Nessa excelente entrevista em vídeo, o escritor e cientista político Jorge Caldeira fala sobre seu novo livro, Nem Céu, Nem Inferno, e explica por que grandes clássicos da análise do Brasil, como Caio Prado Jr. ou Celso Furtado, já não podem guiar os estudos sobre o país. “O conhecimento progride. Os clássicos não dispunham de informações que novas bases de dados e a antropologia, por exemplo, trouxeram recentemente”, diz Caldeira. “Hoje sabemos quem em 1800 a economia interna brasileira era o dobro da portuguesa. Não podemos continuar repetindo um enredo em que tudo se resume à exploração da colônia pela metrópole.” O escritor ainda se reporta sobre outros mitos esquerdistas, demonstrando, por exemplo, que ao contrário do que se acredita, a grande força produtiva do Brasil colônia não era a escravidão, mas os pequenos produtores independentes. Vale ver e vale ler o livro depois.
Autor: Thiago
Brasileiro nos costumes, trabalhista na economia, lusotropicalista na religião 😉
Bom texto contra os protestantes.

Texto original aqui.
Tradução por Karlos Guedes.
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Sola Scriptura: suficiência formal versus material
Há uma distinção muito crítica a qual os católicos devem sempre ter em mente quando se discute o tema da Sola Scriptura. Ela determina se a doutrina da Sola Scriptura é verdadeira ou não e consiste em suficiência “material” ou suficiência “formal” da Escritura.
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As Completas
Vou analisar as Completas do rito gregoriano (com base na tradução de um verbete da Enciclopédia Católica de 1967), falando de sua origem, temática e estrutura (gostaria de frisar a questão do rito, porque essa hora canônica pode ter, por exemplo, uma temática diferente a depender do rito em que se insira).
As Completas são a última oração do dia, fechando o ciclo litúrgico do Ofício Divino. Seu conteúdo indica que ela deve ser rezada pouco antes do recolhimento da noite. Como a Prima, as Completas se originaram em círculos monásticos. João Cassiano (+ 435) foi o primeiro a fazer alusão a elas. Ao descrever as práticas monásticas de seus dias, ele menciona que os monges orientais tinham o costume de nas noites de domingo se reunirem para cantar alguns Salmos no dormitório (De inst. cenob. 4.19; PL 49:79). A Regra de Aureliano de Arles (+ 585) dispõe que os monges devem recitar o Salmo XC e as Preces antes de se recolherem (PL 68:395, 405).
Se a celebração da Missa já é uma “ação de graças”, por que é preciso fazer alguns minutos de ação de graças depois da comunhão? Não seria essa uma repetição desnecessária? Neste novo vídeo do Pe. Paulo Ricardo, saiba como o sacramento da Eucaristia age em nossa vida espiritual e descubra por que, afinal, a oração após a comunhão é tão importante para a cura tanto do nosso corpo quanto da nossa alma.
A “tentação” de Jesus
Texto original: Pela Fé Católica.
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«Foi Jesus levado pelo Espírito ao deserto para ser tentado pelo demônio».
Assim começa o Evangelho do I Domingo da Quaresma. Nosso Senhor quis Se permitir ser “tentado” pelo Diabo. A tentação teve por tática uma gradação ascendente de vilania e baixeza.
Imbecilidade da semana
Hoje no Jornal do Commercio (Recife) li a seguinte colocação do coordenador de medicina fetal do Centro Integrado Amaury de Medeiros (CISAM – que também poderíamos chamar de Cabeças Inocentes Monstruosamente Amputadas, dado o fato de lá se realizarem “abortos legais” desde a década passada):
O termo seria interrupção prematura da gravidez [nota: não pode ser aborto porque em geral o diagnóstico intraútero da microcefalia é tardio, dado geralmente após 30ª semana]. Nesse caso, o bebê vai nascer vivo. E quem vai decidir se ele continuará vivo ou não?
(…)
Não acho certo ou errado a mãe querer interromper a gestação de um bebê com microcefalia. A partir do momento em que o assunto se torna institucional, é importante pensar em todas as etapas, que a gestação será interrompida, mas as crianças vão nascer vivas.
Oi?????????? Então se afirma que as crianças vão nascer vivas e que, portanto, poderão ser mortas fora do útero, mas isso não é certo ou errado, é apenas um procedimento burocrático? Mengele deve estar controlando telepaticamente os “doutores” lá do inferno onde recebe por toda a eternidade a paga da sua atuação na medicina.
A lei da abstinência
O Evangelho desta primeira 6.ª-feira da Quaresma no rito paulino nos fala de uma realidade hoje quase esquecida: o jejum. Aproveitado-se dessa leitura, Padre Paulo nos explica de que modo devemos cumprir o quarto mandamento da Igreja: “Jejuar e abster-se de carne”. Afinal de contas, quais são os dias de penitência? O que devemos fazer para obedecer com fidelidade às leis de Deus e aos preceitos de nossa Mãe Igreja? Assista à homilia desta 6.ª-feira e descubra as respostas!
