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Palestra do Prof. Sidney Silveira:

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A monarquia na moderna realidade brasileira

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Extraordinário: a verdade sobre a segurança pública

 

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D. Alcuin Reid comenta sobre o Cardeal Sarah

197A4715D. Alcuin Reid, um monge beneditino francês que é uma das maiores autoridades litúrgicas da atualidade, em especial no campo dos que advogam uma reforma da reforma, deu recentemente uma entrevista à Rádio Maria dos EUA sobre a recente recomendação do Cardeal Sarah para que se celebre ad orientem. Na entrevista, que vocês podem ouvir abaixo, ele esclarece alguns pontos da fala do Cardeal, mostra qual o âmbito de ação do que ela propõe e analisa uma parte das reações a ela:

Cardial SarahSem dúvida, o Cardeal Sarah provou que o Papa Francisco não é o único bispo (ele é o bispo de Roma) capaz de chacoalhar a Igreja de Jesus Cristo.

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Volkgeist armorial

Tenho muitas diferenças com o Prof. Flávio Brayner, do Centro de Educação da UFPE, não só no campo pedagógico, mas também no político e estético; contudo, é sempre bom confrontarmos aquilo em que acreditamos com uma visão crítica, em especial se esta é feita como que por um observador externo, que destrincha esquematicamente o que tomamos por verdade, e, desse modo, o seguinte artigo dele (Jornal do Commercio, Recife, 29 de julho de 2016 – com adaptações), que analisa o fundamento das ideias de Ariano Suassuna, às quais me filio, é mais do que interessante:

Ariano, falecido há dois anos, era um espírito brincalhão e gostava de contar a história de certo jovem, com cara de hyppie, bolsinha de couro, óculos redondo que pergunta em uma de suas aulas: “Ariano, você não acha que o rock é o sim universal?” Ao que Ariano responde: “Meu filho, som universal só conheço três: arroto, espirro e bufa!”

volksgeistA brincadeira assinala o que há de mais convicto nas ideias estéticas de Ariano. Ele vinha da tradição romântica, que depositava nas expressões culturais particulares a autêntica alma de um povo (volksgeist) à época da formação tardia dos estados nacionais: a “burguesia” era cosmopolita demais e seus valores abstratos; já no “povo” residia aquela alma cultural autêntica em que cada nação poderia fundar sua “identidade”. Daí porque quando falamos de “cultura popular” achamos que estamos diante das “raízes” culturais e contrastamos essa cultura com a de “massas” que não teria nada de autêntico. Ariano, inimigo declarado desta última (guitarra com maracatu era crime de lesa cultura!), acreditava que a resposta que se pode oferecer à nação encontrava-se nas bases eruditas da cultura cavalheiresca, cortesã, trovadoresca e picaresca do fim da Idade Média e que nos teria chegado através da colonização portuguesa. Esta estética “armorial”, herdeira de uma aristocracia de brasão e que também agregava elementos de soteriologia sebastianista, daria à nossa cultura popular remotas origens medievo-ibéricas, que Ariano farejava na cultura sertaneja, e que poderia servir de base a uma resposta erudita à nossa brasilidade (tema analisado pela professora Thereza Didier em sua tese de doutorado defendida na USP).

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Esquerdopatia: dois pesos e duas medidas

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