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Liturgia

Sagrada Família

Sagrada-Familia-arte-cusquenha“Jesus veio para Nazaré e vivia sujeito a eles” (Evangelho)

Com a Igreja fazemos hoje uma visita à casa de Nazaré. A Sagrada Família é um exemplo para a família cristã.

“Não era acaso conveniente, diz São Leão, celebrar o nascimento real do Filho do Pai eterno, a Casa de David, e os nomes gloriosos dessa antiga linhagem? Mas é mais doce ainda para nós recordar a pequena casa de Nazaré e a humilde existência que aí se passa; é mais doce celebrar a vida obscura de Jesus. É aí que o Divino Infante se exercita no humilde ofício de José, aí, na sombra, cresce em idade, mostrando-se feliz por partilhar dos trabalhos de S. José.

Que o suor, diz ele, banhe os membros antes de os inundar a efusão do sangue redentor, que a mortificação do trabalho, sirva também de expiação para o gênero humano. Junto do Menino se encontra sua terna Mãe, junto do Esposo a Esposa dedicada. Como ela se julga feliz em poder aliviar, com afetuosos cuidados, as sua penas e fadigas.” “Ó vós que não fostes isentos nem de preocupações nem de trabalhos, e que conhecestes o infortúnio, olhai para os desgraçados que lutam contra as dificuldades da vida e se veem na indigência” (Hino de Matinas).

Na humilde casa de Nazaré, Jesus, Maria e José santificaram a vida familiar pelo exercício das virtudes domésticas (Oração). Praticaram a humildade, a paciência, a moderação, a ajuda mútua, a caridade, o respeito e a obediência, de que nos falam a Epístola e o Evangelho da Missa. Vivendo sempre no recolhimento e na oração, encontraram a alegria e a paz. Oxalá a grande família que é a Igreja e cada lar cristão pratique na terra as virtudes que praticou a Sagrada Família a fim de que possa viver um dia em sua santa companhia no Céu (Oração).

Sagrada Família

Sagrada Família – livreto

Sagrada Família – jornal

Sagrada Família – jornal – livreto

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Apologética Crise Liturgia

O deus das surpresas vs. a Tradição no Lava Pés

Texto original: Athanasius Contra Mundum

Publicação: Pela Fé Católica

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Hoje mesmo, a Congregação para o Culto Divino, devido à ordem do Papa Francisco, decretou que as mulheres podem ser incluídas no Mandatum, que é a cerimônia do lava pés que ocorre na Quinta-feira Santa, para observância neste ano. Assim, o deus das surpresas veio visitar-nos apenas a tempo para Septuagésima e o início da Quaresma.

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Arte Liturgia

Dica para corais

Uma dica do confrade Karlos:

Para corais sem experiência as partes próprias da Missa pode ser cantada em tom salmódico. E no caso de menos experiência ainda, só é necessário cantar, do próprio, o Gradual e o Aleluia (ou o Tracto, quando for conveniente) em tom salmódico. Fica sempre obrigado o canto do ordinário.

Para o ordinário, a Congregação dos Ritos, a fim de fomentar a participação do povo permitiu o que os missais dos fieis chamam de “Missa Usual” (são peças mais fáceis).

A Missa Usual consta de: Kyrie, Sanctus, Agnus Dei da Missa XVI (que é a Missa para as férias do Tempo Comum) e Gloria e Ite da Missa XV (que é para o Tempo do Natal).

PS1: Lembrando da possibilidade de usar para o Gloria os ad libitum (sempre permitidos para qualquer Missa, a não ser rubrica em contrário); entre todos, recomendo o Ambrosiano (que é bem fácil, por ser quase todo em tom reto).

PS2: O Ite da Missa XV (o mais fácil de todos) pode ser usado em qualquer Missa em que o ele é cantado sem aleluia.

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Apologética Espiritualidade Liturgia

Domingo da Septuagésima

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Um texto que pode servir de reflexão para aqueles que vão à Missa Tradicional e por algum motivo não conseguem uma explicação naquilo que ele difere do rito novo.

Neste domingo, o Evangelho é a “Parábola dos trabalhadores na vinha”, em que o dono da vinha contrata alguns que trabalham o dia inteiro por uma certa quantia. Depois ele contrato outros, mas já ao fim do dia.

