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Defesa da vida

As mentiras que já te contaram sobre aborto

A obra citada no vídeo pode ser lida aqui. Também sugiro, como complemento, o Catecismo sobre o aborto.

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Catequese Crise Liturgia

O que importa é o sacramento?

A ideia continuísta de que “tanto faz o rito ou a celebração, o que importa é o sacramento, a presença de Cristo e seu Sacrifício” foi inspirada por um mau espírito.

Porque a Missa é o Sacrifício da Igreja unido ao de Cristo, não é o Sacrifício de Cristo em abstrato.

É óbvio que o Sacrifício do Filho já agradou ao Pai de uma vez por todas.

Mas em ordem à aplicação dos frutos da Redenção representada, o que deve agradar a Deus é a adoração, o louvor, a ação de graças e a oferta da Igreja unida mística ou sacramentalmente, moral e espiritualmente à Oferta de Cristo.

O que “conta” para a salvação (a aplicação dos seus frutos, isto é, a recepção da Graça e a íntima união com Deus) é a nossa atitude religiosa na celebração ritual, em comunhão com a devoção de Cristo ao Pai no Espírito.

Não o “rubricismo” ou o “esteticismo” exteriores, pois a correção e sobriedade dos gestos, a solenidade ou o decoro estão a serviço desta atitude devota.

Os abusos litúrgicos, a depender da índole e do grau, tornam o sacrifício ritual indigno do Sacramento, ou até mesmo sacrílego.

É como se rodeássemos o altar como os judeus que caçoavam ou, no menos pior dos casos, como os romanos que ignoravam.

O sacrifício ritual pode desagradar a Deus. Ele conhece o coração de cada qual, mas como rito comunitário e público abusivo, pode tornar-se algo detestável ao Senhor e a seus santos, pelo que representa de desprezo ao Preciosíssimo Sangue.

Uma tal celebração corresponde mais ou menos àquilo que os protestantes acham que é a missa Católica: uma recrucificação do Salvador. Seria melhor não acreditar…

Não causamos dano físico a Cristo, certamente, mas O ofendemos gravemente, e aos mártires, pois O crucificamos em nossos corações: deixamos de crucificar nossas paixões para nos apresentarmos com uma consciência pura diante do Altar, deixamos de morrer com Cristo, e O matamos em nossa alma, e desprezamos Seu Santíssimo Nome diante do mundo.

Quando Deus diz no Antigo Testamento que “não lhe importavam os sacrifícios e o sangue dos novilhos” (cf. Is I, 11), ou “quero misericórdia e não sacrifícios” (cf. Os VI, 6), estava se referindo a ritos oficiais. Cristo não estava ali sacramentalmente, mas estava figurativa e espiritualmente, e era desprezado, não amado: celebrar sem espírito é repetir a oferta de Caim.

Podemos estar em volta do altar do Verbo Crucificado dirigindo-lhe os impropérios de nossas celebrações indignas, separadas da obra de misericórdia e justiça que se atualiza diante de nós.

Aquelas palavras “eles voltaram as costas para mim, e não o rosto” (cf. Jr XXXII, 33), e “aborreço e desprezo as vossas festas e não tenho prazer em vossas assembleias solenes… afastai de mim o som de vossas canções ” (cf. Am V, 21ss) foram escritas para a Igreja atual.

– Joathas Bello

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Catequese

Estrutura do Batismo

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Lição para o rei

“Le silence des peuples est la leçon des rois.”

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Bíblia Catequese

Organização dos versículos

Quando eu leio a Bíblia, não vejo muito sentido na forma como os versículos são divididos. Alguns vêm no final de frases e parágrafos, outros não. Por que a Bíblia foi escrita dessa maneira?

A Bíblia não foi escrita dessa maneira. A numeração dos versículos foi introduzida bem tardiamente, logo após a invenção da imprensa.

