Antes de Bergoglio: João Paulo II, Assis e a Missa Nova

Chega de escândalos sexuais! Já entendemos! É pior que ruim! Mas também é um efeito, não a raiz.

Michel Matt, nesse vídeo (em inglês), advoga que é hora de voltar à causa da crise. O Papa Francisco não iniciou o fogo, então vamos descobrir quem fez isso.

– Como a Igreja caiu tão baixo?
– De onde Francisco veio?
– Como a sua “Igreja Companheira” se encaixa na revolução pós-Conciliar?
– O que podemos aprender com o dia de oração para pagãos e cristãos de João Paulo II em Assis (1986)?
– Todos já esqueceram a vida antes de Bergoglio?

Além disso, uma palavra sobre o mais recente ataque de Michael Voris à Fraternidade São Pio X.

Loreto: Milagre e Mistério

No dia 10 de dezembro celebra-se a Translação da Santa Casa de Loreto. Segundo a tradição, a Casa na qual viveu a Sagrada Família foi milagrosamente transportada pelos anjos de Nazaré, na Galileia, para Loreto, na Itália.

Há quem considere tudo isso uma lenda absurda e que, na verdade, com a invasão dos muçulmanos, a Casa foi transportada pelos cruzados para a Itália.

Na transmissão ao vivo de hoje, com Padre Paulo Ricardo, você vai conhecer os dados arqueológicos que mostram o contrário (foram os anjos mesmo!) e como o Milagre da pequena Casa ilumina enormemente o Mistério do Natal.

A necessidade da beleza na liturgia segundo o Cardeal Slipyi

Se você quiser falar sobre os pobres, neste lugar só eu posso falar, porque passei vinte e cinco anos na miséria de uma prisão comunista. Você também quer tirar dos pobres, que têm pouco para comer, toda expressão de arte, de música ou de beleza? Isso também? Você realmente não sabe que eles precisam mais do que aqueles que estão bem? – Yosyf Cardeal Slipyi (1892-1984), Arcebispo Maior de Lviv e chefe da Igreja Greco-Católica Ucraniana, falando ao Sínodo dos Bispos em 1971.

Para reconstruir a cultura católica, temos de reconstruir a cultura

Tradução e adaptação de um texto do Dr. Joseph Shaw publicado no Life Site News:

Um amigo meu, comentando sobre o problema de transformar a escola nominalmente católica que seu filho frequenta numa escola genuinamente católica, lembrou que antes disso ela tinha que se tornar uma escola de verdade. Seu ponto era que essa instituição era tão ruim que não só falhava em transmitir a fé, mas sequer cumpria aquilo que se espera de qualquer estabelecimento de ensino: transmitir conhecimento. Não faz sentido falar numa escola católica se não há nem mesmo uma escola. Continuar lendo