Ao fim do expediente, o dono chama os últimos e lhes paga a mesma quantia que acertara com os primeiros. Estes pensam que receberam mais que o acordado, já que trabalharam mais…

Texto aqui.

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Liturgia

Quando deve ser recitado o segundo Confiteor na Missa

Certa vez tive uma discussão com o confrade Karlos sobre as vestimentas dos acólitos no rito romano tradicional e, pesquisando para fazer um texto sobre esse assunto, encontrei uma resposta interessante num exemplar da Revista Eclesiástica Brasileira de setembro de 1951 sobre a recitação do segundo Confiteor dos fiéis na Missa. É bom notar que alguns anos atrás essa oração foi alvo de uma polêmica bizantina levantada por questionadores legalistas que achavam que pelo fato dele não estar previsto nas rubricas atuais da Missa no rito de São Gregório, não se deveria recitá-lo. Isso demonstra um desconhecimento de como a liturgia se desenvolveu ao longo do tempo, ou seja, da importância do reto costume no rito tradicional.

Bem, sem mais a acrescentar, transcrevo agora o texto da revista:

Em que preciso momento deve ser recitado o “Confiteor” para a comunhão “intra missam”? Razão desta consulta: Varia muito o momento de recitação do Confiteor, pelo acólito, intra missam. Ora quando o sacerdote acaba o “Domine, non sum dignus”; ora quando comunga sob a espécie de pão; ora quando acaba de sorver o Precioso Sangue; ora quando abre o sacrário, como se essa abertura fosse o sinal para o Confiteor e não o contrário…

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Liturgia

Circuncisão do Senhor (Oitava do Natal)

Circuncisão“Chegado o dia oitavo, em que se devia circuncidar o Menino, foi-lhe posto o nome de Jesus” (Evangelho)

A liturgia deste dia celebra três festas.

A primeira é a que os antigos sacramentários designavam sob o título de “Oitava do Senhor”. É realmente, na sua maior parte, uma Missa de Oitava a Missa de hoje, já que muito próxima das missas do Natal.

Celebrava-se outrora na Basílica de Santa Maria Maior uma segunda Missa em honra da Mãe de Deus. Resta dela um vestígio na Oração, Secreta e Pós-Comunhão tiradas da Missa votiva da Santíssima Virgem, e nos Salmos de Vésperas, extraídos do Ofício de Nossa Senhora. São particularmente belas as Antífonas de Vésperas e a preferência por elas dada à Santíssima Virgem revela a delicada atenção da Igreja em reconhecer quanto deve à Mãe do Salvador.

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Liturgia

Terceiro Domingo depois da Páscoa

Terceiro Domingo depois da PáscoaAinda mais um pouco e não me vereis. (Evangelho)

No dia de hoje, a Santa Igreja, cheia ainda das alegrias da obra da Redenção (Intróito), irrompe num cântico de júbilo e proclama a glória de Deus. Fala-nos a liturgia, sobretudo, da despedida de Jesus deste mundo, e assim nos lembra que também somos estrangeiros e viajantes. De fato, como peregrinos sobre a terra, devemos ter fixo o olhar no Céu, com a certeza de alcançá-lo mediante a dor e o sofrimento, o amor aos irmãos e a obediência a toda autoridade legítima (Epístola). Na Oração, imploramos força para não errar no caminho, para que sejamos dignos do nome de católicos. O Evangelho afirma que, querendo andar como cristãos, teremos de sofrer e chorar enquanto o mundo se alegra. A nossa tristeza será breve, no entanto, e mudada será em alegria, que ninguém nos há de tirar.

III Domingo depois da Páscoa

III Domingo depois da Páscoa – livreto

Jornal – III Domingo depois da Páscoa

Jornal – III Domingo depois da Páscoa – livreto

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Liturgia Pastoral

Como a Missa Latina Tradicional suscita mais participação ativa que a Forma Ordinária

Texto original: New liturgical movement

Por Peter Kwasniewski

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Quantas vezes os apreciadores do Rito Romano clássico já ouviram a objeção: “A Missa nova é melhor que a antiga porque permite maior participação ativa dos fieis”, ou “A Missa antiga tinha de ser eventualmente reformada, porque o sacerdote era o único fazendo alguma coisa, e as pessoas eram todas espectadoras mudas”. Meu objetivo neste artigo é refutar tal alegação e demonstrar que, pelo contrário, o oposto é verdadeiro.