Análise linha a linha do Motu Impróprio Traditiones Custodes feita por Dr. Peter Kwasniewksi e Cameron O’Hearn:
Análise linha a linha do Motu Impróprio Traditiones Custodes feita por Dr. Peter Kwasniewksi e Cameron O’Hearn:

Um vídeo interessantíssimo sobre as características da grande apostasia que precederá o Juízo segundo o Cardeal Manning (lembro aos leitores que a indicação do vídeo não implica numa aderência ao erro sedevacantista, propagado pelo seu autor, mas apenas chama à reflexão sobre o que escreveu citado cardeal):
Texto de Joathas Bello publicado originalmente no Facebook, que vem muito a calhar nos dias em que vivemos, nos quais restrições à celebração da Missa no rito romano tradicional são novamente cogitadas pelas autoridades eclesiais, perfazendo um novo capítulo nos abusos de autoridade que se seguiram à má recepção do Vaticano I:
Um Rito é uma “ação”, por isso o Missal só foi codificado depois de séculos de ação experimentada, provada, ratificada.
O Missal é o resultado da ação ritual dos tempos, não o seu princípio.
Ao longo dos tempos, foi se desenvolvendo, nas distintas tradições rituais ocidentais e orientais de origem apostólica, aquilo que corresponde à atualização da ação ritual originária (o que estava incoativamente na Última Ceia), através da piedade concreta dos papas, dos bispos e sacerdotes santos, da assunção prático-ritual do desenvolvimento do dogma eucarístico, das interseções reais de tradições a princípio distintas (romana x galicana), e também vão se incrustando elementos deformados, que devem ser purificados e excluídos.

A Missa será na recém restaurada Igreja de Nossa Senhora da Conceição dos Militares:
Análise de um “insider” na Cúria Romana sobre o que é crível ou não nas notícias sobre um possível parêntesis ao Summorum Pontificum e o perigo de guerra civil caso as piores suspeitas se concretizem.
Commander Reportedly Tells Troops ‘White People Are Part of the Problem’
O identitarismo começa a ameaçar o exército americano.
The Brave Greek Priest Who Held a Divine Liturgy in Hagia Sophia in 1919
A incrível história da última Missa celebrada em Santa Sofia, Constantinopla, que não foi em 1453, mas em 1919.
Irish couple aborts son with ‘fatal foetal abnormality,’ then finds out he was perfectly healthy
Casal irlandês que aceitou um aborto a conselho de médicos, porque seu filho nasceria com sérios problemas, descobriu depois que a criança era perfeitamente saudável. No “mundo do aborto” os horrores se sucedem diariamente.
Origem laboratorial da peste chinesa – série de artigos de Flávio Gordon para a Gazeta do Povo nos quais a origem laboratorial do Sars-Cov-2 é analisada:
Uma rápida análise sobre a origem, prática e importância do Ofício Divino.
Uma análise sobre o fenômeno dos jovens padres midiáticos, que defendem, com fala mansa, a revolução identitária dentro da Igreja, mas vivem como pequenos burgueses.
The Enemies of Summorum Pontificum Want War!
Mais “fofocas” sobre possíveis restrições às celebrações no rito romano tradicional e à vida espiritual que existe ao redor dele.
Fired by Bot at Amazon: ‘It’s You Against the Machine’
Algoritmos demitem pessoas na Amazon e a apelação para pessoas reais é quase impossível. Esse mecanismo só fará crescer as tensões nas relações de trabalho caso se espalhe por outras empresas.
Trechos de um ótimo texto sobre o gênero na língua portuguesa e a polêmica em torno dele suscitada pelos divulgadores da ideologia de gênero:
Segundo pesquisadores da área, usar o gênero masculino para se referir a um grupo de pessoas, homens e mulheres, não é uma forma de preconceito. A origem desse uso estaria no latim – que lançou as bases da língua portuguesa e de outras línguas latinas, como o francês e o espanhol.
Assim, se o que é visto como gênero masculino, na verdade é um gênero neutro, não há prevalência do masculino nos discursos – o ponto que seria criticado ao sugerir a substituição de “o” por “x”, por exemplo. O único gênero que recebe marcação na língua portuguesa é o feminino.
É isso que aponta o linguista Joaquim Mattoso Câmara Jr., em pesquisas sobre linguagem desenvolvidas desde a década de 1940. No artigo “Considerações sobre o gênero em português”, um dos principais trabalhos produzidos no Brasil sobre o tema, o linguista explica que o gênero feminino é, em português, uma particularização do masculino. Essa particularização é feita pela terminação “a”, que é diferente da terminação neutra “o”.
Recentemente o pesquisador e professor da Unicamp Sirio Posseti destacou que a única marcação de gênero é o feminino. “Os nomes [substantivos] com marca de gênero, em português, coincidem exatamente com os que estamos acostumados a considerar femininos. Os outros casos, todos, seriam considerados sem gênero (inclusive os nomes considerados masculinos)”, diz.
“É por isso que dizemos ‘o circo tem dez leões’ mesmo que tenha cinco leões e cinco leoas, mas não dizemos, no mesmo caso, que tem dez leoas. Também é por isso que se pode dizer que ‘todos nascem iguais em direitos…’, o que inclui as mulheres, mas não se incluiriam os homens se a forma fosse ‘todas nascem iguais em direitos…’.”, explica Posseti.
Essa regra, chamada por pesquisadores da área de “masculino genérico”, surge nas origens da língua portuguesa. No latim, as palavras podiam receber três marcações de gênero: feminino, masculino e neutro – este último com a terminação “u”. Na transição do latim para o português, a semelhança entre masculino e neutro fez com que ambas as categorias fossem resumidas em uma só, que hoje entendemos como masculino.
Esse tipo de falta de conhecimento somada à loucura é que está na base de cenas constrangedoras como a seguinte: