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Efemérides de 2017

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Algumas efemérides deste ano:

  • 500 anos da revolta protestante (31 de outubro de 1517);
  • 300 da fundação da maçonaria moderna, arqui-inimiga da Igreja (24 de junho de 1717);
  • 300 anos da “pesca” da imagem de Nossa Senhora Aparecida (16 de outubro de 1717);
  • 100 anos da revolução comunista na Rússia (8 de março e 8 de novembro de 1917);
  • 100 anos de ordenação episcopal de Eugenio Pacelli, o futuro Papa Pio XII, o último antes da revolução conciliar (13 de maio de 1917);
  • 100 anos de Fátima (de 13 de maio a 13 de outubro de 1917);
  • 100 anos da publicação do primeiro código de direito canônico ocidental (27 de maio de 1917);
  • 100 anos da Declaração de Baulfour, que reforçou o sionismo (2 de novembro de 1917).
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Crise

Datafolha e o secularismo

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Crise Eclesiologia

Entrevista do Cardeal Burke à EWTN

via Explosivo: Íntegra da entrevista do Cardeal Burke à EWTN – com legendas em português. — Fratres in Unum.com

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Crise

O Papa Francisco e a deforma protestante

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O Rosário e os Mistérios Luminosos (2): já é tempo de dizer adeus

Continuando a séride postagens sobre o Rosário e os Mistérios Luminosos, apresento agora uma tradução de um texto do famoso articulista católico Christopher A. Ferrara publicado no site do jornal The Remnant no dia 23 de junho de 2010:

O “Novo” Rosário: já é tempo de dizer adeus

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“Os fiéis vão concluir que o Papa mudou o Rosário, e o efeito psicológico será um desastre. Qualquer mudança nele não fará outra coisa que diminuir a confiança dos simples e dos pobres.” (Paulo VI)

Na edição de 15 de maio do The Remnant notei uma propaganda dos Cônegos Regulares de São João Câncio promovendo o “Rosário Tradicional” e recomendando que rezemos o “Saltério de Nossa Senhora – 150 Ave Marias”. A referência ao Saltério chama a atenção, pois o Rosário é modelado no antigo Saltério de Davi: são 150 canções para Maria (50 Ave Marias para cada um dos três mistérios – Gozosos, Dolorosos e Gloriosos -, uma oração trina à Mãe de Deus).

A referência ao Saltério chama a atenção por outra razão: indiretamente perfaz um comentário negativo sobre o “novo” Rosário de João Paulo II, que adicionou cinco “Mistérios Luminosos”, ou seja, mais 50 Ave Marias, à forma tradicional dessa devoção. Isso faz um total de 200 Ave Marias, o que destrói completamente a correspondência com os 150 Salmos; o Rosário não é mais o “Saltério de Maria”. Então, obviamente, ele também não é mais trino, já que se dividiria em quatro partes (Mistérios Gozosos, Luminosos, Dolorosos e Gloriosos).

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O dia em que a Missa se tornou um “ato de sectarismo”

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O Rosário e os Mistérios Luminosos (1): balizamentos

Hoje, último dia do mês do Rosário, pretendo iniciar uma série de 4 postagens, que deve se estender até o fim de janeiro do próximo ano, sobre a inserção dos Mistérios Luminosos nessa tradicional prática devocional católica. Os posts terão um nível crescente de complexidade, de modo que neste só pretendo apresentar alguns princípios limitadores da reflexão em torno do tema.

Bem, logo depois que o Papa João Paulo II lançou sua Carta Apostólica Rosarium Virginis Mariae em 2002, embora eu tivesse atentado para o fato de que ele não tornava obrigatória a inserção dos Mistérios Luminosos, acolhi com entusiasmo esse ponto, considerando natural que as pessoas concretizassem o que foi proposto e que o todo o movimento nesse sentido, com o passar dos anos, tornaria obrigatória a mudança, como uma lei consuetudinária. Via nisso uma espécie de desenvolvimento orgânico, pois, no fim das contas, o conteúdo dos tais mistérios já tinha sido pensado por São Luís Maria Grignion de Montfort no seu Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem (dentro das meditações das Ave Marias do 5º Mistério Gozoso).

Hoje em dia considero que essa perspectiva está não só equivocada, como é a causa de uma série de problemas que enfrentamos na Igreja e no mundo. O porquê disso só ficará claro no final desta série, mas, certamente, o tipo de crítica que se fez à época, muito passional, não tinha a menor condição de fazer frente a políticas como a da Opus Dei que, um dia depois do citado documento pontifício, tornou obrigatória recitação dos Mistérios Luminosos  para os seus membros e, consequentemente, estes passaram a ensinar desse modo (em especial nas suas publicações).

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A alegria do amor ou o desamor do engano

Avatar de Karlos GuedesPela Fé Católica

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Segue abaixo a resposta escrita por Sua Excelência Reverendíssima Dom Athanasius Schneider, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Santa Maria em Astana, Cazaquistão, à Exortação Apostólica Amoris Lætitia.

O texto que se segue é a tradução oficial para o português, revisada por Dom Athanasius.

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Amoris lætitia: a necessidade de esclarecimento para evitar uma confusão generalizada

 

O paradoxo de interpretações contraditórias de “Amoris lætitia

A recentemente publicada Exortação Apostólica Amoris lætitia (AL), que contém a pletora de riquezas espirituais e pastorais que dizem respeito à vida no Matrimônio e na família Cristã em nossos tempos, infelizmente, em um curto período de tempo, levou a interpretações muito contraditórias mesmo entre o episcopado.

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