As primeiras cópias manuscritas da Bíblia eram escritas em grego em rolos de papiro, sem o uso de sinais de pontuação ou espaçamento. Com o passar do tempo, foi desenvolvido o “códice” ou “livro”, formado por páginas [sobrepostas] e uma lombada, tal como o conhecemos hoje; só mais tarde ainda é que veio a impressão.

Conforme os impressores trabalhavam na produção de edições da Bíblia, acharam conveniente encontrar e marcar as seções do texto colocando números ao lado das seções. Isso provou ser bastante conveniente não só para os impressores, como também para outros leitores da Bíblia.

A numeração não foi colocada com outra finalidade senão ajudar a localizar as seções do texto. Podemos dizer que era como ter as linhas de latitude e de longitude em um mapa.

Aprofundando essa organização, Stephen Langton, cardeal e arcebispo da Cantuária, por volta de 1226, dividiu os livros da Bíblia em capítulos. Os capítulos foram divididos em versículos nos anos 1500, sendo a forma usual realizada em 1551, por um impressor chamado Robert Etienne, também conhecido como Stephanus.

Fonte: Catholic Answers, This Rock Magazine, 2001; tradução livre: Carlos Martins Nabeto. 

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Espiritualidade

O tempo é agora

diabo e monges

Um demônio apareceu a três monges e disse-lhes: se eu desse a vocês poder para mudar algo do passado, o que vocês mudariam?

O primeiro deles, com grande fervor apostólico, respondeu: “Eu evitaria que você fizesse cair Adão e Eva no pecado para que a humanidade não se afastasse de Deus”.

O segundo, um homem cheio de misericórdia, disse-lhe: “Eu anteciparia sua condenação eterna”.

O terceiro deles foi o mais simples e, em vez de responder ao tentador, ajoelhou-se, fez o sinal da cruz e rezou dizendo: “Senhor, livra-me da tentação do que poderia ser e não foi”.

O demônio, dando um grito estridente e estremecendo de dor, desapareceu.

Os outros dois, surpresos, disseram-lhe: “Irmão, por que você respondeu assim?”

Ele respondeu: “Primeiro: nunca devemos dialogar com o Diabo. Segundo: ninguém no mundo tem o poder de mudar o passado. Terceiro: o interesse de Satanás não era provar a nossa virtude, mas prender-nos no passado, para que pudéssemos negligenciar o presente, o único momento em que Deus nos dá a sua graça e podemos cooperar com Ele para cumprir a sua vontade”.

De todos os demônios, aquele que mais pega os homens e os impede de serem felizes é o “O que poderia ter sido e não foi”.

O passado é deixado à Misericórdia de Deus e o futuro à sua Providência. Somente o presente está em nossas mãos. Viva o momento.

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Informação

Leituras selecionadas (02/2023)

Five Things I Learned at the Carmelite Monastery

O que a autora aprendeu depois de um ano num carmelo e levou para a vida.

A mais genial estratégia dos últimos tempos

Como as restrições aos deslocamentos de longas distâncias são só mais uma etapa de um perigoso processo de concentração de poder que estamos vivendo.

There´s Gonna be a War in Montana 

Uma análise das tenções crescentes no estado americano de Montana que contrapõem uma elite esquerdista vinda de outros lugares e moradores locais empobrecidos. Um prenúncio do que ocorrerá em muitos outros lugares?

Cristina Campo and the Monsters of Traditionalism

A história de uma das fundadores da Una Voce da Itália, que estava por trás da formulação da crítica apresentada pelos cardeais Ottaviani e Bacci sobre o Novus Ordo.

‘Live Not By Live’ Movie Project Livestream

Em tempos de totalitarismo soft, não podemos esquecer as experiências de quem viveu sobre o comunismo para identificar as sementes que podem levar a uma opressão semelhante.

Reviewing ‘The Boniface Option’

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A multiplicação dos bebês de casais da ala conservadora da Igreja Católica

Os casais que, ao levarem a sério a doutrina da Igreja, se tornaram um sinal de contradição para o mundo e para os inimigos internos.

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Contrarrevolução

O comunismo é assim