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Pastoral

Pastoral Coletiva

Apresento aos leitores a Pastoral Coletiva da Igreja no Brasil de 1915, conformada ao Código de Direito Canônico de 1917 e o Concílio Plenário Brasileiro.

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Crise Eclesiologia

Jacques Maritain e a crise

Uma palestra do Prof. Joathas Bello sobre a relação do pensamento de Jacques Maritain e a situação da Igreja no Brasil atualmente:

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Liturgia Nossa Senhora

Uma edição extraordinária do Ofício Parvo

Os leitores fieis sabem que sempre defendi o Ofício Parvo de Nossa Senhora como a melhor opção de Ofício Divino para os leigos e mesmo para certos religiosos de vida ativa. Não é a toa que criei uma página sobre o assunto, onde reúno o material que já publiquei sobre o tema, e folgo em saber que ela serviu para muitos conhecessem essa forma de oração litúrgica que ficou enterrada após o desastre conciliar.

Infelizmente, as edições físicas a venda no Brasil pecavam por uma certa falta de esmero; o relançamento do Horas Marianas pelo Diogo do Controvérsia Católica pareceu suprir essa lacuna, mas problemas na concretização da publicação e na logística de seu envio arrefeceram essa impressão. Além disso, embora cada uma delas tenha certos recursos positivos, nenhuma apresenta um equilíbrio entre as possibilidades existentes; por exemplo, enquanto a edição do Mosteiro da Santa Cruz me parece melhor para o neófito na organização do texto, já que os ofícios I, II e III são apresentados na sua integralidade, tirando a necessidade de muitas idas e vindas no livro, a do Horas Marianas resgata as comemorações opcionais de modo único, mas peca na organização.

Por isso incentivei e participei da construção de uma nova edição, que reúne o que há de melhor nas outras, e que traz uma grande novidade (que nenhuma outra edição comercial publicada no mundo tem): a notação gregoriana necessária para o canto do Ofício Parvo. Além disso, ela segue as rubricas de São Pio X, mas em anexo tem o necessário para quem quiser rezar o ofício seguindo o esquema legado por Trento.

A nova edição está em pré-lançamento, com um bom desconto no preço. Aproveitem!

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Espiritualidade

As três quedas de Nosso Senhor

Algumas das luminosas e confortadoras palavras que Dr. Plinio Corrêa de Oliveira disse ao longo de uma conversa de domingo, em um longínquo 20 de setembro de 1970, a sócios e cooperadores da TFP brasileira e de outras entidades co-irmãs e autônomas.

Uma tentativa de transcrição pode ser lida aqui.

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Espiritualidade

Relógio da Paixão

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Cultura Educação Pastoral

Educação do imaginário

Anos atrás me deparei com alguns textos e vídeos, geralmente vindos de grupos “tradicionalistas”, criticando a educação do imaginário no modelo pleiteado por Olavo de Carvalho e pensadores semelhantes que, incrivelmente, resvalavam em críticas sobre Tolkien e sua obra. Nunca tive paciência para lê-los totalmente ou para ver tais vídeos, pois a postura ao mesmo tempo tosca e pedante de quem os publicava era-me nauseante. O erro deles é óbvio, mas eu nunca tinha parado para racionalizar uma crítica; então, ao me deparar com um post no FB do confrade Sérgio Meneses, li um texto que caiu como uma luva sobre o que penso e, assim, resolvi publicá-lo aqui:

Esse desprezo de alguns no meio católico tradicional pela simples menção da ideia de uma “educação do imaginário” é bem ridículo, além de ser uma fábrica de analfabetos pretensiosos. É irônico e engraçado que às vezes citem Santa Tereza dizendo que “a imaginação é a louca da casa”, sem perceber que é justamente por isso que ela precisa ser educada… Sem um imaginário cultivado pela grande literatura, dificilmente se chega a compreender com mais profundidade os grandes temas da Sagrada Escritura, como aliás mostra São Jerônimo em seus comentários ao Antigo Testamento, repletos de analogias com os mitos pagãos. A “educação do imaginário” por meio da literatura latina permeou toda a educação medieval (cf. E. R. Curtius) e todos os escolásticos passaram anos estudando Virgílio, Ovídio e Lucano antes de começarem a estudar filosofia. Essa postura de “incultura militante” de católicos apuritanados é o exato oposto da atitude que os primeiros dezesseis séculos de cristianismo tiveram frente à literatura e ao cultivo do imaginário.

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Eventos Liturgia

Tríduo 2024

Programação do Tríduo Pascal no rito romano tradicional em Recife:

Lembro que na quarta-feira, a partir das 15h, haverá um mutirão de confissões.

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Apologética Crise Eclesiologia

Crescimento da Igreja na Coreia do Sul

O crescimento da Igreja na Coreia do Sul, relatado no vídeo abaixo, para mim, demonstra que as raízes dos problemas eclesiais no Ocidente não podem ser explicados apenas como uma consequência do Vaticano II ou da “reforma litúrgica”:

Notem que as mulheres mantiveram o costume de usar o véu.

OBS:

1) Essa reportagem me lembrou uma religiosa, beneditina missionária, de origem coreana que conheci no começo do século. Foi a religiosa mais comprometida com sua vocação e com a evangelização com quem já topei; recordo dela tentando diferenciar o vos do vós nos textos em português da Liturgia das Horas e de sua presteza em ensinar música para seminaristas vindo dos sofrível sistema de ensino de nosso país. Se muitos coreanos forem como ela (e parece que é assim), temos um claro sinal de que a saga da Igreja nesta terra de exílio ainda tem muitos “episódios antes do fim”.

2) Recentemente li alguns textos sobre o ambiente religioso da Coreia no período anterior à II Guerra, em especial no que é hoje a Coreia do Norte. É interessante que do lado protestante se fala em algo semelhante ao que ocorreu nos EUA durante o nascimento do neopentecostalismo e do lado católico havia a face mais organizada a vibrante da Igreja. Ficaram dúvidas em minha alma: será que a implementação do comunismo nessa região não é uma obra feita de propósito para barrar a propagação do Evangelho? Será que o próprio governo da Coreia do Norte, ao perseguir os cristãos e ao incentivar o culto pagão a seus ditadores, não faz isso porque sabe que na alma do povo há uma tendência à conversão ao Evangelho que só precisa ser alimentada?