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Leituras selecionadas (09/2021)

Não precisa ser de direita para tentar entender por que Bolsonaro foi eleito

Entrevista com Josias Teófilo para a Revista Oeste falando sobre seu novo filme que, ao relacionar as revoltas de 2013 com a eleição de Bolsonaro, mostra como os movimentos de massa passaram a protagonizar a ação política, e como isso não foi entendido pela esquerda.

Mainline Protestantism: The wolves in sheep’s clothing have shed their fleeces

A eleição de um bispo transexual e o destaque dado a uma “pastora” que premiou uma abortista são as últimas maluquices do processo de decadência da “Igreja Luterana” nos EUA.

Traditionis custodes: os últimos cartuchos concilares?

O retorno à violência marcado com a publicação do Motu Impróprio revela o desespero dos lobos conciliares, que veem seu “projeto de Igreja” ruir rapidamente.

More Francis on “Traditionis custodes”: To a new visiting group of French bishops, Francis says, “Yes, I did it thinking about the USA.” (And additional important information.)

Mais informações sobre as motivações do Papa eleito na publicação do Motu Imprórprio e sobre o que ele pensa de sua implementação.

No tempo das catacumbas: D. Lefebvre celebra numa sala alugada em Norfolk, Inglaterra, em 14 de novembro de 1976, revelando o retrato da Igreja nessa época: o Santo Sacrifício relegado a salas, capelas privadas e hotéis, enquanto os bispos e o Vigário de Cristo estavam comprometidos com um programa que levaria milhões a perderem a Fé e a Igreja se tornar irrelevante socialmente.

Our Family Decision about the Great Catholic Migration

As agruras de uma mãe de família católica tendo de decidir se deve ou não migrar do lugar onde mora para preservar do melhor modo possível a liberdade de sua família em praticar a fé.

Para que existem as nações

Reflexão de Gustavo Corção sobre o significado da variedade de nações, e da própria existência delas, segundo os planos de Deus.

3 Swiss Guards Resign, Commander Reportedly Threatened as Vatican Enforces Vaccine

A vacinação obrigatória causou tensão e baixas entre a guarda síça.

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Eclesiologia Teologia

O sentido do mundo é acabar

quoteO sentido do mundo é acabar. Sua finalidade é o cumprimento do número dos eleitos.

E a Igreja, que é a criação perene, o Reino de Deus em germe que irá se manifestar plenamente, está no mundo para evangelizar, para salvar as almas, para educá-las para a virtude, para fomentar a caridade.

Não para “construir o mundo”, não para “cooperar com a fraternidade universal”, não para realizar “a unidade do gênero humano”.

– Joathas Bello (06/10/21, FB)

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Catequese

Símbolos da Fé e Credo Apostólico

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Eventos Nossa Senhora

Festa de Nossa Senhora do Rosário

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Crise Eclesiologia

O neoconservadorismo é um sintoma da crise

Texto de Joathas Bello publicado originalmente no Facebook:

quote“Quem vos fascinou para não obedecerdes à verdade, a vós, perante os olhos de quem Jesus Cristo foi evidenciado, crucificado, entre vós?” (Gl 3,1).

Há um tempo eu brinquei que os “continuístas” seriam, em seu tempo, defensores dos diabólicos Estêvão VI ou Alexandre VI. E não é que, na última semana, eu vi defesas entusiastas do último [que Daniel-Rops qualifica como “o pontificado mais deplorável de toda a história” – o historiador faleceu em 1965…]?!

O catolicismo moderno – não a Igreja em sua realidade essencial [que inclui seu magistério infalível e seus grandes santos, que são sua verdadeira voz e sua verdadeira face] – tornou-se um sistema idealista e legalista. A Fé tradicional ou “entregue” pelos antepassados foi reduzida socialmente a um sistema de ideias, garantido pela autoridade papal, numa sorte de agnosticismo imanentista, que não conhece mais a sabedoria mística, mas apenas uma devoção sentimental e uma meditação racional de permanentes principiantes infantilizados.

Agora, a outra face de uma tal ignorância da Encarnação e da Cruz de Cristo será necessariamente a gnose irracionalista ou fideísta que irá idolatrar a autoridade eclesiástica do papa. Se ele tem opções políticas claramente nocivas (seja o “ralliement” de Leão XIII ou o acordo atual com a China), ele “tem o conhecimento de elementos que nós não dispomos” (sic). Se ele argumenta de modo patentemente irracional, em conclusões que não envolvem qualquer mistério sobrenatural, mas que relativizam a verdade bem conhecida dos princípios (seja em passagens de Dignitatis Humanae, seja na nova pastoral de Amoris Laetitia, seja na mudança do Catecismo sobre a pena de morte), então “eu prefiro errar com o papa do que ser desobediente!” (sic), ou “ele tem o Espírito Santo, e vc não entende sua profundidade!” (sic).

Ah, meus irmãos! Quem os autorizou a se portarem como uns insensatos?! Recuperem a luz da inteligência, caríssimos, porque sem ela não pode brilhar a luz da Fé, nem o fogo da Caridade pode infundir a necessária coragem para enfrentar o mundo que invadiu a Igreja!

