Autor: Thiago
Brasileiro nos costumes, trabalhista na economia, lusotropicalista na religião 😉

Segue abaixo a resposta escrita por Sua Excelência Reverendíssima Dom Athanasius Schneider, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Santa Maria em Astana, Cazaquistão, à Exortação Apostólica Amoris Lætitia.
O texto que se segue é a tradução oficial para o português, revisada por Dom Athanasius.
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Amoris lætitia: a necessidade de esclarecimento para evitar uma confusão generalizada
O paradoxo de interpretações contraditórias de “Amoris lætitia”
A recentemente publicada Exortação Apostólica Amoris lætitia (AL), que contém a pletora de riquezas espirituais e pastorais que dizem respeito à vida no Matrimônio e na família Cristã em nossos tempos, infelizmente, em um curto período de tempo, levou a interpretações muito contraditórias mesmo entre o episcopado.
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O novo Pai Nosso

No Sermão da Montanha, Nosso Senhor, interpelado por Seus discípulos a que Ele os ensinasse a como bem rezar a Deus, ensinou-lhes a oração do Pai Nosso, modelo de toda oração católica.
| Versão latina | Moderna tradução para o português |
| Pater noster, qui es in cælis: sanctificetur nomen tuum: Adveniat regnum tuum: fiat voluntas tua, sicut in cælo, et in terra.
Panem nostrum cotidiánum da nobis hodie: et dimitte nobis debita nostra, sicut et nos dimittimus debitoribus nostris. Et ne nos inducas in tentationem. Sed libera nos a malo. Amen. | Pai nosso que estais nos céus, santificando seja o vosso nome, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu.
O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém. |
A tradução literal…
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Comparando lecionários
Tradução e adaptação de um artigo publicado no Athanasius Contra Mundum, quando este blog ainda era no Blogger, em abril de 2008 (hoje ele pode ser encontrado aqui e aqui):
Em comentário após comentário dos defensores do Novus Ordo, dos liberais aos neo-conservadores, um ponto que é sempre levantado em defesa das inovações pós-conciliares é a suposta superioridade do lecionário da liturgia moderna em comparação ao da tradicional. O argumento é mais ou menos assim: “Na medida em que a maior parte da Bíblia é lida no curso de três anos, os católicos têm contato com mais trechos da Escritura que na liturgia gregoriana, que possui apenas uma pequena seleção de leituras.”
O Estado e as comunidades naturais

Qualquer Estado que se edifique sobre as comunidades naturais e sobre os fundamentos que elas irradiam, vê de tal modo seu poder reduzido à sua justa medida, que raramente procede como manifestação de uma força exterior aos cidadãos. Mas, ao contrário, todo Estado sem sociedade é axiomaticamente coercitivo, policial, armado de um arsenal de leis e regulamentos encarregados de dar sentido às condutas imprevisíveis e anormais dos indivíduos. Sua tendência ao totalitarismo é diretamente proporcional à desaparição das comunidades naturais, à ruína dos costumes, à calamidade da educação.
– Marcel de Corte (L’Éducation Politique)
Verdade inconveniene
Palestra dada pelo Dr. Francisco J. Romero Carrasquillo (em 2015), do site Ite ad Thomam, sobre as relações da Lei Natural e o o culto a Deus numa visão tomista:
Os slides desta palestra:
