Categorias
Contrarrevolução Política Sociedade

Politicamente correto na cinofilia: sinal de uma praga totalitária

A doença do intelecto chamada “politicamente correto” se espalhou pouco a pouco por quase todos os aspectos da vida nacional. De modo mais brando, ela transforma as pessoas num bando de chatos, que se censuram e censuram os outros o tempo todo; contudo, no fim das contas, o que se concretiza perigosamente no “politicamente correto” é um feixe de ideias esquerdistas com aparência de relativistas mas que, na sua contradição interna, são totalitárias.

Geralmente, quem tem minha visão de mundo fica incomodado com o que esse mal causa nos campos político ou social, mas, vez ou outra, segundo as preferências pessoais, ele é notado em outras coisas. Assim, como dono de cachorros de guarda, anos atrás, numa comunidade dedicada a raças brasileiras no saudoso Orkut, chamou minha atenção uma resposta de Pedro Ribeiro Dantas, grande cinófilo brasileiro, criador da raça dogue brasileiro (também conhecida como bull boxer), que foi a seguinte:

Categorias
Espiritualidade Sociedade

Instituições que nos salvam

Neste tempo de Quaresma estamos refletindo constantemente a respeito de nosso caminho de conversão. Um instrumento valioso no caminho da virtude são as boas instituições. Valioso, mas esquecido…

O que são “instituições”? Será que elas são realmente necessárias? Por que não devemos desprezar as instituições boas?

Nesta aula, Padre Paulo Ricardo nos transmite uma reflexão sobre a importância de a Igreja ter transformado a história do Ocidente gerando e renovando as instituições.

Categorias
Humor Política Sociedade

Tipos de esquerdistas

De volta às aulas na universidade, eis que encontro todas essas caricaturas ambulantes “ao vivo e a cores”:

Categorias
Educação Família Sociedade

Seu filho será materialista!

A Base Nacional Comum Curricular foi aprovada sem ideologia de gênero, mas contém um problema gravíssimo: o “Ensino Religioso” foi completamente distorcido e, na prática, só servirá para ensinar o relativismo e o materialismo ao seu filho.

Categorias
Política Sociedade Teologia

Protestantismo e Sionismo: a mais nova maluquice

Categorias
Cultura Sociedade

O crepúsculo da ironia

Nos últimos anos tem sido complicado falar em público, pois os indivíduos e os grupos estão cada vez mais sensíveis, reclamando ou rindo de tudo e todos menos de si mesmos, e compreendendo o que se diz no sentido mais literal. O primeiro problema, para mim, tem sua gênese no fato da imaturidade, concretizada num alongamento da adolescência, ter se tornado um dado cultural valorizado; o segundo, por sua vez,  deriva de um nível de articulação linguística baixo, fruto da falta de leituras mais longas e complexas que mensagens no celular, que tolhe a imaginação (ou pelo menos a maneira dela se articular). Assim sendo, como reflexão sobre esse problema, vou postar para os leitores um texto interessantíssimo, de autoria de José Francisco Botelho, que foi publicando na revista Veja de 4 de outubro deste ano (O crepúsculo da ironia – Uma defesa do humor que recusa explicar-se):

“Certo americano muito experiente, a quem conheci em Londres, me garantiu que uma criança saudável e bem alimentada é, com a idade de 1 ano, um petisco bastante nutritivo e salutar, seja fervida, assada, grelhada ou cozida. E não tenho dúvida de que seria ótimo ingrediente para um fricassê ou um ensopado.” Escritas pelo irlandês Jonathan Swift, essas palavras permanecem um dos exemplos mais apetitosos da ironia na literatura: gerações e mais gerações de leitores  experimentaram a mesma hilariante sensação de culpa ao alcançar a assombrosa punchiline. O trecho faz parte de Uma Modesta Proposta para Evitar que as Crianças dos Pobres Sejam um Fardo aos Seus Genitores e ao Seu País, escrita em 1729 – época em que a carestia devastava a terra natal do autor. Seguindo o esquema de um rigoroso argumento lógico, Swift sugere que os irlandeses desvalidos transformem seus filhos em guisados e os vendam aos conterrâneos ricos, em nome do equilíbrio econômico e dietético da nação. Será preciso explicar que o elogio ao canibalismo é uma figura de linguagem, que Swift estava criticando a incompetência das autoridades e que o sarcasmo selvagem era uma forma de sublinhar uma realidade igualmente intolerável? Não duvido que o caro leitor seja capaz de captar a ironia; mas, hoje em dia, há sempre o risco de alguém lavar as coisas ao pé da letra.

Categorias
Política Sociedade

Sobre a efeméride de hoje

Hoje é dia dos democratas celebrarem um golpe militar, feito por um protegido (Deodoro) contra seu benfeitor (Dom Pedro II), para implementar um regime cujos primeiros atos foram perseguir a imprensa e aumentar em 1/3 o salário do presidente em comparação com o soldo imperial.

A república fez do Brasil um corpo convulsionado. Desde 1889 vivemos de revolução em revolução, ditadura em ditadura, de moedas em moedas, de constituições em constituições, sempre numa espiral degenerativa de instabilidade.

Encaixar a república no Brasil é como forçar um quadrado num círculo. Somos um povo monárquico por cultura e DNA. Não à toa a casa do presidente é chamada de “palácio” quando não haveria necessidade alguma de sê-la; não à toa o povo vê nos governantes uma figura paterna (ou materna, no caso de Dona Dilma I, a louca); não à toa nosso período de maior estabilidade democrática foi durante o segundo reinado.

Um dos maiores problemas do Brasil é o desconforto psicológico de um povo inteiro forçado a viver sob um regime que não encontra eco no inconsciente coletivo.

Nas nossas terras república é apenas um fetiche. E daqueles que não valem o preço.

Categorias
Política Sociedade

William Waack e a histeria politicamente correta

Estou postando novamente este vídeo do Conde após ele ter sido censurado duas vezes, uma no YouTube e uma no Vimeo: