Autor: Thiago
Brasileiro nos costumes, trabalhista na economia, lusotropicalista na religião 😉

Um texto que pode servir de reflexão para aqueles que vão à Missa Tradicional e por algum motivo não conseguem uma explicação naquilo que ele difere do rito novo.
Neste domingo, o Evangelho é a “Parábola dos trabalhadores na vinha”, em que o dono da vinha contrata alguns que trabalham o dia inteiro por uma certa quantia. Depois ele contrato outros, mas já ao fim do dia.
Ao fim do expediente, o dono chama os últimos e lhes paga a mesma quantia que acertara com os primeiros. Estes pensam que receberam mais que o acordado, já que trabalharam mais…
Jesus existiu?
Aqueles que querem destruir o cristianismo afirmam que Jesus Cristo nunca existiu… porém… será mesmo que eles conseguem provar a inexistência de Cristo?
Texto da consócia Fernanda Silva Fernandes:
Alguns anos atrás escrevi este texto a partir de discussões no orkut com protestantes. Aquela velha discussão sobre imagens… Peço desculpas por eventuais erros.
A Semiótica, disciplina inserida no corpo de estudos da Comunicação Social, é “o processo de construir uma interpretação.” É a ciência de toda e qualquer linguagem não-verbal. Da interpretação surge o intérprete. Um objeto ligado a um signo cria um interpretante (construção da significação a partir de um fenômeno), que por sua vez faz surgir outro signo.
Objeto -> Signo -> Interpretante -> Signo -> Objeto -> Interpretante…
A veneração aos restos mortais dos santos não seria apenas um resquício de superstição pagã ainda impregnada no seio da Igreja Católica? Qual o sentido dessa veneração? O que a Igreja ensina acerca das relíquias?
Certa vez tive uma discussão com o confrade Karlos sobre as vestimentas dos acólitos no rito romano tradicional e, pesquisando para fazer um texto sobre esse assunto, encontrei uma resposta interessante num exemplar da Revista Eclesiástica Brasileira de setembro de 1951 sobre a recitação do segundo Confiteor dos fiéis na Missa. É bom notar que alguns anos atrás essa oração foi alvo de uma polêmica bizantina levantada por questionadores legalistas que achavam que pelo fato dele não estar previsto nas rubricas atuais da Missa no rito de São Gregório, não se deveria recitá-lo. Isso demonstra um desconhecimento de como a liturgia se desenvolveu ao longo do tempo, ou seja, da importância do reto costume no rito tradicional.
Bem, sem mais a acrescentar, transcrevo agora o texto da revista:
Em que preciso momento deve ser recitado o “Confiteor” para a comunhão “intra missam”? Razão desta consulta: Varia muito o momento de recitação do Confiteor, pelo acólito, intra missam. Ora quando o sacerdote acaba o “Domine, non sum dignus”; ora quando comunga sob a espécie de pão; ora quando acaba de sorver o Precioso Sangue; ora quando abre o sacrário, como se essa abertura fosse o sinal para o Confiteor e não o contrário…
O niilismo dos libertários
Circuncisão do Senhor (Oitava do Natal)
“Chegado o dia oitavo, em que se devia circuncidar o Menino, foi-lhe posto o nome de Jesus” (Evangelho)
A liturgia deste dia celebra três festas.
A primeira é a que os antigos sacramentários designavam sob o título de “Oitava do Senhor”. É realmente, na sua maior parte, uma Missa de Oitava a Missa de hoje, já que muito próxima das missas do Natal.
Celebrava-se outrora na Basílica de Santa Maria Maior uma segunda Missa em honra da Mãe de Deus. Resta dela um vestígio na Oração, Secreta e Pós-Comunhão tiradas da Missa votiva da Santíssima Virgem, e nos Salmos de Vésperas, extraídos do Ofício de Nossa Senhora. São particularmente belas as Antífonas de Vésperas e a preferência por elas dada à Santíssima Virgem revela a delicada atenção da Igreja em reconhecer quanto deve à Mãe do Salvador.
