo da Baronius Press (com adaptações e acréscimos):

O Ofício Parvo da Bem-Aventurada Virgem Maria é um dos brevia parva, um pequeno breviário. Em termos mais claros: é um ofício divino reduzido retirado do Comum de Nossa Senhora do Breviário Romano. Ele contém as Matinas, as Laudes, a Prima, a Terça, a Sexta, a Noa, as Vésperas e as Completas, e foi organizado de modo a atender às necessidades devocionais e litúrgicas de muitos leigos e de um grande número de comunidades religiosas engajadas no apostolado ativo.

Alguns desses pequenos breviários são relativamente recentes, sendo produtos do movimento litúrgico do começo e da metade do século XX. Já o Ofício Parvo da Bem-Aventura Virgem Maria, embora não seja o mais antigo, tem a honra de ser o mais popular entre eles.

Esse ofício foi a oração de centenas, talvez milhares, de comunidades religiosas, a maioria delas, como já foi dito, envolvidas no apostolado ativo, mas também de algumas contemplativas, como a das Irmãs da Visitação, que tinham no Ofício Parvo sua principal forma de oração litúrgica. E, geração após geração, existiram milhares de leigos sozinhos, ligados a comunidades religiosas como terciários ou oblatos, ou ainda membros de ordens de cavalaria, que também rezavam as Horas de Maria.

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Eventos

90 anos da paróquia de Nossa Senhora da Soledade

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Arte

O Silmarillion

Nos livros de J. R. R. Tolkien, as sementes do Verbo estão espalhadas para ajudar o leitor a romper as cadeias do materialismo e encontrar, finalmente, o mito que se fez carne. Mas por que alguém deveria “perder seu tempo” lendo Tolkien ao invés das Sagradas Escrituras ou de um livro de teologia? Pe. Paulo Ricardo, no vídeo acima, tenta responder a essa questão.

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Apologética

O mito da violência religiosa