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História

Refletindo sobre a colonização

Quando o Conde esquece sua fixação contra Bolsonaro, ele volta a escrever coisas interessantíssimas, como fez recentemente (na aba “comunidade” de seu canal) ao refletir sobre a colonização ibérica na América (foram três postagens, que coloco em sequência, sendo cada uma equivalente a um parágrafo):

quoteNada mais irritante, nada mais artificial, nada mais forçado do que o chororô esquerdista pela cultura indígena anterior à colonização portuguesa e espanhola na América. A Igreja Católica fez um favor tremendo aos índios ao abolirem práticas abomináveis como os sacrifícios humanos e o canibalismo. Inclusive, quando os valorosos soldados de Hernan Cortéz, com seus morriões, espadas e mosquetões chegaram ao México, os povos índios mais oprimidos pelos rituais sanguinários dos aztecas se alinharam ao invasor espanhol. Os massacres da conquista do México por Cortez partiram de tribos rivais, aliadas dos espanhóis, que queriam se vingar das atrocidades aztecas. Depois, os dominicanos, franciscanos e jesuítas fizeram um trabalho revolucionário de converter um povo de assassinos e canibais em fiéis seguidores de Cristo. Os monges também combateram duramente a crueldade de alguns soldados e aventureiros espanhóis. A mudança espiritual chega a ser dramática. Os povos das missões, em poucos séculos, sabiam esculpir a carpintaria, criar arte, compor músicas e ler, além de rezar em latim. Quando não, na língua nativa. Os jesuítas ensinaram a música da Europa aos índios. E muito da música sacra colonial latino-americana era cantada em guarani, quéchua e nauatl. Nas terras portuguesas, gente do quilate de Anchieta convertia os índios com o teatro. Foram os jesuítas que combateram a escravidão indígena e a crueldade dos Bandeirantes. Inclusive, tanto os reis de Portugal e Espanha criaram leis de proteção aos índios, como ainda o direito das missões de se armarem contra os invasores. A missão era jurisdição da Igreja. É espantoso que nas guerras de independência na América Latina, os indígenas foram o braço armado mais leal da igreja e da monarquia espanhola. Lutaram contra a elite “criolla”, influenciada pelo liberalismo e pela maçonaria. A luta pela “independência” foi, na verdade, uma guerra civil. A vitória e a traição da elite criolla alimentou ainda mais o mito forjado da “leyenda negra” espanhola. Era preciso demonizar o passado imperial hispânico, justificar o processo de independência e legitimar o poder das oligarquias liberais e anglófilas vitoriosas. O indigenismo é filho da revolução liberal, como instrumento de propaganda ideológica, ainda que historicamente falsa. O paradoxo do “indigenismo” é que o índio era exaltado na retórica, quando na prática era massacrado em seus países. A esquerda, no século XX, radicalizou esse processo, nas crenças racistas de comunistas militantes como o peruano Carlos Mariatégui e outros. Culturas que praticam o canibalismo e o sacrifício humano não devem ser respeitadas. Devem ser extintas. A civilização hispânica (ou ibérica, como queiramos) salvou a América do atraso civilizatório e da crueldade. Os índios latino-americanos conscientes de sua tradição católica,, como os nativos do Pará e do Amazonas, agradecem pelos braços soldados de Cristo, que trouxeram o maravilhoso patrimônio da civilização hispânica.

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Catequese

A virtude da Fé

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Leituras selecionadas (08/2021)

Viktor Orbán is winning his culture war

Uma análise sobre como o primeiro-ministro da Hungria está ganhando a guerra cultural contra as forças que corroem outros países ocidentais.

Uma questão de maioria

Porque uma minoria convicta (os católicos tradicionalistas) incomoda tanto a burocracia modernista

As pedras clamarão

Análise do Arcebispo Viganò sobre as causa e consequências do Motu Impróprio.

Poland Reacts to the Motu Proprio

Reação dos poloneses ao Motu Impróprio e um panorama das celebrações no rito romano tradicional nesse país.

Eu vi lobos selvagens

Relato da conversão de um ateu estoniano.

Sobre a necessidade de uma fé mais profunda

Garrigou-Lagrange reflete sobre como as sociedades tendem à morte quando se afastam do catolicismo.

A Guerra Fútil da Outra contra o Catolicismo

A incompatibilidade entre o catolicismo e a religião do Vaticano II.

Anglican bishop defects to Rome after ‘testing’ personal struggle

Mais um bispo da Igreja Anglicana inglesa decide se converter ao catolicismo (sim, isso é possível mesmo em tempos de Francisco); no caso era o bispo de uma espécie de prelazia de paróquias que não aceitam a ordenação de mulheres.

O que Bolsonaro precisa fazer para vencer a disputa com o STF e ganhar as eleições de 2022

A política da negociação contra a política da ruptura se mostra, mais uma vez no nosso país, o caminho mais viável para a estabilidade.

The West After Kabul

O Ocidente não tem mais valores para sustentar uma guerra vitoriosa.

The California recall effort and why it should matter to all Americans

Como a quarentena sem lógica e limites uniu o povo contra o governador da Califórnia, dando um prenúncio do que pode vir nas próximas eleições de cada país ocidental.