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Sociedade

Halloween

Neste vídeo o Pe. Paulo Ricardo tenta explicar de um modo objetivo o que era, o que é e o que pode ser a festa do Halloween:

Essa explicação, para mim, tem um interesse histórico e antropológico, pois mesmo que essa festa não fosse problemática, isto é, continuasse fiel às suas origens, querer celebrá-la no nosso país não passa de pura macaquice.

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Brasil profundo Política Sociedade

A “religião civil” da direita brasileira

https://youtu.be/fhy4UPtH6xE

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Apologética

A aliança do protestantismo com o ateísmo

https://youtu.be/hyJkTLyzYVk

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Liturgia

Canon de Santo Hipólito?

oracao-eucaristica-iiEntre as inovações que vimos depois do Vaticano II está a composição das novas orações eucarísticas, uma quebra com mais de 1.400 anos de história do rito romano, que só pode ser entendida como a concretização do espírito de arqueologismo litúrgico e da prepotência dos modernistas.

No rol de novidades, destaca-se a Oração Eucarística II, que acabou se tornando a mais conhecida na medida em que é a mais curta e, desse modo, se ajusta àquele tipo de “disposição” que os sacerdotes celibatários tem para com o “povo de Deus”. A legislação a descreve como “mais indicada para dias de semana ou ocasiões especiais” (1). Ela tem seu próprio Prefácio, mas pode ser usada com outros.

Devido à sua alegada antiguidade, ela supostamente tem um apelo ecumênico com os protestantes. Sua fonte putativa é a Tradição Apostólica, um texto litúrgico atribuído a Santo Hipólito, um anti-papa e mártir do terceiro século (ele foi anti-papa, mas depois voltou à ortodoxia e morreu na mão dos perseguidores da Igreja), reconstruído por D. Bernard Botte OSB.

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Brasil profundo Contrarrevolução Política

Idolatrias da direita brasileira

https://youtu.be/tzINGMRee88

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Catequese Nossa Senhora

Solenidade de Nossa Senhora da Conceição Aparecida

Com grande júbilo e gratidão, celebramos hoje a Solenidade da Rainha e Padroeira do Brasil, Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Foi em outubro de 1717 que se deu o aparecimento milagroso e tão ditoso da singela imagem da Imaculada Conceição, nas águas do rio Paraíba. Assista à homilia de hoje, 12 de outubro, e descubra o zelo materno de Nossa Senhora pelos filhos desta Terra de Santa Cruz.

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Eclesiologia

Ramalhete e o “medievalismo bergogliano”

Ontem coloquei nas leituras selecionadas um texto do Prof. Carlos Ramalhete publicado no Medium no qual ele analisa o pontificado de Francisco segundo um marco histórico-sociológico traçando a caminhada administrativa e pastoral da Igreja da Idade Média até Trento e de Trento até os nossos dias. É interessante que várias das conclusões a que ele chega, em especial no que tange às conseqüências da burocratização da vida eclesial com a contra-reforma, é algo que eu mesmo já tinha notado antes, embora que com mais ênfase no período pós-Vaticano I; todavia, o ponto central do argumento final dele é, para mim, um completo non sense.

Em primeiro lugar, não vi nenhuma correlação lógica entre o desenvolvimento do texto e o governo de Bergoglio. Reconhecer a formação de uma rigidez administrativa que se refletiu na vivência da fé é um dado incontestável, mas dizer que Francisco é o primeiro Papa a quebrar com ela me parece puro cronocentrismo. As reformas paulinas foram muito mais impactantes na sua época que qualquer coisa feita pelo Soberano Pontífice atual e, em certo sentido, a segurança jurídica proporcionada pelo legado canônico de São Pio X (Código de Direito Canônico de 1917, regras para a Comunhão, harmonização do calendário, etc.) também proporcionou uma quebra com o tipo de conhecimento esotérico que toda burocracia degenerada adora usar (isto é, regras pouco claras que tolhem a espontaneidade).

Em segundo lugar, Francisco não está desconcentrando poder, mas fazendo precisamente o contrário. Enquanto joga para mídia uma imagem de alternativo aberto ao debate, ele tolhe a autonomia dos mosteiros femininos, das dioceses e, ao estilo de muitos bispos, abre discussões cujas conclusões já estão decididas. E qual foi mesmo o incentivo dado a devoções populares consagradas? Fazer pouco de uma campanha de recitações do terço se enquadra nisso? Certamente que não!

Portanto, Francisco não é medieval, ao contrário, é muito moderno. O centralismo democrático, com pitadas de espetáculo, é o mote de seu governo.

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Humor Política Sociedade

Qual o idiota mais chato?

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