
Autor: Thiago
Brasileiro nos costumes, trabalhista na economia, lusotropicalista na religião 😉
Em 19 de novembro do ano passado o site da FSSPX dos EUA publicou um artigo, não assinado, tratando da licitude moral do recebimento das vacinas para o coronavírus. Esse texto, por algum motivo, causou confusão na tradilândia, de modo que foi substituído por outro mais detalhado.
Aqui está o texto original; aqui o link com o arquivo da página.
Vou traduzir os dois (terão o mesmo título, mas com numeração 1 e 2). Vamos ao primeiro:

Na maior parte dos assuntos alvos de investigação científica, a Igreja não interfere, quando, contudo, há uma intersecção deles com a lei moral e divina, a esposa de Cristo fala e fornece orientação.
Nos últimos 14 dias, três vacinas experimentais mostraram resultados promissores no combate à propagação do COVID-19 (o coronavírus), reportando uma eficácia de 90% ou maior. Isso parece ser uma notícia encorajadora para todos que pretendem livrar suas vidas dos efeitos da pandemia.
Mas será que existem armadilhas morais nas vacinas? Os católicos têm obrigação moral de não aceitar essas vacinas? Para responder a essas questões, temos, em primeiro lugar, de entender que existem duas classes de vacinas atualmente em desenvolvimento: a sintética e a genética.

I e II Vésperas

Pergunta mandada por um leitor:
O que são a I e a II Vésperas no Ofício?
Algumas festas são de uma solenidade tão elevada que já principiam com as Vésperas do dia precedente, tendo, portanto uma no seu dia e uma no anterior. As Vésperas do dia precedente chamam-se primeiras, as do próprio dia segundas. Por exemplo, o dia de Páscoa principia com as Vésperas do Sábado de Aleluia, que são as primeiras Vésperas do dia de Páscoa; as que se rezam no Domingo de Páscoa são as segundas.
A construção de Notre-Dame
Um vídeo interessantíssimo que mostra as etapas da construção de Notre-Dame e suas modificações/restaurações:
Eucaristia: Presença Real
PM volta para a Santa Igreja