
“Le silence des peuples est la leçon des rois.”
Brasileiro nos costumes, trabalhista na economia, lusotropicalista na religião 😉

“Le silence des peuples est la leçon des rois.”
Quando eu leio a Bíblia, não vejo muito sentido na forma como os versículos são divididos. Alguns vêm no final de frases e parágrafos, outros não. Por que a Bíblia foi escrita dessa maneira?
A Bíblia não foi escrita dessa maneira. A numeração dos versículos foi introduzida bem tardiamente, logo após a invenção da imprensa.
As primeiras cópias manuscritas da Bíblia eram escritas em grego em rolos de papiro, sem o uso de sinais de pontuação ou espaçamento. Com o passar do tempo, foi desenvolvido o “códice” ou “livro”, formado por páginas [sobrepostas] e uma lombada, tal como o conhecemos hoje; só mais tarde ainda é que veio a impressão.
Conforme os impressores trabalhavam na produção de edições da Bíblia, acharam conveniente encontrar e marcar as seções do texto colocando números ao lado das seções. Isso provou ser bastante conveniente não só para os impressores, como também para outros leitores da Bíblia.
A numeração não foi colocada com outra finalidade senão ajudar a localizar as seções do texto. Podemos dizer que era como ter as linhas de latitude e de longitude em um mapa.
Aprofundando essa organização, Stephen Langton, cardeal e arcebispo da Cantuária, por volta de 1226, dividiu os livros da Bíblia em capítulos. Os capítulos foram divididos em versículos nos anos 1500, sendo a forma usual realizada em 1551, por um impressor chamado Robert Etienne, também conhecido como Stephanus.
Fonte: Catholic Answers, This Rock Magazine, 2001; tradução livre: Carlos Martins Nabeto.

Um demônio apareceu a três monges e disse-lhes: se eu desse a vocês poder para mudar algo do passado, o que vocês mudariam?
O primeiro deles, com grande fervor apostólico, respondeu: “Eu evitaria que você fizesse cair Adão e Eva no pecado para que a humanidade não se afastasse de Deus”.
O segundo, um homem cheio de misericórdia, disse-lhe: “Eu anteciparia sua condenação eterna”.
O terceiro deles foi o mais simples e, em vez de responder ao tentador, ajoelhou-se, fez o sinal da cruz e rezou dizendo: “Senhor, livra-me da tentação do que poderia ser e não foi”.
O demônio, dando um grito estridente e estremecendo de dor, desapareceu.
Os outros dois, surpresos, disseram-lhe: “Irmão, por que você respondeu assim?”
Ele respondeu: “Primeiro: nunca devemos dialogar com o Diabo. Segundo: ninguém no mundo tem o poder de mudar o passado. Terceiro: o interesse de Satanás não era provar a nossa virtude, mas prender-nos no passado, para que pudéssemos negligenciar o presente, o único momento em que Deus nos dá a sua graça e podemos cooperar com Ele para cumprir a sua vontade”.
De todos os demônios, aquele que mais pega os homens e os impede de serem felizes é o “O que poderia ter sido e não foi”.
O passado é deixado à Misericórdia de Deus e o futuro à sua Providência. Somente o presente está em nossas mãos. Viva o momento.
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Ano passado, isso aqui foi tomado como um absurdo pela mídia, pelos influenciadores e pelos próprios comunistas por razões óbvias: ninguém quer perder voto. Oito meses do primeiro ano de desgoverno e cada ponto do lado vermelho do cartaz se provou verdadeiro.