Categorias
Sociedade

Halloween

Neste vídeo o Pe. Paulo Ricardo tenta explicar de um modo objetivo o que era, o que é e o que pode ser a festa do Halloween:

Essa explicação, para mim, tem um interesse histórico e antropológico, pois mesmo que essa festa não fosse problemática, isto é, continuasse fiel às suas origens, querer celebrá-la no nosso país não passa de pura macaquice.

Categorias
Brasil profundo Política Sociedade

A “religião civil” da direita brasileira

Categorias
Apologética

A aliança do protestantismo com o ateísmo

Categorias
Liturgia

Canon de Santo Hipólito?

oracao-eucaristica-iiEntre as inovações que vimos depois do Vaticano II está a composição das novas orações eucarísticas, uma quebra com mais de 1.400 anos de história do rito romano, que só pode ser entendida como a concretização do espírito de arqueologismo litúrgico e da prepotência dos modernistas.

No rol de novidades, destaca-se a Oração Eucarística II, que acabou se tornando a mais conhecida na medida em que é a mais curta e, desse modo, se ajusta àquele tipo de “disposição” que os sacerdotes celibatários tem para com o “povo de Deus”. A legislação a descreve como “mais indicada para dias de semana ou ocasiões especiais” (1). Ela tem seu próprio Prefácio, mas pode ser usada com outros.

Devido à sua alegada antiguidade, ela supostamente tem um apelo ecumênico com os protestantes. Sua fonte putativa é a Tradição Apostólica, um texto litúrgico atribuído a Santo Hipólito, um anti-papa e mártir do terceiro século (ele foi anti-papa, mas depois voltou à ortodoxia e morreu na mão dos perseguidores da Igreja), reconstruído por D. Bernard Botte OSB.

Categorias
Brasil profundo Contrarrevolução Política

Idolatrias da direita brasileira

Categorias
Catequese Nossa Senhora

Solenidade de Nossa Senhora da Conceição Aparecida

Com grande júbilo e gratidão, celebramos hoje a Solenidade da Rainha e Padroeira do Brasil, Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Foi em outubro de 1717 que se deu o aparecimento milagroso e tão ditoso da singela imagem da Imaculada Conceição, nas águas do rio Paraíba. Assista à homilia de hoje, 12 de outubro, e descubra o zelo materno de Nossa Senhora pelos filhos desta Terra de Santa Cruz.

Categorias
Eclesiologia

Ramalhete e o “medievalismo bergogliano”

Ontem coloquei nas leituras selecionadas um texto do Prof. Carlos Ramalhete publicado no Medium no qual ele analisa o pontificado de Francisco segundo um marco histórico-sociológico traçando a caminhada administrativa e pastoral da Igreja da Idade Média até Trento e de Trento até os nossos dias. É interessante que várias das conclusões a que ele chega, em especial no que tange às conseqüências da burocratização da vida eclesial com a contra-reforma, é algo que eu mesmo já tinha notado antes, embora que com mais ênfase no período pós-Vaticano I; todavia, o ponto central do argumento final dele é, para mim, um completo non sense.

Em primeiro lugar, não vi nenhuma correlação lógica entre o desenvolvimento do texto e o governo de Bergoglio. Reconhecer a formação de uma rigidez administrativa que se refletiu na vivência da fé é um dado incontestável, mas dizer que Francisco é o primeiro Papa a quebrar com ela me parece puro cronocentrismo. As reformas paulinas foram muito mais impactantes na sua época que qualquer coisa feita pelo Soberano Pontífice atual e, em certo sentido, a segurança jurídica proporcionada pelo legado canônico de São Pio X (Código de Direito Canônico de 1917, regras para a Comunhão, harmonização do calendário, etc.) também proporcionou uma quebra com o tipo de conhecimento esotérico que toda burocracia degenerada adora usar (isto é, regras pouco claras que tolhem a espontaneidade).

Em segundo lugar, Francisco não está desconcentrando poder, mas fazendo precisamente o contrário. Enquanto joga para mídia uma imagem de alternativo aberto ao debate, ele tolhe a autonomia dos mosteiros femininos, das dioceses e, ao estilo de muitos bispos, abre discussões cujas conclusões já estão decididas. E qual foi mesmo o incentivo dado a devoções populares consagradas? Fazer pouco de uma campanha de recitações do terço se enquadra nisso? Certamente que não!

Portanto, Francisco não é medieval, ao contrário, é muito moderno. O centralismo democrático, com pitadas de espetáculo, é o mote de seu governo.

Categorias
Humor Política Sociedade

Qual o idiota mais chato?

idiota-chato