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O conceito de beleza e sua importância para a arquitetura eclesiástica

Em mais esse vídeo da série sobre arquitetura eclesiástica (veja o primeiro aqui), Denis McNamara reflete sobre a natureza da beleza.

Segundo ele, a beleza não está nos “olhos de quem vê”, mas é uma propriedade do objeto examinado, ou seja, é algo objetivo, é algo que não depende do gosto pessoal. Para McNamara, a beleza é definida como a propriedade de algo que revela sua essência. Uma outra maneira de se tentar explicar isso foi dada pelo Dra. Caroline Farey, da Escola da Anunciação em Devon (Reino Unido), segundo a qual a beleza é o esplendor do ser. Não se pode, portanto, responder se algo é bonito sem antes conhecer o que o objeto é. Assim sendo, no contexto desses dois conceitos, uma arquitetura eclesiástica bela é aquela que faz uma igreja parecer uma igreja apelando ao nosso senso sobre o que é um templo.

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O absolutismo do mal e a ignorância do bem

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Existe certo ou errado na arquitetura eclesiástica?

Em geral, quando falamos sobre a arquitetura das igrejas, encontramos mil e uma opiniões. Alguns preferem a arquitetura moderna, outros a gótica; uns gostam de muito rebuscamento, outros preferem um estilo mais clean, enfim, sempre caímos no campo do gosto subjetivo, que não é um caminho para o consenso. O cerne da questão estar em saber se esse tipo de arquitetura é um sacramento (no sentido lato, é óbvio), isto é, se é um sinal material que pode levar à transcendência e, em sendo, o que a Revelação tem a dizer sobre ele.

Sobre tal tema, apresento este vídeo (de uma série de dez) feito pelo famoso professor Denis McNamara do Instituto Litúrgico de Mundelein, e divulgado pelo New Liturgical Movement (com comentários que vou adaptar e traduzir), em que se discute a possibilidade de uma “teologia da arquitetura”:

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Para aqueles que dizem que Igreja não é instituição

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O que é a Bíblia fora dos olhos da Tradição?

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O papel da intenção do ministro na validade sacramental

Estudo do confrade Karlos Guedes:

sacramentos 2Existe uma querela no meio tradicionalista sobre a validade dos Sacramentos realizados segundo o rito novo. Os argumentos são de todos os níveis, abrangendo desde os signos sacramentais até a intenção do ministro.

Este texto visa discorrer um pouco sobre a influência da intenção do ministro para a validade sacramental porque julgamos ser o critério mais difícil de analisar. De fato, os signos sacramentais são por demais objetivos para razoavelmente se ter alguma dúvida sobre eles e, por isso, a certeza da validez por estes critérios é mais evidentemente percebida. Quando se trata da intenção, porém, vários obstáculos aparecem, tornando, sob este aspecto, o problema com uma solução não tão evidente.