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Dica para corais

Uma dica do confrade Karlos:

Para corais sem experiência as partes próprias da Missa pode ser cantada em tom salmódico. E no caso de menos experiência ainda, só é necessário cantar, do próprio, o Gradual e o Aleluia (ou o Tracto, quando for conveniente) em tom salmódico. Fica sempre obrigado o canto do ordinário.

Para o ordinário, a Congregação dos Ritos, a fim de fomentar a participação do povo permitiu o que os missais dos fieis chamam de “Missa Usual” (são peças mais fáceis).

A Missa Usual consta de: Kyrie, Sanctus, Agnus Dei da Missa XVI (que é a Missa para as férias do Tempo Comum) e Gloria e Ite da Missa XV (que é para o Tempo do Natal).

PS1: Lembrando da possibilidade de usar para o Gloria os ad libitum (sempre permitidos para qualquer Missa, a não ser rubrica em contrário); entre todos, recomendo o Ambrosiano (que é bem fácil, por ser quase todo em tom reto).

PS2: O Ite da Missa XV (o mais fácil de todos) pode ser usado em qualquer Missa em que o ele é cantado sem aleluia.

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Vai que…

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Domingo da Septuagésima

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Um texto que pode servir de reflexão para aqueles que vão à Missa Tradicional e por algum motivo não conseguem uma explicação naquilo que ele difere do rito novo.

Neste domingo, o Evangelho é a “Parábola dos trabalhadores na vinha”, em que o dono da vinha contrata alguns que trabalham o dia inteiro por uma certa quantia. Depois ele contrato outros, mas já ao fim do dia.

Ao fim do expediente, o dono chama os últimos e lhes paga a mesma quantia que acertara com os primeiros. Estes pensam que receberam mais que o acordado, já que trabalharam mais…

Texto aqui.

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Jesus existiu?

Aqueles que querem destruir o cristianismo afirmam que Jesus Cristo nunca existiu… porém… será mesmo que eles conseguem provar a inexistência de Cristo?

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Apologética

Simbolismo na Igreja através da ótica da Semiótica

Texto da consócia Fernanda Silva Fernandes:

semiotica_diagrama2Alguns anos atrás escrevi este texto a partir de discussões no orkut com protestantes. Aquela velha discussão sobre imagens… Peço desculpas por eventuais erros.

A Semiótica, disciplina inserida no corpo de estudos da Comunicação Social, é “o processo de construir uma interpretação.” É a ciência de toda e qualquer linguagem não-verbal. Da interpretação surge o intérprete. Um objeto ligado a um signo cria um interpretante (construção da significação a partir de um fenômeno), que por sua vez faz surgir outro signo.

Objeto -> Signo -> Interpretante -> Signo -> Objeto -> Interpretante…

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Por que a Igreja permite a veneração das relíquias?

A veneração aos restos mortais dos santos não seria apenas um resquício de superstição pagã ainda impregnada no seio da Igreja Católica? Qual o sentido dessa veneração? O que a Igreja ensina acerca das relíquias?

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Liturgia

Quando deve ser recitado o segundo Confiteor na Missa

Certa vez tive uma discussão com o confrade Karlos sobre as vestimentas dos acólitos no rito romano tradicional e, pesquisando para fazer um texto sobre esse assunto, encontrei uma resposta interessante num exemplar da Revista Eclesiástica Brasileira de setembro de 1951 sobre a recitação do segundo Confiteor dos fiéis na Missa. É bom notar que alguns anos atrás essa oração foi alvo de uma polêmica bizantina levantada por questionadores legalistas que achavam que pelo fato dele não estar previsto nas rubricas atuais da Missa no rito de São Gregório, não se deveria recitá-lo. Isso demonstra um desconhecimento de como a liturgia se desenvolveu ao longo do tempo, ou seja, da importância do reto costume no rito tradicional.

Bem, sem mais a acrescentar, transcrevo agora o texto da revista:

Em que preciso momento deve ser recitado o “Confiteor” para a comunhão “intra missam”? Razão desta consulta: Varia muito o momento de recitação do Confiteor, pelo acólito, intra missam. Ora quando o sacerdote acaba o “Domine, non sum dignus”; ora quando comunga sob a espécie de pão; ora quando acaba de sorver o Precioso Sangue; ora quando abre o sacrário, como se essa abertura fosse o sinal para o Confiteor e não o contrário…

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Política

O niilismo dos libertários