Remexendo velhos recortes de jornal encontrei ume texto do Prof. Ângelo Monteiro de 2012 (21 de janeiro, Jornal do Commercio) que apesar de ter quase quatro anos está cada vez mais atual, visto que o mal que ele identifica só se agudizou, como no caso da tal “ideologia de gênero”. Vamos a ele:
Somente com a morte do grande guia Kim Jong-il e seu interminável funeral é que poderíamos visualizar a verdadeira dimensão de uma ideologia em seu caráter principalmente mortal. Nada mais patético que o pranto de uma multidão ante a morte de um sinistro e sanguinolento ditador: é como se todos fossem compelidos, além de suportar seu terrível tipo de vida, a se sujeitar a tal morte para readquirir a própria sobrevivência. Ou como se o Inferno estivesse chorando a despedida de Satanás por temer sua ainda mais perigosa ressurreição: no caso a substituição de Kim Jong-il por Kim Jong-un.

