Aqui temos os comentários completos do Dr. Plínio:
Brasileiro nos costumes, trabalhista na economia, lusotropicalista na religião 😉
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Alguém mais notou que o último Advento marcou os 50 anos da entrada em vigor da terrível “reforma litúrgica” de Paulo VI e que não vimos nenhuma comemoração por parte da burocracia da estrutura?
Sendo mais preciso, o novo rito da Missa foi promulgado pelo citado Papa, de infeliz memória, no dia 3 de abril de 1969, mas só entrou em vigor, na maior parte dos países, no Primeiro Domingo Advento daquele ano. Onde estão as festas?
Não há nada de mais monumental na maquiagem da Outra que essa suposta reforma e, mesmo assim, podemos contar nos dedos das mãos as citações da efeméride pelos entusiastas das mudanças (progressistas de todo naipe, como os do site PrayTell) ou dos cleaners neoconservadores. Se estamos num novo Pentecostes, por que tanta timidez? Medo de comparar o torpor pachamâmico atual com a vibração anterior?

Salve, nobre Padroeira Do Povo, teu protegido, Entre todos escolhido, Para povo do Senhor. Ó glória da nossa terra, Que tens salvado mil vezes, Enquanto houver Portugueses, Tu serás o seu amor. Com tua graça e beleza Um jardim não ornas só, Linda flor de Jericó, De Portugal és a Flor! Flor de suave perfume, Para toda a Lusa gente, Entre nós, em cada crente Tens esmerado cultor. Acode-nos, Mãe piedosa, Nestes dias desgraçados, Em que vivemos lançados No pranto, no dissabor. Lobos famintos, raivosos O teu rebanho atassalham, As ovelhas se tresmalham, Surdas à voz do pastor. Da fé a lâmpada santa, Que tão viva outrora ardia, Se teu zelo a não vigia, Perde o restante fulgor. Ai! da Lusa sociedade, Se o sol do mundo moral Se apaga... Ó noite fatal! Ó noite de negro horror! És a nossa Padroeira, Não largues o padroado Do rebanho confiado A teu poder protector. Portugal, qual outra Fénix, À vida torne outra vez. Não se chame Português Quem cristão de fé não for.
Hino composto pelo Padre Francisco Rafael da Silveira Malhão, por ocasião da proclamação do dogma da Imaculada Conceição, pelo Beato Pio IX, a 8 de dezembro de 1854. (via Veritatis)